quinta-feira, 28 de maio de 2009

UMA BOA NOTÍCIA?



O GOVERNO FEDERAL VAI ANUNCIAR HOJE (28/05), O INVESTIMENTO DE 1,9 BI NA EDUCAÇÃO, PARA FORMAR PROFESSORES.



É, precisamos levantar essa questão: Trata-se de uma boa notícia?

No site: http://download.uol.com.br/educacao/plano_nacional_de_formacao_de_professores_vagas.pdf podemos perceber que o governo federal vai investir pesado (financeiramente falando!) na formação de professores. E aí começam os questionamentos:

1 A década da educação ainda não acabou para o governo? Esta questão tem sentido se lembrarmos que desde Jontien (na Tailândia, 1990) que o Brasil procura uma década da educação. Se passadas quase duas ainda a não achou... estamos mal em muito aspectos.

2 É de triste lembrança o resultado que se obteve com a vontade manifestada pelo Estado Brasileiro (leia-se FHC) quando se desejou formar os professores em serviço... quem se deu bem nesse lance foi a UVA e toda uma sorte de faculdades (???) de fundo de quintal que se aproveitou do dinheiro do pobre para colocar o bloco da educação na rua (da amargura!). Desta vez, quem será o/a beneficiado/a?

3 Não acredito que o investimento apenas financeiro possa trazer melhorias à educação. É preciso algo mais... é preciso mostrar uma vontade maior que essa de garantir uns trocados a alguns: é urgente instaurar condições sociais alargadas que favoreçam toda a população, principalmente os menos favorecidos, de tal forma que possam manter seus filhos na escola. Apenas garantir-lhes a matrícula não é sinônimo de bons resultados educacionais finais.

4 Por fim, pelo menos por este momento em que recebo a notícia, assim, de chofre, vale questionar: a URCA está "agraciada" com um total de 810 vagas a serem oferecidas em 2010 (540 ) e 2011 (270) apenas para a Pedagogia. Estas vagas serão ofertadas em Iguatu (330) e em Santana do Cariri (480). Ora, se na atualidade estamos em "guerra" com a CDS por conta da enorme carência de professores e nos deparamos com a extrema relutância do governo estadual para fazer concurso público, questiono: como iremos dar conta de mais essas 810 vagas? Alguém tem a "varinha de condão" para obrar milagres? Ou vamos partir para uma imensa caça às bruxas para realizar a contratação de temporários? Sim, porque após o fim dessa "formação" não se pode assegurar trabalho para tantos professores que vão ser contratados? Ou haverá essa condição?

Não querendo ser pessimista e muito menos ave de agouro, levanto mais uns questionamentos: em que condições se deslocarão as pessoas (alunos e professores) até Santana, se não existe mais estrada que sirva aquela cidade (pelo menos neste momento)? Mais ainda, como fazer face às despesas que toda essa "mise en scêne" vai acarretar, se as universidades estaduais, estão morrendo à mingua, pois são obrigadas a viver de promessas de verem dobrado o valor de seu orçamento mensal?

A pergunta não quer calar: Será esta uma boa notícia?

Como diria meu amigo, que é cego: "A ver, vamos"!

sábado, 23 de maio de 2009

AS REFLEXÕES DE RÊ!



Não é todo o dia que se escutam reflexões tão honestas como as que faz a "minha amiga" Rê!

Talvez alguns de meus nobres leitores não tenha sido apresentado a Rê... só para lhes dar uma ideia, deixo a foto dela aqui ao lado.

Quem quiser ter acesso ao seu grande saber é só acessar o sita abaixo.



http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/multi/2009/05/20/04023070C0B12346.jhtm?metropolis--angelitos-re-bordosa-04023070C0B12346

Esse ANGELI... é o cara!

Boa reflexão!

CRISE E IDENTIDADE



Entrevistas

Crise e identidade

22/5/2009
Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – Durante quatro anos, 23 historiadores de dez instituições de pesquisa, além de grande número de bolsistas e colaboradores estrangeiros, dedicaram-se a investigar, sob múltiplas perspectivas, o processo que levou a América portuguesa a se transformar em um novo Estado e em uma nação com identidade própria.

