quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

NÃO VAI SER, AINDA, DESTA VEZ!

Aproxima-se, a passos grandes e rápidos, a virada do ano. É uma época de expectativas, de esperanças renovadas, de crença em algo melhor. A Educação, tão carente, também vive momentos semelhantes, principalmente com a chegada de um novo governo. Muito se espera e as promessas não faltam: para o Ministro da Educação, Fernando Haddad, "2011 será marcado como o ano da valorização do professor". Todos esperamos... difícil é alcançar, só para contrariar o velho adágio popular! 

A situação na Educação mostra muito claramente o descontrole em que a sociedade educacional se encontra, sob o ponto de vista da legalidade. Senão vejamos esta reportagem da CNTE:

"Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7783/10, do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), que fixa em R$ 1.575 o piso salarial nacional para profissionais do magistério público da educação básica. O projeto altera a Lei 11.738/08.

Segundo o autor, após duas décadas de luta, a aprovação da Lei 11.738/08, que criou o piso nacional para a categoria, foi comemorada pelos professores como uma grande vitória.Padilha lembra, no entanto, que, por razões políticas ou por dificuldades operacionais na aplicação do critério de atualização previsto na lei, os professores tem manifestado preocupação de a lei não ser aplicada na prática".

A partir das próprias reflexões de Padilha fica fácil perceber a desorganização - para não dizer a baderna - em que se transformou a aplicação do piso salarial da categoria. Fica fácil perceber o quão tranquilo é o processo de desobediência a uma lei neste país "legalista", pois ainda uma lei não foi cumprida (por desobediência) e já uma nova tramita nas instâncias que apenas legislam, mas que não fiscalizam. Eu chamaria a isso de populismo, de politicagem barata, de coisa desinteressada, pois quem estiver, efetivamente, interessado em elevar o salário dos docentes, ou melhorar qualquer área que possa elevar a qualidade da educação, faz mais que propor leis que todos sabemos que não vão ser cumpridas. Não me parece difícil imaginar que quem não implantou o piso de R$ 1.024,67, com toda certeza, muito menos implantará outro de R$ 1.575,00. 

Para fazer uma tal proposta, só mesmo a cabeça de político brasileiro! Será que é para dizer que é pessoa muito ocupada e preocupada com a Educação? 

Assim não fica difícil de antever o eixo das discussões que se travarão no ano que se aproxima na área Educacional. Estou propenso a dizer que a peneira (com a qual se vai tentar tampar o sol) foi construída especial e especificamente neste ano que se termina. 

Não será, ainda, no próximo ano (depois de amanhã) que a Educação tomará rumo. Não com estas políticas!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CRÔNICA DE UMA VIDA ANUNCIADA NA VIRADA DE MAIS UM ANO

A vida é assim, tal qual uma abóbada: ao nascermos temos toda uma subida que nos parece íngreme até atingirmos a idade da "liberdade"! Que sufoco: pai que não deixa sair de casa, ou chegar um pouco mais tarde sem fazer todo aquele sermão! As recomendações que escutamos com um ouvido enquanto o outro já está ligado no som da festinha que nos aguarda, são as mesmas e enfadonhas... As meninas, então... Ah! essas sempre sofreram um pouco mais que os rapazes! É isso mesmo!  Vai ser assim até ao momento em que os liames se rompem. 

Vamos estar com 30 anos, mas para nossos pais sempre sermos o seu(a) menino(a), parece até que nem se dão conta que crescemos, que estamos adultos. Como é difícil essa fase! Como o tempo custa a passar!

Quando atingimos o alto, o cimo da abóbada temos um pouco mais de estabilidade, de liberdade, mas... de repente não chega a ser isso tudo, pois, parece que somos assaltados pelo temor de ficarmos sós, ou pelo desejo de termos alguém ao nosso lado. Vem o casamento e as enormes possibilidades dos filhos. 

Iniciamos a descida do lado oposto da abóbada. Mais uma vez se acaba o sossego. Quando o mal não é o pior (o ciúme), eis que o choro nos perturba a ponto de não querermos mais sair de casa. Adeus grandes programas que haviam sido imaginados. E o tempo não passa para que essa criança ganhe sua autonomia e nos permita sermos/fiquemos, enfim, nós! os anos vão se sucedendo e nos damos conta, embora ainda com pouca importância, que o tempo está passando mais rápido. 

E um belo dia descobrimos o primeiro fio de cabelo branco! Um desastre! Todos os alertas são ligados de uma só vez! E o tempo, inexorável, continua no seu trajeto. Agora são nossos filhos e filhas quem precisa de uma condução adequada para enfrentarem os perigos da juventude. Nós, velhos, retrógrados, ultrapassados não entendemos mais a juventude... lá vêm as preocupações e os nossos planos... definitivamente, vão ter que ser postergados. Os anos começam a correr! o ano mal começa e parece que já está terminando. Ah! No meu tempo os dias custavam mais a passar (mas eles tinham exatamente a mesma duração)! Netos, os chinelos e o pijama, vovô vira cavalinho, vovó vira empregada e os filhos, ah! esses, bem, melhor nem dizer: mas acho que são "os reis da cocada preta"! Os manda-chuva!

Não nos preocupamos mais com os cabelos brancos... há muito que buscamos um único fio preto! Olhamos para o lado e só percebemos o olhar carinhoso do(a) parceiro(a). Nossas mãos se buscam num gesto de carinho, de compreensão como que a dizer, silenciosamente para o outro: cumprimos o nosso dever! 

E mais um ano se passa! Novo ciclo se inicia! Esperanças são renovadas, sempre, por todos e em todos os sentidos: promessas que não se cumprem, decisões que são adiadas ou esquecidas... amanhã será um novo ano! Uma velha vida que insiste em se esgotar de forma lenta e gradual. 

Mas isso é a vida, até o ciclo se completar!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

DIFERENÇAS

Um disse:


"Saio da vida para entrar na História". G. D. Vargas


Lula sai para a vida, fazendo História:


"Onde houver um jovem que queira sonhar 
grande, peço-lhe

 que olhe a minha história e 
veja que na vida nada é

 impossível". 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PARA PENSAR NESTE FINAL DE ANO

Relutei bastante para trazer até este local a discussão que venho travando em outras instâncias da própria Net. Mas hoje resolvi abrir essa mesma discussão neste cantinho em que conto com a colaboração de alguns amigos, a fiscalização de outros nobres desconhecidos e, certamente, com a crítica de outros tantos.

O problema é o seguinte: levantei numa página da net a questão de se criar uma Ordem dos Professores, à imagem (sem necessidade de ser à semelhança) do que acontece com outras categorias de profissionais. Bem... o "caldo" rendeu boas intervenções e outras nem tanto. Se quiserem acompanhar o debate desde o início, vejam aqui: http://meuplugedu.plugedu.com/forum/topics/para-avancar-na-educacao

Hoje, mais exatamente há cinco minutos atrás, fiz a última intervenção nos termos registrados abaixo e gostaria, para avaliação, de conhecer o vosso pensar. Por esse motivo, o título do post!

