segunda-feira, 20 de outubro de 2014

ATÉ BREVE!

Boa noite!

Criei bastantes expectativas quanto ao retorno às atividades neste blog que tantas alegrias me deu, contudo, o tempo, de forma inclemente, tem mostrado a impossibilidade da concretização desse sonho. O trabalho que desenvolvo neste momento ocupa-me a maior parte dos espaços em que poderia dedicar-me à atualização dos blogues (são cinco!) que tenho registrados.

Quero agradecer ao meus seguidores e dizer-lhes que não vou desistir totalmente de escrever aqui cada vez que um tempo me sobre. Na oportunidade queria sugerir que o atual trabalho está focado na análise dos cursos de formação de professores (principalmente na universidade em que trabalho) sob a luz de dois pensadores portugueses (Antonio Nóvoa e José Pacheco) e de dois pensadores brasileiros (Newton Duarte e José Carlos Libâneo). Tudo isso via um grupo de estudos.

Paralelamente ainda oriento dois pesquisadores iniciantes (IC) e diverso alunos de graduação na execução de seus TCC's. Minhas aulas continuam a ocupar parte do tempo da carga didática semanal que me é dado cumprir.

Os resultados dos estudos estão sendo publicados no blog do NUPEMSE - Núcleo de Pesquisa e Estudo dos Movimentos Sociais e Educação que foi criado especificamente para essa finalidade. Deixo, portanto, o convite formulado a que visitem esse blog que agora compila o meu pensar pedagógico. 
Ficarei feliz de poder contar com todos vocês e com a vossa participação ativa e efetiva nas discussões se isso vos der prazer.

Para visitar o novo blog acesse aqui: 



Desde já o meu agradecimento.

Manuel Fernandes
Prof Dr. URCA
Ceará/Brasil



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

ANTONIO NÓVOA SERÁ MEU PRÓXIMO ASSUNTO NA DISCUSSÃO

Logo estarei trazendo uma discussão sobre a formação dos professores com base no pensamento de António Nóvoa. 

Acredito que poderá trazer boas contribuições para a discussão!

Um abraço. Eu estou voltando... aos poucos, mas estou!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

RETORNANDO ÀS ORIGENS

Minhas amigas e meus amigos,
Conhecidos e desconhecidos

Saúdo a todas e a todos neste dia. Trago informações que talvez não sejam do agrado de muita e muitos sobre a vida deste blog. Como podem perceber - ou já perceberam faz tempo - está com quase um ano que estava afastado dele. Não foram motivos maiores, mas também não foram motivos fúteis que me afastaram deste espaço. Sempre primei pela honestidade e neste momento quer ser bastante honesto como sempre: estava ligeiramente cansado e o término do doutoramento estava a exigir de mim outras funções que me tomavam o tempo que dispunha para atualizar este e outros blogues que estiveram no ar por alguns anos.

O afastamento me fez refletir mais profundamente e hoje estou de retorno às atividades, mas de uma forma mais centrada, mais direcionada. Isto não significa que tenha abandonado velhas formas de pensar e de expor meu pensamento, não... apenas tento centralizar meu esforço nas atividades de um grupo de estudo que formei para discutir a formação do professor - na universidade em que trabalho - e onde podemos discutir abertamente as nossas ideias. Para isso criei há algum tempo um núcleo de estudos no qual procura congregar todos aqueles que têm interessa em discutir duas temáticas centrais: uma já anunciada (Formação de Professores) e outra a História da Educação.

Este espaço, assim como os demais que mantive até novembro de 2013 com certa regularidade, passarão a a um segundo plano, porém em atividade, para que possa dedicar-me mais especificamente ao grupo de estudos.

Deixo o convite aos interessados em debater ou em acompanhar a nossa linha de pensamento sobre a temática apresentada a prestigiarem o blog http://nupemse.blogspot.com.br/.

Acreditem que ficarei imensamente reconhecido e gratificado com a vossa visita e amizade.

Aguardo a todos por lá!


 

domingo, 17 de novembro de 2013

MICHEL FOUCAULT - DOWNLOADS

Minhas amigas e meus amigos:

Para aqueles, dentre vocês, que adoram Michel Foucault e sua obra, trago-lhe hoje a divulgação de uma listagem gratuita de obras desse autor.