A tarefa não é simples, tendo em vista a complexidade do contexto de crise de superação do antigo regime português na América, segundo o historiador István Jancsó, do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP), que coordena o Projeto Temático “Fundação do Estado e da nação brasileiros (1780-1850)”, apoiado pela FAPESP.

De acordo com Jancsó, os estudos colocaram em cheque uma série de mitos, como o de que a nação brasileira teria surgido, em um passe de mágica, a partir da ruptura com Portugal e da formalização de um novo Estado, legitimado por uma suposta identidade “brasileira” que teria existido entre os colonos nos séculos que antecederam a emancipação política.

A hipótese central da investigação, desenvolvida pelos pesquisadores com foco em inúmeros recortes historiográficos, é que “a idéia correntemente aceita de o Estado ser o demiurgo da nação não dá conta da complexidade do fenômeno que pretende sintetizar”, disse.

Para ele, o estudo do período mostra que o Estado brasileiro emerge em meio à coexistência, no interior do que fora antes a América portuguesa, “de múltiplos projetos políticos, cada qual sintetizando trajetórias coletivas que balizavam alternativas dessemelhantes de futuro”.

Os estudos, iniciados em 2004, tiveram base em pesquisas, análises e debates realizados pelo grupo de historiadores pelo menos desde 1994. Esses estudos tiveram uma primeira sistematização no artigo Peças de um mosaico (apontamentos para o estudo da emergência da identidade nacional brasileira), publicado por Jancsó e João Paulo Garrido Pimenta, em 2000.

O processo ganhou densidade a partir de um seminário internacional realizado em São Paulo em setembro de 2001, que gerou o livro Brasil: a formação do Estado e da nação (1780-1850), de Jancsó, publicado em 2003.
O Projeto Temático coordenado pelo professor gerou 22 livros, seminários, diversas teses e dissertações, além da revista Almanack Braziliense, que aglutina a contribuição à historiografia brasileira que é feita continuamente por estudiosos envolvidos com os estudos do tema.

Durante o desenvolvimento das pesquisas, os historiadores envolvidos no projeto propuseram uma plataforma analítica original: investigar o período com foco nas conexões entre os conceitos de “identidade” e “crise”. Leia a seguir trechos da entrevista concedida por Jancsó à Agência FAPESP:


Agência FAPESP – O Projeto Temático que o senhor coordena engloba uma ampla gama de estudos sobre a fundação do Brasil enquanto Estado e nação. Há um eixo central que perpassa toda essa produção acadêmica?
István Jancsó – Quando começamos a discutir essas questões, nos chamou a atenção a extrema atualidade do período histórico que abordamos. Dois eixos específicos, embora ninguém falasse disso na época, eram de uma atualidade até mesmo angustiante: a importância da questão da identidade nacional e a absoluta centralidade do conceito de crise. Esses foram dois grandes vetores dos estudos. Eu diria que a macroquestão é: como se dá, em um período fundamental da formação da nação brasileira, a reorganização da tessitura do todo e das partes.
Agência FAPESP – Por que o conceito de crise é considerado tão central?
Jancsó – Estamos tratando da crise do Antigo Regime como processo geral e, no interior dele, da crise do antigo sistema colonial, que representa uma de suas dimensões constitutivas. É uma crise una e múltipla ao mesmo tempo. Não partimos uma idéia paradigmática daquela crise. A estratégia de investigação histórica partiu da hipótese de que se poderia chegar a isso por meio do estudo de suas múltiplas manifestações. Um dos aspectos que tornam o conceito de crise fecundo nesse estudo é o aspecto da indeterminação que está presente em qualquer crise. Os historiadores sabem que estão lidando com processos vividos por pessoas que não sabiam o que iria acontecer. Então, aquela gente que vivia na América portuguesa entre 1810 e 1820 sabia que a monarquia portuguesa, o Estado dentro do qual eles viviam, já não funcionava tão bem quanto antes. Por isso o conceito de crise é um poderoso instrumento de análise.
Agência FAPESP – Quando se pode dizer que um sistema está em crise?
Jancsó – É simples: quando aquilo que funcionava deixa de funcionar, quando as soluções tradicionais perdem eficácia. Hoje as pessoas leem menos jornal do que há dez anos. Isso significa que podemos pensar em algo como uma crise de um certo tipo de comunicação. Vale dizer que vivemos um processo de reformulação dos padrões de acesso à informação, ou que algumas soluções tradicionais estão sendo postas em questão. E ainda não sabemos qual vai ser o novo sistema, porque isso ainda está sendo elaborado.
Agência FAPESP – Por isso o período histórico em questão é tão atual? Estamos em um momento de crise e indefinição?
Jancsó – Sim e não se trata apenas de uma crise da comunicação. A crise perpassa as relações familiares, as relações políticas, as tecnologias de produção e assim por diante. É algo sistêmico, mas cada um só enxerga o seu particular e esquece que tudo isso é parte de um sistema no qual cada fenômeno particular é parte do movimento da totalidade.
Agência FAPESP – As reações às crises seguem algum padrão específico que permita compará-las em diferentes contextos e períodos?
Jancsó – Em toda situação de crise existem três reações básicas que são bastante generalizadas. A primeira delas é a resposta reacionária: “isso está atrapalhando minha vida e quero que volte a ser como antes”. Uma segunda reação é a perspectiva revolucionária: “as coisas não estão funcionando porque os sistemas estão caducos, temos que eliminar tudo o que existia antes e refazer tudo do começo”. A terceira é uma posição intermediária que se caracteriza pela tentativa de ajustar o movimento a algum equilíbrio, por mais precário que seja. Porque os homens – mesmo os que fazem uma revolução – pensam sempre em função da criação de alguma ordem na vida social.
Agência FAPESP – Naquele contexto de crise, como se comportavam os habitantes da América portuguesa em relação à identidade nacional?
Jancsó – Quando nos perguntamos como a América portuguesa virou Brasil, no fundo estamos perguntando como aquela gente que dizia “sou português da América” de repente passa a dizer “sou brasileiro”? E como aquele que diz “sou português da América, de São Paulo – portanto, sou paulista, uma maneira de ser português” passa a dizer “sou brasileiro de São Paulo, portanto sou um paulista”? Em 1810 tudo isso se passava ao mesmo tempo. Estava tudo em aberto, o que é uma característica da crise. Naquele contexto de indeterminações, havia uma multiplicidade de projetos políticos. Cada um se referia a alguma realidade que, no contexto da crise do Antigo Regime, trazia em si potencialidades de tipo nacional.
Agência FAPESP – Mas até o fim desse período crítico não se podia falar em nacionalidade brasileira?
Jancsó – Vejamos, por exemplo, o que ocorreu na época da revolução liberal em Portugal, em 1820, quando os portugueses resolveram superar o absolutismo. Chamaram os deputados luso-americanos para participar da regeneração da nação portuguesa. Logo ficou claro que os interesses eram demasiadamente diferentes para permitir que se chegasse a um acordo e alguns dos brasileiros fugiram para a Inglaterra para não assinar a Constituição, que consideravam contrária aos interesses do Brasil. Fizeram um manifesto à nação – à nação portuguesa, porque eles eram portugueses da América tratando da Constituição da nação portuguesa. Então, dizer que existia uma nação brasileira é muito complicado.
Agência FAPESP – A independência teve então sentidos diversos para os diferentes atores?
Jancsó – É curioso que muitos portugueses ainda hoje juram que a independência foi coisa de gente reacionária que não queria o liberalismo em avanço. Para eles, os que trabalharam pela ruptura eram algo como a “direita” absolutista. A independência brasileira foi um ato entendido por muitos portugueses como contrarrevolução: um ato contra os que queriam o fim do absolutismo.
Agência FAPESP – Dentro do Brasil o processo de formação da nação também era encarado de formas diferentes nas várias regiões, adquirindo sentidos diferentes?