Disse eu: 


Ora, pois muito bem... parece-me que agora a discussão atinge um ponto interessante que vale a pena perseguir (e os demais companheiros que me desculpem por não falar em relação às colocações que vêm fazendo).

A nossa formação, associada a uma política capitalista de desvalorização da mão-de-obra (em qualquer ramo da atividade produtora que se focalize) está na base do individualismo que impera entre nós. Nesse sentido, e de plena consciência da situação vivenciada, cabe levantar a hipótese de se formar o educador para uma ação conjunta em benefício da educação como um todo. Não falo de "um corporativismo" no sentindo fascistóide que muitas pessoas lhe emprestam, falo de uma ação (sindical, política, de uma Ordem, no caso etc.) em que prevalece a defesa dos interesses ou privilégios de um setor bem organizado da sociedade. Falo, então, de um corporativismo que passou a designar especificamente aquela entidade organizacional de cunho mais monopolista (trabalhista ou patronal) que agrupa e defende, seja no âmbito local, regional, ou no nacional, os interesses de determinado grupo de profissionais.

Mas é preciso, como em tudo nesta vida, dar o primeiro passo. Ficar no campo da discussão árida de efeitos, das conjecturas e da soma das dificuldades, não nos levará a lugar algum, além de alimentar, cada vez mais, a onda individualista que se abate sobre nós. O que precisamos compreender é que "o patrão" jamais nos dará algo de boa vontade. A classe trabalhadora só consegue alguma coisa a mais em seu benefício se for através da luta, do enfrentamento da situação, da tomada de posição. Sabemos que não é fácil, sabemos que nem todos têm estofo para encarar essa realidade, até mesmo em função do regime em que sempre têm vivido e consentido em permanecer. Mas aqueles que sabem da importância da colaboração numa luta como esta (que tem a melhor das intenções) precisam compreender que a hora está passando e que a história não falará do que deixar de ser realizado. O momento de nos afirmarmos como classe, através de uma entidade, está aí: o país navegando em águas aparente e momentaneamente calmas, um governo novo chegando, o desejo manifestado pelos políticos de dar mais qualidade à educação (pega na mentira, pelo menos da maioria!), o que esperamos para, enquanto encarregados da difusão do saber, criarmos as condições de lutarmos em melhor plano com aqueles que nos querem dominar?

Alguém precisa colocar um fim a essa "farra do boi" que os políticos menos escrupulosos fazem com a educação! Precisamos colocar um fim às indicações e às contratações "de favor" para os apadrinhados analfabetos que não sabem fazer outra coisa e vão fazer na educação! Enquanto não criarmos as condições de pôr um fim nessa situação, a nossa educação não passará do nível bem baixo em que se encontra. Claro que outras atitudes precisam ser tomadas! Claro que outras políticas precisam ser implementadas, claro que muito do que está escrito precisa sair do papel e vir para o chão da escola... claro... claro... Mas se não agirmos, tudo permanecerá exatamente nos mesmos lugares!

O que faremos a seguir? Encerramos a nossa conversa por aqui? Vamos em frente e tentamos organizar um grupo que comece a pensar algo mais concreto? Não basta querer.... tem que participar! Embora na nossa classe saibamos que enquanto poucos se "esfolam" em prol de algo melhor, muitos ficam à espera de dias melhores... algo precisa ser feito. Ou vamos continuar nos enganando dizendo para nós mesmos que amanhã a coisa muda por si só?!

A sugestão está aí!  
Forte abraço e as mais sinceras saudações natalinas a tod@s.

Forte abraço a todas e a todos e que, depois de um Feliz Natal tenham todos um Novo Ano repleto de boas realizações!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

UP - LÍNGUA PORTUGUESA

Gostei de ler estas dicas de "português", por esse motivo repasso com a devida vênia ao autor e ao site que divulgou. Acredito que muitos de nossos alunos (e quantos professores, infelizmente!) precisam ficar de olho permanentemente nelas.

O professor Antônio Ricardo Russo, do pré-vestibular Objetivo, de Florianópolis, preparou um manual para os vestibulandos não pecarem na prova de português e nem na hora de escrever suas redações. "A maioria dos alunos escorrega nas questões destacadas abaixo", diz. Aprenda para não ser um deles:

Empregue:
quando houver referência a tempo passado; A quando for tempo futuro.
Exemplos:
Há muito tempo quero falar com ele.
Daqui a dois meses viajarei.
 
Acentue:
TÊM e VÊM - quando o sujeito estiver no plural.
Exemplo: Os alunos que têm chances de aprovação estudaram muito.
 
Não substitua:
O verbo HAVER pelo TER.
Exemplo: Há (e não tem) vários problemas a serem resolvidos por Dilma.
 
Não confunda:
Ter de com ter que: ter de - obrigação; ter que, desejo
Exemplo:
Eu tenho que comer um sorvete.
Eu tenho de passar no vestibular.
 
Não funda:
Preposição com artigo diante de sujeito.
Exemplo:
Apesar de o time ter jogado bem, perdeu. E não: Apesar do time...
 
Não sucumba à redundância:
Exemplo:
há muitos anos atrás - voltar atrás - encarar de frente - hall de entrada - ganhar grátis - circular em torno.
 
Tanto faz:
risco de vida ou risco de morte (apesar de muita gente querer diferenciar, o que é grande bobagem, diz o professor, as duas estão corretas)


Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/vestibular/noticias/0,,OI4845071-EI12889,00.html

Faça uma boa redação!

ASSIM A COISA ESTÁ COMPLICADA

Esta é a notícia que nenhum professor gostaria de ouvir e aquela que deveria fazer tremer de VERGONHA aos nossos  dirigentes maiores: 

Professor ganha 40% menos que média do trabalhador brasileiro com mesma escolaridade.

O salário médio de um professor da educação básica é 40% menor que a remuneração, também média, de um trabalhador com o mesmo nível de escolaridade. O cálculo foi feito pela economista Fabiana de Felicio com base nos microdados da última edição da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/12/15/professor-ganha-40-menos-que-media-do-trabalhador-brasileiro-com-mesma-escolaridade.jhtm 

Esta péssima notícia responde montes de questões que nos fazemos sobre a qualidade da educação. Gostaria de saber se o alto empresário escolhe para trabalhar na sua empresa o funcionário menos qualificado (veja post anterior) e aquele mais mal remunerado.

A vida continua a escorrer, ladeira abaixo, apenas pela incompetência que alguns demonstram de não saberem planificar as dificuldades e verticalizarem os rendimentos.

Uma pena! O Brasil é quem mais padece... e nós com ele!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

UM TEMA "QUENTE' E UMA PREOCUPAÇÃO A MAIS!

Um terço dos professores não possui diploma universitário.