Espero que façam ótimas leituras e melhores reflexões.

A listagem está AQUI 

Abraços

domingo, 20 de outubro de 2013

RIGOR = TRADICIONALISMO?

Como podem perceber, já faz bastante tempo que abracei a luta pela melhoria na formação dos futuros docentes, aqueles responsáveis, segundo muitos dos entendidos nos assuntos educacionais, pela formação dos predestinados a serem o futuro da nação. 

Como tal, preocupo-me constantemente em fazer análises de dados que vão sendo fornecidos pelas avaliações que o nosso governo prodigaliza. Hoje vou tentar abordar uma das facetas da formação docente menos (?) discutidas neste momento: a necessidade do rigor (tanto científico como disciplinar) por parte do docente. Tomo para base de análise alguns dados do Ideb - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - relativos ao ano de 2011, no Estado do Ceará, ano em que se atingiu a meta proposta pelo ministério da educação.

Dentre os dados que nos são apresentados um, em especial, me chama a atenção: A relação das melhores escolas públicas do 6º ao 9º anos. Vejamos um pouco esses dados. Entre as 10 primeiras classificadas temos: em primeiro lugar, com nota 6,8 - Colégio Militar de Fortaleza; em 7º lugar, com nota 6,1 - o Colégio Militar dos Bombeiros (Fort.); em 9º lugar, com nota 6,0 - Colégio da Polícia Militar do Ceará (Fort.). Um detalhe que parece importante: a média geral do Ideb no Estado do Ceará, nesse ano, foi 4,9.

Algumas reflexões são possíveis, mesmo se não há, a meu entender, como retirar conclusões mais aprofundadas. No entanto, considerando que os professores que ali ministram aulas não são diferentes, no saber, dos que exercem a mesma função noutras instituições, acredito que vale sempre questionar qual a importância que uma prática mais rigorosa da forma de exigir resultados na aprendizagem e nas limitações comportamentais que são exigidas nesses estabelecimento de ensino acarretam para a concretização de objetivos educacionais - principalmente para se atingirem metas propostas. Não defendo, em hipótese alguma, que a tirania possa ser medida de capacitação ou educação de quem quer que seja e muito menos afirmar que naquelas instituições apontadas se pratique a tirania, o que pretendo dizer - e isso defenderei até à morte - é que sem uma quantidade bem dosada de alguns ingredientes, não há como atingir um nível mais elevado na educação. Entre esses ingredientes seleciono para compor o "bouquet" principal: 
- mais exigência no quesito respeito ao aprendizado; 
- mais cobrança, via modos avaliativos, de resultados afirmativos; 
- rigor no tempo de duração das aulas;
- cumprimento, em tempo hábil, das tarefas propostas; 
- maior aprofundamento na leitura e na escrita... para ficar por aqui.  

Estou aberto às críticas que sei virão em profusão. A menor das acusações será, certamente, a de defensor do tradicionalismo. Juro-lhes que não é nada disso. Tenho experiência suficiente para fazer minhas considerações; tenho relatos de alunos que exigem, eles mesmos, mais rigor etc. etc., pois percebem que em meio a uma claudicante permissividade que se pratica, se escondem: fracos e insuficientes conteúdos; péssima qualidade formativa e, ainda, insegurança profissional para os formandos. Para que quadro mais deprimente?

A tendência, hodiernamente, quando se fala em elevação da qualidade da educação, é o aumento da carga horária e da matriz curricular dos cursos - via aumento de menos elementos de mais disciplinas, deixando na lateral o aprofundamento daquilo que já é oferecido e a consequente cobrança de aprendizado. No jargão mais ao gosto de alguns educadores (?) o que é preciso é "passar a mão na cabeça do aluno" para não traumatizar o coitadinho. Continuemos nessa prática e mantenhamos os lençóis próximos para enxugar as lágrimas vertidas em virtude da degradação constante e acelerada pela qual vem passando a nossa sociedade educacional. Não que a educação seja a panaceia capaz de tudo sanar... mas que ela é um grande e potente veículo, lá isso ninguém pode negar, mas e esse é meu ponto de vista, educação também rima com responsabilidade e exigência, tudo dentro dos limites.   