Jancsó – A professora Wilma Peres Costa [da Universidade Federal de São Paulo, uma das principais pesquisadoras do Projeto Temático coordenado por Jancsó] está trabalhando com a questão da fiscalidade e da circulação de recursos públicos durante o período de formação do Estado. Os estudos estão mostrando que o sistema vigente durante a era colonial entrou em colapso com a vinda da Família Real (1808), porque antes cada capitania estava ligada ao erário régio em Lisboa e a partir dali criou-se um erário régio no Rio de Janeiro. Como dizer aos pernambucanos que, em vez de mandar os recursos para Lisboa, deviam mandar para o Rio de Janeiro? Ora, ninguém questionou o envio de dinheiro brasileiro para reconstruir Lisboa na metade do século 18. Mas os habitantes do Recife não se conformavam em ter que pagar para transformar o Rio de Janeiro em uma cidade melhor do que a deles.
Agência FAPESP – Qual foi a consequência de descartar a ideia de que o surgimento da nação brasileira foi resultado da criação do Estado?
Jancsó – O conjunto das análises implodiu a matriz de uma certa historiografia nacional ao recusar que a nação surgiu de repente como um pedaço inteiriço que se descola de uma metrópole.Essa idéia foi substituída por outra, com o processo tomando a feição de um caleidoscópio cujos movimentos passam a configurar um novo mosaico. Pensando assim, temos a possibilidade de romper as fronteiras do universo luso-americano e pensar a construção das nações ibero americanas no plano dos dois impérios – Espanha e América espanhola e Portugal e América portuguesa. Confrontamos assim outro mito da historiografia, que afiram que o processo aqui foi o oposto do que ocorreu na América espanhola.
Agência FAPESP – O processo de ruptura teve semelhanças?
Jancsó – Há uma sincronia surpreendente do movimento das partes deste mosaico. Os bolivarianos observavam o que acontecia em Pernambuco, enquanto os portugueses acompanhavam o que ocorria na Venezuela e assim por diante. Pela circulação de pessoas e narrativas, havia uma sincronia. O movimento do todo se dava na passagem dos restos de um capitalismo de eixo mercantil para aquilo que é engendrado pelo capitalismo industrial. Faz parte disso também a passagem de um colonialismo de recorte antigo para o que depois viria a ser chamado imperialismo. Os impérios coloniais na crise do Antigo Regime se esfacelaram sincronicamente. Algumas questões, como o destino do tráfico de escravos, perpassam todos esses processos.
Agência FAPESP – E quanto à noção de que a ruptura da América espanhola foi mais violenta?
Jancsó – Criaram-se mitos como o do caráter pacífico da transição no Brasil, mas as pessoas esquecem que correu muito sangue por conta da dificuldade em superar as estruturas antigas. Na década de 1830, na Cabanagem, um percentual muito relevante da população da Amazônia foi chacinada – alguns chegam a falar em 30%. Isso é guerra civil. A Balaiada, no Maranhão, também foi uma guerra civil. A Farroupilha matou menos gente, mas foi duradoura. O que salta à vista: são todos movimentos de periferia. Não se trata de contestação no centro. Esses movimentos revelam a importância da tensão interna dos sistemas estatal e nacional resultantes da independência.
Agência FAPESP – O fato de o Brasil ter mantido o território íntegro, ao contrário do que ocorreu na América espanhola, é ainda algo difícil de explicar?
Jancsó – Permanece sendo uma boa pergunta. Mas as duas monarquias traziam, desde suas origens, algumas diferenças de fundo. Havia diferenças entre seus modelos de ordenamento interno, transferido para a montagem dos respectivos sistemas coloniais. A América espanhola, desde a origem, foi constituída por unidades administrativas à semelhança de reinos europeus – os vice-reinos da Nova Espanha, da Nova Granada, e assim por diante, cada um com seu centro de gravidade articulando os interiores. Em torno desses centros de poder, durante 250 anos, os homens iam e voltavam para buscar privilégios, pagar impostos, conseguir cargos, honrarias e títulos. De lá se mandava coisa para a Espanha. Isso consolidava determinados ritos, solidariedades e características próprias. Quando o sistema imperial entra em colapso, essa gente busca preservar a ordem que conhecia: a ordem local com seu centro e suas hierarquias.
Agência FAPESP – E no Brasil?
Jancsó – No Brasil isso não aconteceu porque a monarquia portuguesa que colonizou o país era uma monarquia precocemente unificada – existia correspondência entre Estado e nação portuguesa anterior à expansão colonial. Na Espanha não era assim – o rei da Espanha era rei de Aragão, de Castela e assim por diante. Era uma monarquia compósita que serviu de modelo para um império colonial de diversidade. No caso de Portugal, tudo convergia para Lisboa. Esse fundamento nacional do antigo regime serviu de modelo para o Brasil.
Agência FAPESP – Que impacto o Projeto Temático terá na produção historiográfica no Brasil?
Jancsó – Estamos felizes com a recepção do nosso esforço. Essa idéia de processo nos levou a fazer a revista Almanack Braziliense – um fórum permanente de interlocução. Planejamos ainda produzir três livros: um focado na variável “Estado”, outro na variável “identidade”, e um produto originalmente não previsto no temático: uma linha de investigação sobre a dimensão política do escravismo. O interesse por essa relação entre escravismo e Estado e poder, isto é, o escravismo como política de estado, nasceu dentro do projeto temático. Fizemos o seminário e esse livro está pronto para ser editado. Continuaremos publicando. A produção de conhecimento histórico é bastante diferente do que se dá em outras áreas, especialmente em exatas, nas quais um avanço pode obsoletizar soluções prévias. No nosso caso, o avanço não se dá por saltos, mas por simultânea sedimentação e enriquecimento d do conhecimento do passado. Vale dizer: ele é permanente. O nosso objetivo é a construção novos patamares de formulação de questões pertinentes. E eliminar fantasmas.