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=143672&id_secao=10

Quase um terço dos professores da educação básica das redes pública e particular do Brasil não tem formação adequada. Do total de 1,977 milhão de docentes, 636,8 mil - 32,19% - ensinam sem diploma universitário. De acordo com dados de 2009 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o quadro piora nas regiões mais pobres do país.

De onde vem tanta preocupação, como anuncio no título do post?

Sabemos que grande parte de nossas universidades públicas e um parcela talvez maior ainda das particulares se têm dedicado às licenciaturas, isto é, à formação de professores. Eu não consigo visualizar a quantidade de professores que são formados anualmente pelos cursos regulares dessas nossas universidades. É, em todo caso e segundo o meu tirocínio, um número que qualifico como suficiente, ou pelo menos minimamente suficiente para atender a demanda nacional. Aliás.... como justificar que tanto licenciado se encontre desempregado?

Não fossem suficientes os alunos dos cursos regulares, temos ainda a computar um sem fim de ações desenvolvidas pelo governo visando qualificar o povo para a profissão docente. Entre essas ações contamos com a Plataforma Paulo Freire, com o Pró-Campo, os cursos de Pedagogia em regime especial e outras mais. 

Aí surge a pergunta: com tanta "formação" como argumentar a notícia acima? Será que as pessoas estão procurando as licenciaturas para apenas dizerem que são portadoras de um título superior? Estará aí a justificativa para a baixa qualidade dos formandos que recebemos nas universidades? Será que é mais rentável ser vendedor que ser professor (não tenho dúvidas a esse respeito e nem pretendo desmerecer a função do profissional de vendas)?

Como o ministério da educação explica o gasto de tantos milhões de reais em "formação de professores" e depois ter que encarar essa realidade retratada na notícia? Até quando a nossa educação andará a reboque da vontade do político que, em troca a um voto oferece uma vaga de professor a analfabetos funcionais? Até quando a educação será moeda de troca para os mais escusos negócios (não só de emprego, nem de compra de votos, mas também de venda de diplomas!)?

Eu, sinceramente, não consigo suportar certas hipocrisias. Muitos sabem onde está o mal da educação, mas poucos (com poder de transformar) têm a coragem de mexer no ninho da serpente. Se o "bordão" não fosse de uma pessoa menos qualificada, diria: "É uma vergonha"!

Enquanto essa situação perdurar acredito que ainda vou continuar a criar cabelos brancos (ainda me resta algum preto?), mas também acredito que ainda vou ver alguém "com aquilo roxo' como dizia o Collor, para tomar as rédeas da educação nas mãos e fazer dela algo de que passemos a nos orgulhar... porque nos dias que correm...!!!!

domingo, 12 de dezembro de 2010

AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

 Brasil é o terceiro país que mais cresceu na década em educação básica.


Ter, 07 de Dezembro de 2010 11:38
O Brasil aparece entre os três países que mais evoluíram na educação básica nesta década. A informação consta do relatório preliminar do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2009, divulgado nesta terça-feira, 7, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. A educação brasileira evoluiu 33 pontos entre os exames realizados no período 2000-2009. Em 2000, a média brasileira das notas em leitura, matemática e ciências era de 368 pontos. Em 2009, a média subiu para 401 pontos. Com isso, o país atingiu a meta do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que era média de 395 pontos nas três disciplinas. 

Na avaliação do ministro da Educação, Fernando Haddad, diversos fatores produziram esses resultados. Ele destaca o crescimento do investimento em educação, o foco na aprendizagem das crianças, a definição de metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por escolas. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) também é responsável pelo impacto positivo nos resultados, em sua avaliação.

Para Haddad, o “sistema educacional brasileiro está reagindo aos estímulos”. O resultado do Pisa no último triênio revela, segundo o ministro, que o país está no rumo certo e que há espaço para crescer. “A meta para 2012 é subir mais 16 pontos e chegar a 417.” Para alcançar essa meta, é prioritário investir em educação infantil e na valorização do magistério, em formação e remuneração, afirmou.

Crescimento – O Brasil teve o terceiro maior avanço entre todos os países, sendo superado apenas pelo Chile, que cresceu 37 pontos, e por Luxemburgo, com avanço de 38 pontos. Na tabela geral, o Brasil está na 53ª posição. Entre as nações latino-americanas, superou a Argentina e a Colômbia. Está 19 pontos atrás do México, que ocupa o 49º lugar; a 26 pontos do Uruguai (47º), e a 38 pontos do Chile (45º).

A avaliação foi realizada em 65 países, 34 deles da OCDE. Participaram 470 mil estudantes, sendo 20 mil brasileiros, das 27 unidades da Federação, de escolas urbanas e rurais, públicas e privadas. Responderam as provas de leitura, matemática e ciências estudantes nascidos em 1993.

Na média nacional, o Brasil cresceu principalmente em matemática, passando de 334 pontos, em 2000, para 386 pontos em 2009; em ciências, passou de 375 para 405, e em leitura, de 396 para 412.

Na avaliação do Pisa por unidades da Federação, o Distrito Federal aparece com as melhores notas, seguido por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás, todos com média superior à média nacional.

Confira a integra das tabelas.

sábado, 11 de dezembro de 2010

SOBRE LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO

Ainda existem pessoas que confundem estes dois conceitos e outras que simplesmente imaginam tratar-se de uma mesma coisa. Para ajudar e deslindar esse "mistério", veja o material a seguir.


Bom estudo!


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CONSEGUI...

Mesmo não fazendo propositalmente,  ao acessar este blog, neste dia 09/12/10, às 12:25, me tornei o visitante número 10.000! Bela marca!


Este fato implica em algumas atitudes a serem tomadas:


1 - A partir deste momento está encerrada a promoção que iniciei noutro blog (Rumo ao objetivo... sempre mais além!), na qual ofereço um livro no qual sou co-autor e um dos organizadores;


2 - Acredito que é tempo de fazer uma avaliação que deverá conter em seu bojo uma auto-avalição;


3 - Tomar as decisões que essa avaliação requerer e apontar como necessárias ao bom desenvolvimento do trabalho.


Primeira medida: Quero agradecer a todos que participaram dessa promoção. Acreditem que não fiquei preocupado com números (muitas ou poucas opiniões a respeito dos assuntos postados), não... sempre aprendi a prestigiar a qualidade em franco detrimento da quantidade. A todos que participaram ativamente, então, o meu MUITO OBRIGADO!


Segunda medida: pessoalmente gostaria de poder oferecer um livro a todos os participantes, mas não tenho mais que dois exemplares (e um, se me permitirem, gostaria de guardar para mim!) só posso mesmo oferecer um deles. Conforme o "regulamento" que passei para todos, "quem comentasse mais nos quatro blogs" seria o vencedor e faria juz a receber o exemplar. Inegavelmente, de forma inconteste, o grande vencedor foi o hoje Professor, meus parceiro de labuta na mesma IES, meu ex-discípulo Paulo Pedro a quem um dia chamei de PP e ele adotou. O PP trabalha principalmente com Psicologia da Educação e mantém o blog do PePê. Então, aqui ficam duas menções ao PP: enquanto ganhador do livro e enquanto amigo a quem presto a minha homenagem como venho fazendo com outros amigos.