.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

COMO SE CHOVESSE NO MOLHADO

Pois é verdade, quem é tratado como bandido - a golpes de cassetete e na base do spray de pimenta - para ficar apenas nesse nível de agressões - não poderia mesmo ocupar outra posição nesse ranking que tanto nos envergonha. 

De resto, só as contradições absurdas que se praticam neste país: Dizem que "somos necessários", mas nos tratam com porrada e baixo salário. O tempo da escravidão parece que ainda não acabou! Surgem as perguntas que não querem calar:

- Para onde vão os milhares de professores que são formados anualmente no Brasil (claro que o foco é, neste caso, a situação do país onde, apenas no Norte/Nordeste faltam 120 mil professores)?

- Quem, em sã consciência, quer abraçar uma profissão que recebe como gratificação por tempo de serviço e bom desempenho do seu papel social o trato que aponto a seguir e que diuturnamente está nas grandes mídias?

- Mas também, que esperar de quem se vende por um voto a troco de uma posição de "professor" pago com as migalhas dos repastos nababescos dos governantes que não titubeiam em manter esse tipo de subjugado, visando a eleição seguinte?

Cada povo só tem o reconhecimento que merece da parte de quem lhe paga para ser assim.

Mas a vergonha pessoal não passa com facilidade. Pena que a esmagadora maioria faz como o avestruz...  

Veja a notícia e reflita um pouco.

Brasil é penúltimo em ranking de valorização de professores

Um estudo inédito revelou a percepção da população de 21 países sobre o status social dos professores. A pesquisa mostra que os professores são mais valorizados na China, onde a importância da educação está enraizada na cultura da sociedade.
Depois da China, o ranking do status social dos professores mostra a Grécia em segundo lugar. O Brasil está em 20º, à frente apenas de Israel. De positivo, a pesquisa mostra que os brasileiros confiam nos professores, mas os entrevistados acreditam que o sistema educacional atrapalha o resultado do ensino. E 95% acham que os salários são muito baixos.
A pesquisa é da Fundação Varkey GEMS, de Londres, organização não-governamenral criada para melhorar a educação para crianças carentes por meio de projetos de acesso à educação, programas de treinamento de professores e advocacy pela causa.
(Com informações do G1)

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

REFLETINDO SOBRE UMA EQUAÇÃO ANTIGA

Hoje acordei com uma inquietação daquelas. Vejamos o motivo de tudo isso a partir de uma simples equação que, para muitos de nós, parece de fácil compreensão: Teoria + prática = Práxis. Estará correta esta afirmação assim colocada?

No nosso campo de construção de saberes profissionais, parece-me bem que essa relação/equação necessita de outros ingredientes que a permeiem para que ela se assevere correta. Vale salientar, antes de continuar com o raciocínio, que este nosso campo não é o único em que tal fato acontece, nem aquele onde essa particularidade é mais acentuada.

Formar o professor não pode ser resultando de um amontoado de teorias sobre como o ser humano aprende, como ele se comporta diante de situações/problemas, mas é também o produto de uma prática efetiva dessas teorias. "Na relação dialógica, a troca de opiniões e experiências contribui para a elaboração de novos conhecimentos. A teoria, com efeito, surge a partir da prática, é elaborada em função da prática, e sua verdade é verificada pela própria prática" (PICONEZ, 2002, p.29), mas não devemos esquecer que a recíproca também é verdadeira. E o que isto pode querer significar para a nossa formação?

Teorizar pressupõe, de imediato, abstração, permanecer no campo das ideias que, por sua vez, nada mais são que imagens projetadas na nossa imaginação: "mais tarde vou ministrar uma aula sobre aprendizagem significativa, que os alunos pediram" - porém, apesar de toda a minha boa vontade, como desenvolver essa atividade se não estiver preparado para colocá-la em prática? 

Prática, no meu modo de ver, não é apenas aquela ação mecânica desenvolvida enquanto o pensamento pode, por vezes, estar alhures, ou mesmo se centrado naquela atividade, não estar sendo permanentemente questionado e criticado. Quando esta prática automatizada acontece deve ser chamada de alienação. Considerando as fortes inter-relações que existem entre estas duas categorias fácil se chega à conclusão que se uma dentre elas é alienante, a outra segue-lhe os passos.