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/10532/crise-e-identidade.htm


Profª. Daniella Suassuna.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A PROPÓSITO DE APROXIMAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA


LEIA TRECHO DA ENTREVISTA DE FERNANDO NOVAIS NO LIVRO APROXIMAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA.


Até porque ele é filósofo, economista, sociólogo e historiador...


O Marx é acima de tudo filósofo, a meu ver. Ele é filósofo e historiador, mas nunca chegou a escrever História propriamente, por isso o materialismo histórico é extremamente difícil. Não é por acaso que, com a crise do marxismo, os grupos de resistência são dois: os filósofos e os historiadores. Perry Anderson, no livro A crise da crise do marxismo, diz que os principais filósofos marxistas eram franceses e que os principais historiadores marxistas são ingleses. Segundo ele, como a crise do marxismo se manifestou com maior força no campo da Filosofia, o pensamento marxista vai ser forte daqui por diante na Inglaterra. Esta é uma bela idéia.

A integra está em:
http://www.cosacnaify.com.br/noticias/entrevista_novais.asp

Vale a pena fazer uma leitura. Acredito que seja de interesse de marxistas e não-marxistas. Se você é historiador certamente gostará do que vai ler.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.




Foi finalmente colocada no ar a BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.

Para ter acesso vá aqui: http://www.wdl.org./pt/

Acredito que muito brevemente esta será uma das mais importantes ferramentas de pesquisa a que teremos livre acesso. O tempo nos dirá!!

Vá até lá e... boa leitura!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

BEATLES 4EVER!



PARA MATAR AS SAUDADES!

Basta clicar nos títulos...

Vídeos organizados dos Beatles, todas as músicas com as respectivas letras.