Terceira medida: Já que o teu negócio, PePê, é "comentar", vem até aqui e comenta comigo quando e onde te entrego o "troféu" que ganhaste!

Para vocês sentirem o drama: exatamente às 12:25, quando eu entrei e registrei as 10.000 visitas, ele estava postando nos blogs. Para Pedro... Pedro para! Ou devo mudar e dizer Paulo para?


A as análises e avaliações serão objeto dos próximos posts neste e nos outros blogs. E tem coisa para avaliar, podem acreditar!

domingo, 5 de dezembro de 2010

ESSA EU QUERO VER!

"Países ibéro-americanos se comprometem a acabar com o analfabetismo até 2015".

Principais pontos da Declaração da 20ª cúpula Ibero-Americana

Os chefes de Estado, de governo e representantes dos países da América Latina, Espanha, Andorra e Portugal, subscreveram neste sábado, na cidade argentina de Mar del Plata, a declaração final de sua 20ª reunião de cúpula.

Veja abaixo os principais pontos da declaração:

  • Cláusula democrática:

Os líderes presentes decidiram "suspender o país, onde for materializada a ruptura da ordem constituída ou do Estado de Direito, da participação em diferentes órgãos e instâncias, assim como dos benefícios de membro da Conferência Ibero-Americana, até que a ordem constitucional seja restabelecida".


  • Educação na Íbero-América:

"Alcançar a plena alfabetização em todos os países da região antes de 2015. Fortalecer os programas existentes e o desenvolvimento dos de emergência" para cumprir a meta de erradicar o analfabetismo em cinco anos. Para isso, as nações participantes comprometeram-se a realizar investimento de 102,82 bilhões de dólares nos próximos dez anos.
 

Não espero nada menos que isso, mas tenho plena consciência que essa é mais uma daquelas "canções de ninar" para embalar o torpor de um bando de abobalhados que eles pensam que somos. Espero , torço muitoooooooo para concluir que estou errado. O resultado logo estará à vista... afinal cinco anos não é o fim do mundo, a menos que o 2012...! 

Apenas para justificar esta minha desconfiança: lembram da famosa década da educação? Pois é, também tinha essa finalidade! Passadas duas décadas (Jontien foi em 1990), ainda estamos na estaca ZERO, ou pouco mais adiante disso! Bem... o tempo nos dirá!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

TENHO UM NOVO AMIGO

Gente, esta vida de "artista" é muito dura! De mala na mão, desde já quase um mês, tenho arrastado o esqueleto por estas terras afora! A trabalho!

Mas... voltemos ao que aqui me trouxe: mostrar para vocês o meu novo amigo e as suas "Matildes" acompanhadas da muriçoca, uma história em três atos (ou melhor, um conto em três capítulos).

Foi assim, meio por acaso que nos conhecemos virtualmente! Trocamos e-mail, batemos o maior papo via net e sem querer aprendemos a admirar o trabalho de cada um. Ele é um "baiano arretado" lá da terra do acarajé e é estudante de letras. Algumas coisas nos aproximam: ambos gostamos de françês, por exemplo! Apreciamos fotografia! Mas uma coisa parece nos afastar: um gosta de escrever (mesmo que sejam bobagens: eu) e outro parece não ser afeto a essa arte, mesmo estudado letras.

Uma curiosidade que me deixou perplexo durante um tempo: ele é o único aluno da turma dele! Haja prestígio! Se entrarem em contato com ele poderão pedir explicações que ele, certamente, dará!

Vou deixá-l@s com o meu amigo "Jack5on" de Jesus

domingo, 28 de novembro de 2010

HOMENAGEM

Hoje vou dar início a uma tarefa que poderá ser árdua, com algum grau de complexidade (visto que as pessoas não parecem entender o determinismo de uma escolha), mas prazerosa. Vou aqui, de público, prestar homenagem a algumas pessoas que me prestigiam e, principalmente, que desenvolvem projetos que eu aprovo 101% (!!!!).

Isto acontecerá através da divulgação do trabalho em prol de uma educação de qualidade que cada um(a)  desenvolve. Não há qualquer intencionalidade na ordem das homenagens prestadas, elas são puramente aleatórias. Espero, com este trabalho, estar prestando um pequeno serviço de divulgação do "fazer" das minhas amigas e dos meus amigos.

Neste momento inicial quero apresentar-lhes um trabalho que julgo de máxima importância para a sociedade em geral, diante das ameaças que sofremos dioturnamente:

Projeto Mão na Terra (http://maonaterra.blogspot.com/)

O projeto Mão na Terra surgiu da necessidade de promover educação ambiental junto aos alunos, cujos desejos estão relacionados aos valores da cultura de consumo, e, para que a mudança aconteça, é necessário que todos vivenciem práticas ambientais corretas. São vários os desafios que precisamos superar para que os alunos possam vivenciar e desenvolver essas práticas na escola, pois o caminho para um mundo mais justo, ético e sustentável é o fortalecimento dessas experiências.
Conto com a colaboração de vocês.

Profª. Rosa Maria Sousa Santos, responsável pelo projeto na escola.


Parabéns, Professora Rosa... saiba que acompanho, mesmo à distância, o seu bonito projeto!! 

sábado, 27 de novembro de 2010

COM EDUCAÇÂO FICA FÁCIL

Através  da colaboração de minha amiga "Lu", passo-lhe um pequeno vídeo que deve encher de orgulho os pais (como afirma a mãe do Rene) desse pequeno empreendedor que resistiu às tentações do dia-a-dia da comunidade em que reside e se prepara para enfrentar o futuro. A educação pode mesmo fazer milagres!

Antes de mais nada: Lu, obrigado pela indicação!

MELHORIAS NA EDUCAÇÃO

Precisamos, urgentemente, multiplicar esta notícia por 10. Curiosamente ainda há pessoas que dizem que o  presidente Lula não fez nada pela educação! Haja cinismo!

 Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16096

Presidente Lula entrega campi de universidades e institutos federais

Sexta-feira, 26 de novembro de 2010 - 18:45

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Fernando Haddad, entregam nesta segunda-feira, 29, mais 30 escolas federais de educação profissional, e inauguram 25 campi ligados a 15 universidades federais. A solenidade, no Palácio do Planalto, marca a conquista da meta prevista pelo plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e o avanço do Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni).

Pela expansão da rede federal de educação profissional, foram criadas 214 novas escolas, de 2005 até hoje. E com o Reuni, foram criados 126 novos campi e unidades universitárias, passando dos 148 existentes até 2002 para 274 já em funcionamento em 2010. Hoje, as universidades federais estão presentes em 230 municípios nas 26 unidades federativas e no Distrito Federal.