O professor é, por excelência, não só um auxiliar na construção de novos conhecimentos para aqueles que buscam seu auxílio, como também deve ser formador de opinião, não só pela sua teorização, mas e principalmente por sua prática. Se esse profissional não estiver formado para assumir uma postura crítica diante de um conteúdo que necessita conhecer não estará pronto a desenvolver teorizações que o projetem dentro do seu fazer profissional. Com isso, a qualidade da educação que desejamos seja elevada não passará do nível de influência alienante a que o profissional estiver submisso.

Posso agora refletir mais conscientemente sobre a minha inquietação: Teoria + Prática só são igual a uma Práxis quando a criticidade está contida em pelo menos um dos elementos da equação.


PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.).A prática de ensino e o estágio supervisionado: a aproximação da realidade escolar e a prática dareflexão. IN: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes [et all]; PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas-SP: Papirus, 1991.













 

domingo, 22 de setembro de 2013

RELANÇANDO OS MOTORES

Neste retorno, após merecidas férias (foram prolongadas, reconheço), desejo dar um rumo mais aprumado às minhas ponderações sobre a formação do professor.

Para iniciar esta nova fase pretendo partir da afirmação de Nuno Crato que afirma:

O não reconhecimento da necessidade de uma "fase dogmática" precedente da "fase crítica" é um dos erros mais graves da pedagogia romântica. Para raciocinar criticamente sobre um assunto é preciso começar por conhecê-lo. Pretedendo-se formar "estudantes críticos" sem lhes fornecer a necessária informação e treino, apenas se formam ignorantes fala-barato (p.86).


Venha, junte-se a mim para que ambos possamos melhor discutir esta nossa realidade educacional/formativa.

Ref: 
CRATO, Nuno. O "eduquês" em discurso direto - uma crítica da pedagogia romântica e construtivista. Lisboa: Gradiva, 2011

quinta-feira, 14 de março de 2013

ALGUÉM ME DEVE RESPOSTAS

O retorno à ativa.

Parece ser um bom título para um post que encerra um período de repouso, merecido (pelo menos assim acredito) depois das peripécias desenvolvidas para terminar e defender uma tese doutoral. Estou, pois, de volta às minhas críticas.

E vou começar discutindo algo que a mim parece uma brincadeira de mau gosto que se prolonga "ad infinitun"!

Vejamos a notícia:

Professor de educação básica terá seis anos para concluir graduação

O Plenário aprovou, no último dia 12 de março, a proposta que fixa prazo de seis anos para os professores da educação básica com formação em nível médio concluírem curso de licenciatura de graduação plena. O texto aprovado é um substitutivo ao Projeto de Lei 5395/09.

Segundo o texto, o prazo de seis anos contará a partir da posse em cargo de docente na rede pública de ensino e será válido para os professores com nível médio na modalidade normal, sem curso técnico. A proposta prevê exceção à exigência de curso superior para os professores que já estejam trabalhando na rede pública, em creches, na pré-escola e nos anos iniciais do ensino fundamental na data de publicação da futura lei.

Os estados e municípios deverão adotar mecanismos para facilitar o acesso e a permanência dos professores da educação básica pública nos cursos superiores. Um dos incentivos será a concessão de bolsa de iniciação à docência.
Com informações do Jornal da Câmara.


Vamos nós:
Para muitos países, a partir de 1990 iniciou-se a "Década da Educação" com a qual conseguiram fazer milagres (veja-se o exemplo dos Tigres Asiáticos, dentre outros). O Brasil, claro, teria que ser diferente e lá fomos nós empurrando essa década, que se transformou primeiro em 15 anos, depois em duas décadas... já lá vão 23 anos e alguns bilhões de reais gastos e ainda continuamos com a mesma deficiência de qualificação entre os professores e uma educação de péssima qualidade. 

Se bem me lembro, (brincadeirinha!) a própria Lei maior da Educação, que é de 1996, já determina que nenhum professor deverá ser admitido desde que não tenha o curso superior. De 1996 a 2013 vão exatos 17 anos, já foram colocados em andamento um sem fim de programas de "capacitação docente". Depois deles ficam-me as perguntas:
Qual capacitação?
Para quantos?
Onde estão os resultados?
Quem fiscaliza a operacionalização desses cursos?
Quando, finalmente, terminaremos de encontrar professores não qualificados nas nossas escolas?
Até quando teremos que financiar programas bilionários que não levam a um término da mazela formativa dos professores?
Quando deixaremos de fazer "favores políticos" com as funções docentes e daremos emprego, via concurso e salário digno, aos milhares de professores que são graduados e estão desempregados?