A Day in the Life
A Hard Day's Night
A Taste of Honey
Across The Universe
Act Naturally
All I've got to Do
All My Loving
All Together Now
All You Need Is Love
And I Love Her
And Your Bird Can Sing
Anna (Go To Him)
Another Girl
Any Time At All
Ask Me Why
Baby It's You
Baby You're A Rich Man
Baby's in Black
Back In The USSR
Bad Boy
Because
Being for the Benefit of Mr. Kite!
Birthday
Blackbird
Blue Jay Way
Boys
Can't Buy Me Love
Carry That Weight
Chains
Come Together
Cry Baby Cry
Day Tripper
Dear Prudence
Devil In Her Heart
Dig A Pony
Dig It
Dizzy Miss Lizzie
Do You Want to Know a Secret
Doctor Robert
Don't Bother Me
Don't Let Me Down
Don't Pass Me By
Drive My Car
Eight Days a Week
Eleanor Rigby
Every Little Thing
Everybody's Got Something to Hide Except For Me and My Monkey
Everybody's Trying to be My Baby
Fixing a Hole
Flying (instrumental)
For No One
For You Blue
Free As A Bird
From Me To You
Get Back
Getting Better
Girl
Glass Onion
Golden Slumbers
Good Day Sunshine
Good Morning, Good Morning
Good Night
Got To Get You Into My Life
Happiness is a Warm Gun
Hello, Goodbye
Help
Helter Skelter
Her Majesty
Here Comes The Sun
Here, There And Everywhere
Hey Bulldog
Hey Jude
Hold Me Tight
Honey Don't
Honey Pie
I Am the Walrus
I Call Your Name
I Don't Want to Spoil the Party
I Feel Fine
I Me Mine
I Need You
I Saw Her Standing There
I Should Have Known Better
I Wanna Be Your Man
I Want To Hold Your Hand
I Want To Tell You
I Want You (She's So Heavy)
I Will
I'll Be Back
I'll Cry Instead
I'll Follow the Sun
I'll Get You
I'm a Loser
I'm Down
I'm Just Happy to Dance with You
I'm Looking Through You
I'm Only Sleeping
I'm so tired
I've Got A Feeling
I've Just Seen a Face
If I Fell
If I Needed Someone
In My Life
It Won't Be Long
It's All Too Much
It's Only Love
Julia
Kansas City/Hey, Hey, Hey, Hey
Komm Gib Mir Deine Hand
Lady Madonna
Let it Be
Little Child
Long Tall Sally
Long, Long, Long
Love Me Do
Love You To
Lovely Rita
Lucy in the Sky with Diamonds
Maggie Mae
Magical Mystery Tour
Martha My Dear
Matchbox
Maxwell's Silver Hammer
Mean Mr. Mustard
Michelle
Misery
Money (That's What I Want)
Mother Nature's Son
Mr. Moonlight
No Reply
Norwegian Wood
Not a Second Time
Nowhere Man
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Octopus's Garden
Oh! Darling
Old Brown Shoe
One After 909
Only A Northern Song
P.S. I Love You
Paperback Writer
Penny Lane
Piggies
Please Mister Postman
Please Please Me
Polythene Pam
Rain
Real Love
Revolution 1
Revolution 9
Rock and Roll Music
Rocky Raccoon
Roll Over Beethoven
Run For Your Life
Savoy Truffle
Sexy Sadie
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)
She Came In Through The Bathroom Window
She Loves You
She Said, She Said
She's A Woman
She's Leaving Home
Sie Liebt Dich
Slow Down
Something
Strawberry Fields Forever
Sun King
Taxman
Tell Me What You See
Tell Me Why
Thank You Girl
The Ballad of John And Yoko
The Continuing Story of Bungalow Bill
The End
The Fool On The Hill
The Inner Light
The Long And Winding Road
The Night Before
The Word
There's A Place
Things We Said Today
Think For Yourself
This Boy
Ticket to Ride
Till There was You
Tomorrow Never Knows
Twist and Shout
Two of Us
Wait
We Can Work It Out
What Goes On
What You're Doing
When I Get Home
When I'm Sixty-Four
While My Guitar Gently Weeps
Why don't we do it in the road
Wild Honey Pie
With a Little Help From My Friends
Within You Without You
Words of Love
Yellow Submarine
Yer Blues
Yes It Is
Yesterday
You Can't Do That
You Know My Name
You Like Me Too Much
You Never Give Me Your Money
You Really Got a Hold on Me
You Won't See Me
You're Going to Lose That Girl
You've Got to Hide Your Love Away
Your Mother Should Know