Expansão da rede federal – De 1909 a 2002 foram criadas 140 escolas técnicas federais. Hoje, já são 342. Foi registrado um aumento de 148% no número de matrículas de toda a rede federal, de 2003 a 2010. Os alunos eram 140 mil em 2003 e hoje são 348 mil. A tendência é de um crescimento ainda maior, já que nem todas escolas completaram o ciclo completo de funcionamento. Os recursos do Ministério da Educação destinados à educação profissional também cresceram, passando de R$ 1,2 bilhão para R$ 4,9 bilhões no mesmo período.

O investimento total para a construção das novas escolas técnicas federais deve chegar a R$ 1,1 bilhão. Até o momento, foram executados R$ 941 milhões em infraestrutura, mobiliário e equipamentos. Nas 30 escolas que serão entregues nesta segunda-feira, já foram aplicados R$ 139 milhões. Dessas, 18 estão funcionando e as outras 12 começam a receber alunos no início do ano letivo de 2011. O número de estudantes matriculados nessas 18 escolas é de 4.165 mil.

Universidades – Por meio do programa de expansão da rede federal de educação superior, foram criadas 14 novas universidades federais desde 2003, sendo dez voltadas à interiorização do ensino superior público e outras quatro – da Fronteira Sul, do Oeste do Pará, da Integração Latinoamericana e da Integração Lusoafrobrasileira – planejadas para a integração regional e internacional.

Com o programa de expansão, as universidades federais dobraram a oferta de vagas. Eram 109,2 mil em 2003 e chegaram a 222,4 mil em 2010. Para atender o novo contingente de alunos, as instituições puderam contratar professores e técnicos administrativos. Com isso, o conjunto das universidades, que contava com 40.823 professores e 85 mil técnicos em 2003, conta hoje com 63.112 professores e 105 mil servidores.

As condições para que as universidades conduzissem seu processo de expansão foram dadas com o incremento do orçamento das unidades, já que os recursos para custeio e investimento passaram de R$ 6,7 bilhões em 2003 para R$ 19,7 bilhões em 2010.

Além do acesso, as universidades também puderam ampliar suas ações voltadas à permanência dos estudantes. Os recursos do Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), criado em 2007, saltaram de R$ 125 milhões em 2008 para R$ 304 milhões em 2010. Por meio do programa, as universidades desenvolvem seus programas de assistência financiando itens como saúde, transporte, moradia e alimentação para seus estudantes.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a lista dos 30 novos institutos federais.
Confira a lista dos 25 campi das universidades federais inaugurados.
Confira a lista de 14 novas universidades federais criadas desde 2003.

ALERTA!

Já participou da "promoção"? Já fez seu comentário? O tempo vai passando, as visitas estão aumentando e logo logo atingimos a marca das 10.000 e o fim da promoção!

O quê?!!! Voce ainda não conhece a nossa promoção?! Leia um pouco mais abaixo, noutro post! Mas corra!!! Olhe que tem gente "desesperada" correndo atrás do livro! Basta ler os comentários já feitos!

É fácil participar. Basta comentar os meus posts a partir do dia 26/11 (incluso) e já estará concorrendo! Quem comentar mais... leva o prêmio!

Boa sorte!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

UMA BOA PERGUNTA!

Para que servem os acordos internacionais de Educação?
25-Nov-2010 (http://www.cnte.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5524&Itemid=85)   

Representantes de 22 nações da América Latina, incluindo o Brasil, assinaram no fim de setembro o pacto Metas 2021 - um conjunto de 36 compromissos em defesa do ensino de qualidade. Conseguiremos cumpri-lo? A história dos documentos firmados pelo país na área de Educação coleciona mais fracassos do que êxitos (veja exemplos ao lado). Mesmo assim, os especialistas defendem ações desse tipo. "Ainda que tenham metas desafiadoras, os acordos internacionais pressionam os governantes", argumenta Maria de Salete Silva, coordenadora no Brasil do programa de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

R$ 8 bi. É o gasto anual da União para ampliar o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos. É o equivalente a 13% do orçamento do MEC. Fonte: Cálculo elaborado pelos pesquisadores José Marcelino de Rezende Pinto e Thiago Alves, da USP.


Pesquisa - Mais um estudo demonstra que a reprovação não ajuda ninguém a aprender. Dessa vez, a conclusão vem de Minas Gerais. Utilizando dados do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), avaliação anual da Secretaria de Estado da Educação, os pesquisadores aplicaram a mesma prova, durante dois anos, a um grupo de 41 mil alunos de baixo desempenho. Em 2008, todos estavam no 3º ano. Em 2009, alguns foram promovidos, e outros, retidos. Na comparação entre os dois exames, a diferença das notas entre os não-repetentes e os repetentes aumentou de 15 para 33 pontos, numa escala de 0 a 1.000. "O crescimento na diferença sugere que a proficiência dos reprovados tende a ser inferior à dos que passam de ano", diz Juliana de Lucena Ruas Riani, professora da Universidade de Itaúna (UIT) e uma das autoras do estudo. 

Salas cheias - ainda mais nas escolas públicas

As classes brasileiras continuam entre as mais cheias do mundo. A informação é do relatório Education at a Glance 2010, divulgado recentemente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), clube das 30 nações mais desenvolvidas do planeta. De acordo com o estudo, entre os 37 países analisados, o Brasil tem o sexto maior número de alunos por sala - 25,5, índice quase inalterado em relação a 2000, quando era de 25,8. A situação é mais complicada nas escolas públicas, que inflam a média brasileira. Na comparação com as particulares, são, em média, nove estudantes a mais (27,1, contra 17,8). "Classes menores podem contribuir para melhorar o aprendizado", afirma Francisco Cordão, presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE). Para o especialista, a média permaneceu estável entre 2000 e 2008 porque poucos novos profissionais foram contratados. "É preciso investir para valorizar a carreira e garantir que as universidades formem mais docentes", avalia. (Revista Escola)

"Ou como não chegamos a lugar algum", também poderia ser o título deste post. É incrível como algumas pessoas são dotadas de uma capacidade fenomenal para descobrir a roda! Ou... você ainda não sabia, antes desta pesquisa, que salas menos lotadas são mais propícias ao aprendizado?! Estou maravilhado com a sagacidade das pessoas!

Parece que hoje estou com a língua mais felina que nunca. Por que será?!

PROMOÇÃO!

Hoje amanheci com vontade de fazer algo diferente. É fato!


Olho para um lado e para o outro e o que vejo é trabalho! Uma tese doutoral inconclusa; alguns artigos que preciso publicar, por terminar e outros apenas imaginados (rabiscados numa folha qualquer); relatórios de pesquisa para cá, relatórios de avaliação de programa que coordeno para lá; preparação de apresentação de resultados na reunião de final de ano na administração de programa.... quer saber?!!! Hoje é sexta-feira!


Mas, em meio a tanta coisa para fazer, ainda consigo perceber que em breve estarei atingindo a marca nada desprezível (no meu caso) de 10.000 visitas aos meus blogs (que agora são quatro. Para que tudo isso, né?).