Essa notícia aí acima, parece-me desastrosa e nega o texto legal em vários pontos que poderemos discutir noutra oportunidade.  

Por enquanto só posso dizer: eita educação brasileira, tens jeito não! 

 


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MORRE MARIO ALIGHIERO MANACORDA

Faleceu, ontem, 18/02/2013
Mario Alighiero MANACORDA.
O mundo reflexivo fica mais pobre.
 
  archiviofoto.unita.it

Caro Paolo,
>purtroppo ti debbo dare la triste notizia che Mario Alighiero è morto
>ieri sera dopo qualche giorno di aggravamento delle sue condizioni
>generali ma
con
>poca sofferenza.
>Domani, mercoledì 20 alle ore 10, lo saluteremo laicamente al Tempietto
Egizio
>del Verano.
>Fino a pochi giorni fa discuteva ancora dei suoi progetti letterari,
>storici
e
>... sportivi. Il 9 dicembre, per il suo 98^ compleanno, gli avevamo
>regalato
un
>nuovo computer.
>Puoi immaginare quanto ci manca.
>Un forte abbraccio
>Giuseppe

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DE LEÃO A GATINHO

Decretado o estado de pobreza absoluta dos professores (VERGONHA!)
Por que não lhes pagam um salário digno, capaz de fazer frente à fome? Que qualidade de trabalho podem desenvolver esses profissionais?

Mais uma vez sou obrigado a reconhecer a prática das políticas paliativas que destinam à educação. Vou morrer estrebuchando, mas não calo minha voz contra o mais vergonhoso descaso para com a educação no brasil (assim mesmo em minúsculas, pois quem não tem condição de tratar bem seus metres não merece horarias de letras maiúsculas).
 Vejam o palavreadodo ministro AQUI e depois, como um "sossega leão" AQUI
 
 

sábado, 12 de janeiro de 2013

CONFUSÃO CONCEITUAL

Fim de semana, férias, pouco para fazer...
Que tal rir um pouco enquanto a Brasil aguarda o Carnaval para, depois dele, começar a trabalhar?


No caso de teres as ideias baralhadas sobre estes dois ambientes, isto deve ajudar a tornar as coisas um bocadinho mais claras!!!

 
 
NA PRISÃO
Passas a maior parte do tempo numa cela de 3x3 metros.
NO TRABALHO
Passas a maior parte do tempo num cubículo de 2x2 metros.

NA PRISÃO


Tens três refeições por dia completamente grátis.

 
NA PRISÃO
Tens assistência médica e dental GRÁTIS.

NO TRABALHO


Tens uma pausa para uma refeição, que tens que pagar.
 

 
NO TRABALHO
Tens um seguro de saúde (que sai do teu salário) e que pode ou NÃO cobrir os tratamentos de que precisas.

NA PRISÃO


Reduzem-te o tempo se te portares bem.

NO TRABALHO
Dão-te mais trabalho se te portares bem.

NA PRISÃO
O guarda fecha e abre  as portas para ti.

NO TRABALHO
Muitas vezes tens um cartão de acesso e tens que abrir e fechar as portas tu mesmo.

NA PRISÃO
Podes ver televisão e jogar o que quiseres.

NO TRABALHO
Podes ser despedido por ver televisão e jogar no computador.

NA PRISÃO
Tens uma retrete privativa.

NO TRABALHO
Tens que partilhar a retrete com gente que mija no assento.

NA PRISÃO
Autorizam-te a receber   a visita da tua família e amigos.

NO TRABALHO

Nem sequer admitem que converses com a tua família.

NA PRISÃO


Todas as despesas são pagas pelos contribuintes e não tens que trabalhar.

NO TRABALHO
Tens que pagar as despesas  para ir para o trabalho e deduzem taxas ao teu salário para pagar os custos das prisões.

HÁ QUALQUER COISA ERRADA NESTA SOCIEDADE!!!

Agora volta para o trabalho! Não te pagam para ficares lendo blogues de ninguém. Ou pensas que estás na PRISÃO?

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...