The Beatles video from Albums:

Please Please Me
With The Beatles
A Hard Day's Night
Beatles For Sale
Help!
Rubber Soul
Revolver
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Magical Mystery Tour
The Beatles - White Album
Yellow Submarine
Abbey Road
Let It Be
Past Masters Volume 1
Past Masters Volume 2

CUIDADO COM O QUE VOCÊ BEBE!




(Com a prestimosa colaboração de minha amiga Jane/RS)

COCA-COLA ZERO PROIBIDA nos Estados Unidos

Recebemos esta mensagem do Dr. Edgardo Derman, médico em San Juan , Argentina, a respeito de sua pesquisa sobre o refrigerante Coca-Cola Zero.

Para não incorrermos em divulgar notícia infundada, pesquisamos o site do Federal Drugs Administration, o mais respeitado órgão de controle de drogas e alimentos daquele país, cujas publicações merecem o crédito de toda a comunidade científica internacional.

Como se trata de saúde do consumidor, traduzimos a mensagem que vai publicada na íntegra como nos chegou:

"Faço minha contribuição a este interessantíssimo artigo:

Na década de setenta apareceu uma bebida que foi muito popular em seu momento.

A casualidade é que a mesma era produzida também pela Coca Cola e se chamava TAB, obtendo grande êxito já que era dietética.

Nesta época, meu irmão, um engenheiro químico, estava fazendo uma Pós-Graduação na Espanha em Produtos Alimentícios e nos chamou atenção para não consumirmos esta bebida pois a mesma continha “Ciclamato”, um agente químico que reconhecidamente fazia mal à saúde.

DESDE ESSA ÉPOCA SE SABE QUE NÃO SE PODE USAR O CICLAMATO PARA CONSUMO HUMANO.

O Ciclamato, a pesar dos alertas, continuou a ser usado em muitos produtos dietéticos, notadamente nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos.

Quando forem a um supermercado ou mercearia basta conferir os ingredientes para ver se apresenta esta nociva substância nas composições destes produtos.

Agora prestem atenção:

Porque a Coca-Cola Zero, que contém Ciclamato, foi proibida nos Estados Unidos?

Conheça as razões deste porquê.


E mais uma questão:

O que se passa na América Latina, onde este produto ainda não foi retirado do mercado?

Fiquem de olho nesta bebida, afinal, o que você sabe da Coca-Cola Zero?


Depois de uma massiva propaganda do novo produto Coca-Cola Zero, começaram a aparecer na comunidade científica, artigos médicos sobre os malefícios do Ciclamato.

De outra forma, os consumidores começaram a questionar porque a Coca-Cola lançava um produto que viria concorrer com outro produto seu da mesma linhagem, a Coca-Cola Light.

Afinal, as duas não prometiam a inexistência de açúcar em suas composições?

Se ambas não contém açúcar, o que as diferenciava?
As respostas para estas questões estão a mostra num atento exame dos componentes de tais refrigerantes:

A Coca Cola LIGHT possui:


Acesulfame K (16mg/%) y Aspartame (24mg/%),

num total de 40mg/100ml de bebida, de edulcorantes.

Já a Coca Cola ZERO tem em sua formulação Ciclamato de Sódio (27mg%), Acesulfame K (15mg%) e Aspartame (12 mg%), tornando-a mais doce que a outra - um total 54mg/100ml de bebida).

Tendo em conta que o edulcorante «Ciclamato de Sódio»

está terminantemente proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) - (Organismo máximo de controle de alimentos e drogas dos EEUU da América) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/Kg do Aspartame, vem a pergunta:


Que Coca-Cola você passará a tomar?

Nota da Redação:

Parece fácil a resposta, ainda mais considerando-se que o Ciclamato de Sódio é cancerígeno, não?