Aí lembrei que poderia fazer uma brincadeira com os meus visitantes. Ou melhor... posso premiar os meus visitantes!!! Foi assim que me surgiu a ideia de oferecer um livro (o primeiro de que tive a oportunidade de participar como organizador e articulista, editado enquanto realizava o meu mestrado), àquele ou àquela d@s visitantes que, a contar deste momento, mais comentar os meus posts.

Veja, você tem mais de uma chance de ganhar o livro: "Trabalho e Educação face à crise atual do capitalismo", (faz parte da bibliografia recomendada no programa de pós da UFC) basta para isso que vá comentando em qualquer dos quatro blogs que estão indicados aí no lado direito da página, onde aponto para os meus outros endereços.

 Capa do livro

Pronto, comentou, está concorrendo. A contagem dos comentários vai terminar às 24h do dia em que o meu contador de acessos indicar as 10.000 visitas! Corra, falta menos de 900!


E aí está! Fiz algo diferente! O resultado? Só esperando para ver!

OBS: Só contam comentários nas minhas postagem a partir desta data! 

REFLETINDO A FORMAÇÃO

Continuo sem entender o porquê de se insistir em manter este modelo de formação de professores (com base na tentativa de correção dos erros do passado) sem que haja uma manifestada inclinação de olhar para a frente, para o futuro!

A continuar assim estaremos sempre repetindo os mesmos erros, só que de forma melhorada. Visto por outro prisma, é possível, então, dizer que a nossa educação caminha por erros cada vez mais sofisticados, sem a preocupação de perceber que a roda gira, a fila anda, o saber se acumula e transforma, as sociedades não e nem agem da mesma forma que no século passado, tempo em que buscamos as "bases" em que se assenta a nossa tão maltratada educação. Renovação, já!


Precisamos olhar o futuro, antever o que nos pode esperar ao dobrar a esquina do tempo e estarmos preparados para dias diferentes. Afinal... quem gosta de passado é museu! O passado deve ser fonte de análise para erros e acertos e referência para a produção de novos fazeres. Até hoje, parece-me, (e que os mais puristas me perdoem!) a nossa educação tem vivido no formol!


Vamos injetar-lhe uma dose suficiente de coragem, de modernidade, de visão futurista, vamos acabar com a reprodução do já sabido e partamos em busca do desconhecido, da produção do conhecimento, em vez de sermos meros reprodutores!


Ah! Como eu sonho com uma educação diferente! E ainda tem quem fale de educação de qualidade sem saber o que diz!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

VIM HOJE AQUI...

Apenas para lhes desejar boa noite.... boa sexta-feira.... bom fim de semana e agradecer a visita!


Estes dias, quando o final do ano se aproxima, são bastante terríveis no quesito cansaço! É preciso resistir bravamente! Para mim, este ano está a ser atípico... muitas viagens.... muitas e pelos mais variados motivos. Isso cansa!


Eu estou cansado! Vou ali colocar os olhos para repousar um pouco e já volto!


Um abração a tod@s!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

NOVA POSTURA

Venho acompanhando atentamente o desempenho dos meus blogs e tenho reparado que eles são relativamente bem visitados, se considerarmos a imensidão de blogs existente e o bom número de visitantes - alguns deles já assíduos, que aqui vêm diariamnente - mas o número de comentários não retrata essa realidade. 


Ao percorrer as configurações percebi que elas eram bastante restritivas. Medidas de proteção! Mas hoje resolvi abrir o espaço dos comentários a todas as pessoas. Isto não significa, de modo algum, que qualquer um vai poder entrar e fazer o quiser! Não. Eu vou manter a moderação (não se trata de sensura!) apenas uma medida mínima de garantir um pouco de qualidade ao que será publicado.


Nesse caso, minhas nobres amigas e meus nobres amigos.... o espaço é de vocês, também, nos comentários! De minha parte prometo, na medida do possível, responder a todos e, muito principalmente, se se tratar de uma discussão sadia de algum ponto de vista!


A tod@s o meu muito obrigado!

"QUERIDA.... CHEGUEI"!

 Acabo de chegar de mais uma dessas viagens loucas à capital do Estado (Fortaleza).

Visita de médico, em serviço, pelo SUS! Mas tive que ir... são 550km (aproximadamente) cada viagem.

Mais tarde atualizo os blogs.

Abraços gerais.

domingo, 21 de novembro de 2010

AOS JOVENS

É domingo, amanheceu meio chuvoso este tempo do kariri e a inspiração está um tanto em ritmo de final de semana!

Mas para que não digam que nestes dias de repouso nada se produz... Vejam a seguir, em forma de humor, uma reflexão que julgo interessante e é uma homenagem à turma de cabelos brancos (se disserem que é a minha turma, eu nego!).

Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a  um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.
"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

"Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, plasma, LCD, televisão digital, MP3, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carro  elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ...," - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.

 O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha de merda, arrogante, dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?

Foi aplaudido de pé !

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

UMA VIAGEM COMPENSADORA

Ontem tive uma de minhas gratas experiências. Estava em João Pessoa, na UFPB para, entre outras coisas, resolver problemas relativos ao meu doutorado, mas havia uma razão mais forte, mesmo se aparentemente não se apresente dessa forma.

Estava marcada, para as 09h00, uma atividade com o meu "patrício", (ora poís, pois ó pá), o prof. catedrático da UL, Justino Magalhães. Cheguei em JP (via busão), por volta das 07h. Fui direto para a UFPB, pois tinha outros assuntos para resolver antes da dita atividade. Resolvi tudo mais rápido que imaginei que pudesse fazê-lo! Dirigi-me ao PPGE (Programa de Pó-s-Graduação em Educação) para aguardar o momento da atividade que consistia numa troca de informações sobre os estudos daquele pesquisador e aquelas que nós, alunos e professores do programa mantemos.

Fui logo encontrando o patrício que já se encontrava com outras colegas da turma, entre aquelas do mestrado e outras do doutorado. Bem, fui apresentado e claro... quando dois portugueses se encontram... eles contam histórias de portugueses!

Mas ali foi diferente. De uma forma muito, mas muito didática mesmo, Justino Magalhães foi nos mostrando passos que ele julgava importantes para a continuidade dos nossos trabalhos de pesquisa. Cada aluno ali presente (eramos quatro, os adiantadinhos!) teve oportunidade de falar sobre o seu assunto e o nosso convidado, como uma maestria de invejar, foi mostrando os nós górdios para, de um simples golpe, algo como um passe de mágica, todos desmanchar! Deslumbrante! Como eu costumo dizer: ainda vou ter um filho assim!!!!

Do ponto de vista acadêmico só posso tecer louvores pela oportunidade que me foi dada de conhecer este pensador que, a título de informação, todos os estudantes que desejem aprender a traçar uma metodologia de pesquisa devem ler! Não tenho uma obra específica para recomendar, pois como ele disse na nossa conversa: "precisamos captar a alma do autor, e não ficarmos à espera de uma frase pronta que nos diga como deve ser a metodologia". Para ele, a metodologia é, também um processo que se constrói durante o próprio processo. Mas, para que não digam que não faço pelo menos uma recomendação, aí vai:
MAGALHÃES, Justino. Tecendo Nexos: história das instituições educativas. Bragança Paulista/SP: Editora Universitária São Francisco, 2004. Recomendo este, pois é o que estou lendo para dar continuidade ao meu trabalho.

Ele é essa figura que aparece nesta foto na qual além de mim (de boné), também podemos ver uma professora do programa da UFPB:
Eu, Justino Magalhães e Dadá.

Bem estou de volta ao Cratinho de açucar. com as baterias um pouco mais carregadas para enfrentar as etapas finais da escrita da tese! Ainda bem que as férias estão próximas!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PROCURA-SE... SOLUÇÃO!

Hoje amanheci ressabiado!


A noite de ontem, entenda-se: as aulas do período noturno, deixaram-me com esse gosto amargo na boca, algo como chupar limão com sal!


O sono custou a chegar e o período dedicado a Morfeu agitado e curto: preciso, urgente, refletir! O motivo? Ei-lo:


A temática da aula: Ironia e Maiêutica em Sócrates. Assunto, aparentemente, fácil, mesmo para alunos de 1º Semestre do Curso de Pedagogia. Usei de todos os recursos de que disponho: NB (notebook), DS (Data Show), texto explicativo e uma dose bastante generosa de GG (gogó). Fui explicando o método socrático com o apoio de tudo isso, exemplificando, interagindo positivamente com a turma, a tal ponto que julguei estar sendo fácil e satisfatório o aprendizado.


De repente, a fatídica pergunta: "Entenderam?". Fez-se um silêncio estranho, daqueles que pega você desprevenido e machuca. Repeti a pergunta: "Entenderam?" Aqui e ali um "sim" meio tímido. Parti para o ataque: "Amiga, o que é mesmo a ironia em Sócrates?" - "Não, professor, pergunte a outra pessoa!" A minha base levou o primeiro abalo sísmico numa escala razoável. "Amigo, diga-me você o que era mesmo o mêtodo da maiêutica utilizado pelo nosso amigo Sócrates?" - Mesmo com a intimidade socrática, a resposta foi um "não sei" bem redondinho. Além do abalo sísmico, surgiu não sei de que direção, um violento tornado que me abalou de vez a estrutura. Perguntei, por fim, quem sabia o que era a ironia e a maiêutica para Sócrates e a resposta foi o mais profundo silêncio. Dasabei.


Fui de atônito a incrédulo num segundo. O filme que passou diante dos meus olhos foi um clássico do terror. Permaneci calado por um espaço de tempo que não acredito tenha sido longo, mas que me pareceu uma eternidade. Dei conta de mim me questionando: "O que eu estou fazendo aqui?!" - "Onde está o problema?" - "Quais as causas deste comportamento?" - "Qual a minha parcela de culpa nesta história?". Foram tantos os questionamentos que internamente me fiz que não consegui raciocinar legal por alguns instantes.


- "Ok! Alguém me quer fazer o favor de dizer o que está acontecendo?". Silêncio. Alguns olhares esquivos!
_"Gente, por favor, eu preciso saber o que está acontecendo para que medidas sejam tomadas e possamos continuar com o nosso aprendizado! Quem quer dizer alduma coisa?!". Silêncio! 

Bate um desespero! Baixo a cabeça sobre o peito, respiro fundo e saio do meu lugar, diante da turma colocada em semi-círculo e pergunto dirigindo-me a um aluno: "Tens alguma explicação?!" - Depois de ficar corado como um tomate maduro, responde-me: "Eu acho que é porque nós não estamos acostumados a falar. O professor lá na escola não nos deixava falar". Bate um alívio momentâneo! Explico que na universidade é preciso falar, questionar, interagir. Um balanço afirmativo de cabeça. Pergunto, desta vez a uma senhorita: "E você, que pode dizer desta situação?" - Sem me olhar, a cabeça enterrada nos peitos, disse: "Não sei... tenho dificuldade para entender". Questiono sobre o motivo dessa afirmação: "É tudo muito novo, muita palavra desconhecida, muita informação... não consigo acompanhar"! - Preocupo-me e falando com a turma de um  modo geral, questiono: "Vocês lembram do acerto que nós fizemos ao iniciarmos as nossas aulas, quando eu lhes disse que se não estivessem entendendo alguma coisa perguntassem, que eu teria o maior prazer em explicar de novo?" A resposta foi um sim bem sonoro. "Então, por que ficam com dúvidas, por que não perguntam, por que se calam?" Um breve silêncio, apenas quebrado porque insinuei que ia perguntar diretamente a alguém: "É que nós temos vergonha. Podemos parecer burros, para os nossos colegas". Não acreditei! Tentei contornar dizendo que não permitiria que alguém risse da pergunta do colega.


Voltei a explicar, com bastante calma, o que eram e como se diferenciavam a ironia e a maiêutica no método socrático. "Agora sim!", ouvi. Ótimo! "Então, apenas para fixarmos de vez esses dois conceitos, diga-me lá o que é a ironia? - "Não sei!". Morri!


"Quem quer explicar à colega o que é a ironia?". Silêncio. "Quem sabe dizer o que é a ironia?" Apenas uma mão se levantou, meio tímida, meio titubeante. "Diga lá, pode ser com as suas palavras, da forma como entendeu!" Depois de alguns segundos deu a sua explicação, relativamente satisfatória (o que naquele momento/situação já era um enorme lucro). - "Mas, professor! Ironia não é rir da cara do vizinho, fazê-lo de palhaço?". Foi um outro problema tentar fazer entender que as palavras não têm um só significado e que é preciso analisá-las dentro de diversos contextos.


A aula terminou! Veremos nos próximos encontros como a trama vai deserrolar-se. Quero acreditar que vai poder virar uma tragédia... Só espero que não seja uma tragicomédia! Seria triste!


Entretanto, continuo a dar nós no cérebro, em busca de uma solução para este caso um tanto escabroso.


Alguém tem uma solução pronta e empacotada?! Estará a resposta na letra da música do Rei RC: "De hoje em diante vou modificar o meu jeito de ser...".

Ah! Esta incerteza!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ANÚNCIO

Este feriado, foi produtivo, sob todos os aspectos. 


A prova disso é a mais nova criação que coloco à vossa apreciação: http://fotofatofugaz.blogspot.com/


Vou tentar mostrar um pouco de história (geral) através de fotos. Muitas delas (a maioria) são fotos que me foram enviadas por amigos e/ou encontradas na net e, por esse motivo, na maioria dos casos desconheço a autoria. Faço-lhe o registro para facilitar a vida daqueles que, por veze, precisam de um local onde localizar fotos históricas e não sabem onde encontrá-las. Aqui será um desses locais. 