Entretanto, o que se vê é um contínuo incremento no consumo da Coca Zero em contraste a um decréscimo no consumo da Light.

Especialmente nos países em que a Coca Zero não foi ainda tirada do mercado.

O que faz isto?

A massificação da propaganda da Coca Zero, contra praticamente nenhuma da Coca Light.

Assim, somos induzido a ingerir um produto que, proibido em outros centros por conter um agente cancerígeno, ainda está a disposição em nossos mercados.


ANEXOS

Como é meu costume investigar pela Internet – não creio em verdades absolutas – entrei no site do FDA e… SURPRESA!!!

Lá, encontrei uma lista de aditivos e alimentos considerados seguros para a saúde humana, chamada, Generally Recognized as Safe (GRAS).

Pois bem!

Efetivamente o Ciclamato de Sódio aparece nesta lista com uma observação em inglês:
Sodium cyclamate - NNS , ILL - Removed from GRAS - list 10-21-69 - 189.

Ou seja, o Ciclamato de Sódio foi retirado da lista de aditivos e alimentos seguros.
Confira em http://www.cfsan.fda.gov/~dms/opa-appa.html


Continuei minha busca e encontrei através do site do FDA um “link” para uma outra lista com a sigla EAFUS (Everything Added to Food in the United States).

Traduzindo:

Todos os Aditivos de alimentos nos Estados Unidos.

Lá, está claramente a proibição ao Ciclamato de Sódio: SODIUM CYCLAMATE-PROHIBITED.

Quer a fonte?

Consulte: http://www.cfsan.fda.gov/~dms/eafus.html



Finalmente, deparei-me com outra lista de substâncias proibidas em alimentos para consumo humano.

E lá estava:

PART 189--SUBSTANCES PROHIBITED FROM USE IN HUMAN FOOD.

189.135 Cyclamate and its derivatives.

Fonte: http://www.access.gpo.gov/nara/cfr/waisidx_03/21cfr189_03.html


Alguma dúvida?
Bem, foi esta a mensagem que me chegou por e-mail.
Agora meus comentários:

A Pessoa que me enviou a mensagem perguntava-me:
porque a Coca-Cola Zero é vendida nos Estados Unidos se a FDA proibiu o uso de Ciclamato de Sódio para consumo humano?

A resposta é simples;

A COCA COLA ZERO vendida nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na mayoría dos países europeus NÃO CONTÉM Ciclamato de Sódio.

Isto só acontece nos países pobres ou subdesenvolvidos como os da Europa Oriental e América Latina.
Quando no ano passado se tirou do mercado a Coca-Cola Zero no México criou-se uma grande polêmica porque ela continha Ciclamato e tiveram que trocá-la.

A Coca Cola nunca aceitou dizer que ela havia sido tirada do mercado por causa do Ciclamato.

Ao invés disto disse que a mesma foi retirada do mercado para “melhorar seu sabor”.

É frustrante e indigno o que estes países fazem com os países do dito 3º. Mundo.

Não lhes interessa a saúde do consumidor
(que em sua ignorância crêem estar usando produtos dietétios seguros).

Interessa-lhes, apenas, o lucro, o dinheiro.

Por incrível que pareça, em minhas investigações a COCA COLA ZERO que se vende na Espanha também possui esta coisa, o Ciclamato.

Porém, está cada vez mais rara sua venda.

A que vendem na Alemanha também contém esta droga.

POR FAVOR CONTRIBUYAMOS CON UNA CAUSA JUSTA, REENVÍA ESTE MENSAJE A TODO EL QUE PUEDAS PARA QUE SE SEPA QUÉ CLASE DE VENENO SE ESTÁ VENDIENDO EN CADA UNA DE LAS TIENDAS DEL PAIS"

Dr. Edgardo Derman MAAC


LU3PCJ - San Juan - ARGENTINA

MAIS FONTES DE CONSULTA:
http://www.virtualvender.coca-cola.com/ft/index.jsp
http://www.cocacolabrasil.com.br/

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