Mostrarei, também, o meu ruim sentido fotográfico, principalmente pelos equipamentos que utilizo. Mas é um passatempo para mim. Não liguem para a qualidade: não é boa, mas não agride ninguém, pelo menos assim espero!


Desde já agradeço a visita!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O HOMEM... ESSE SER QUASE RACIONAL

Lavoisier, francês, famoso químico, cunhou a seguinte sentença: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". A partir dela, muitos homens têm proferido a frase: "Nada se cria, tudo se copia". Um de seus utilizidaores (dizem que criador!) foi Abelardo Barbosa, imortalizado na TV como "Chacrinha". Não vamos polemizar!

                                                      Antoine Lavoisier


Esta introdução serve para apresentar mais uma preocupação no ato de compreender o comportamento humano, aquele bichinho que se diz racional, dotado da idealização e da reflexão. Gostaria de iniciar esta reflexão com um questionamento: por que o homem (genêrico) se comporta como se ovelha fosse e, na maioria das situaçõe, parece incapaz de pensar por si só, passando a valer-se das ideias alheias, desprezando as suas (quando as tem!), isto é, sendo cópia dos outros?

Vejamos um exemplo: a vaidade! Estar na moda o que é senão um grupo cada vez maior de pessoas a utilizarem, por exemplo, o mesmo modelo/padrão de roupa? Lá vão as ovelhinhas, todas em rebanho, guiadas pelo pastor "Capital"!


Se olharmos para o lado da chamada "intelectualidade" chega a ser constrangedor perceber que as ideias principais das quais se apoderam os formandos dependem essencialmente da "moda" do momento, associada à orientação político-ideológica de quem tem a função de orientar os estudos. As ovelhinas continuam as mesmas, só que desta feita, guiadas pelo "Poder ideológico". Curiosamente, essa característica se faz mais acentuada numa das áreas que, aparentemente, deveria ser mais conservadora: a História.
  

Até que ponto se pode afirmar a racionalidade do homem? Acredito que, na maioria das vezes, seria preferível dizer a racionalidade de um determinado homem, a quem os franceses chamam de "maître à penser". Haveria que estabelecer aqui uma diferença entre o que seja um "maître à penser" e um "guia", por exemplo. "Maître à penser" é aquele em quem nos inspiramos para elaborar os nossos pensamentos, traçarmos o nosso rumo; um guia (espiritual, por exemplo) é aquele de quem devemos seguir os passos para se trilhar o melhor caminho! Há, portanto uma grande diferença: com um somos induzidos a agir reflexivamente, tendo como base aquele pensar; com o outro somos levados pela mão (e pela cabeça!) a trilhar o caminho que os outros traçam.

Com base nesse conhecimento daquele ser dito racional, outros seres mais racionais e por vezes menos excrupulosos se aproveitam para fazer valer a sua ideologia, independente de qualquer que ela seja. São bons exemplos disso as igrejas que surgem como "champignons" nas nossas cidades e vilas (não ouso chamar a isso de religiões, pois consigo desgarrar-me do rebanho que assim as reconhece).

Um segundo questionamento: até que ponto, o fato de não caminharmos junto com o rebanho nos torna a vida social menos atraente (aos olhos das próprias ovelhas)? E já agora, que dificuldades sentimos no convívio social por nele agirmos diferentemente?

São duas boas questões que, é claro, não podem ser esgotadas neste reduzido espaço, mas que nem por isso devem vicar por responder, mesmo que superficialmente. Para responder a primeira questão é preciso dizer que ao nos enquadrarmos nesse padrão estamos andando na contramão da "sociedade elitizada". Sim, porque a sociedade elitizada é, normalmente, a mentora do rebanho. É ela quem dita as normas de conduta, as maneiras de agir, o modos de ser e estar... enfim, quem dita a moda. Logo, se você não se enquadra nesse grupo deixa de ser um "sociável", vira bicho, o diferente, aquele que deve ser execrado do "nosso meio". A segunda, decorrente direta da primeira, pode ser respondida da seguinte forma: se você se sente bem consigo mesmo, logicamente não está nem aí para o que essa gente pensa; uma reação natural e própria de quem escapa do rebanho. Por outro lado, você vai sentir-se preterido e por isso reforçado na sua diferença e um pouco mais preparado para continuar a denunciar a alienação em forma de movimento social falido, mas airoso! Essas pessoas vivem da ostentação de falsas felicidades e boas vidas.
Por isso quero ser diferente. Ser eu mesmo, mesmo se para isso o mundo precisar parar de girar no sentido costumeiro: o diferente é o que se sobressai e não o rotineiro. Cansei de viver obscurecido sob a capa de ovelhinha!

E você?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

NUNCA DIGA: "DESTA ÁGUA NÃO BEBEREI"!

Chegará a sua vez...!


Três irmãs, de 86, 84 e 82 anos de idade, viviam juntas em uma casa.
 
Uma noite a de 86 começa a encher a banheira para tomar banho, põe um pé dentro da banheira, faz uma pausa e grita:
 
- Alguém sabe se eu estava entrando ou saindo da banheira?
A irmã de 84 responde: - Não sei! Já subo para ver!
 
Começa a subir a escada, faz uma pausa e grita: - Eu estava subindo ou descendo a escada?
 
A mais nova, que estava na cozinha tomando chá e escutando suas irmãs, move a cabeça e pensa:

"Na verdade, eu espero nunca ficar assim, tão esquecida".
Bate três vezes na madeira sobre a mesa e logo responde:
- Já vou ajudá-las, meninas! Só deixem ver quem está batendo na porta!!!
 
Apenas para controle pessoal: eu estou contando... ou, lendo esta piada idiota?

NOVIDADE NO "AR"

Vocês têm assistido a nova novela: "Não ENEM deixa de ser?"


Acredito que vá fazer o maior sucesso!


Acompanhem que vale a pena! É uma boa trama, tem elenco de 1ª linha e a locação é o Brasil por excelência!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

DO MAR À SERRA... E DESTA AO MAR!

Uma das dez praias mais bonitas do mundo está aqui, no meu, no seu, no nosso Ceará.


Palavras não são capazes de traduzir tudo que as imagens nos confessam!


Apreciem e agendem nas vossas próximas férias! Vale a pena!



Algo a mais que eu possa dizer?

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

DO MAR... OLHANDO O SERTÃO

Pois é... estou na beirinha da "grande lagoa" que separa a América do Sul da África, cheguei faz poucas horas e já estou com saudades do sertão, terra brava e bravia, seca e quente do sol e do calor humano que lá se encontra. Fico aqui a imaginar que tudo podia ser diferente se os homens assim quisessem! 


Mas eu adoro este pedaço chão por tantos desprezado.


Olha só o que temos de bom! Conheçam a pedra da "galinha choca" no "sertão torrado" do Ceará, na cidade de Quixadá, terra de Raquel de Queiroz:



Não é dar saudades?

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