segunda-feira, 30 de abril de 2012

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sábado, 28 de abril de 2012

SEREMOS OS PALHAÇOS DA EDUCAÇÃO?

A questão salarial da classe dos educadores, no Brasil, está virando comédia. Mas é uma comédia daquelas sem a menor graça que exigem da "plateia" uma participação efetiva. Enquanto os educadores permanecerem na condição de meros espectadores, a elite prosaica os ludibriará com atitudes desrespeitosas à inteligência deles.

Alguém precisa tomar a fera pelos chifres, pois enquanto tentarem pegá-la pelo rabo serão levados a reboque, tamanha é a força da besta. É preciso torcer-lhe o pescoço, domá-la. A pergunta a fazer, entretanto, é esta: Quem é destemido o suficiente para enfrentar a fera? 

Vejamos as alternativas:

1 - O legislativo determina que TODOS os estados da União devem pagar o piso salarial - Mas, como bons brasileiros que são, os governadores se posicionam contra a LEI MAIOR (pois estão cientes da impunidade) e fazem ouvidos de mercador, chegando ao ponto de enfrentar a hierquia de forma acintosa. Então, desses, infelizmente, não podemos esperar que ordens absurdas como as de mandar a polícia bater em professor como se bandidos fossem. Daqui, do legislativo, não podemos esperar muito, pois não sabem mais o que fazer.

2 - O Ministério da Educação, instância que os acima citados diziam que respeitariam, está sem poder (foi-lhe tirado pelos poderosos estaduais) e limita-se a afirmar que: "Sou contra o reajuste do piso somente pelo INPC”. Palavras de Mercadante. Na mesma notícia, veiculada AQUI, pode ler-se mais uma "máxima" do Sr. Ministro quando diz que "está dialogando com as entidades da área educacional para ajudar na busca de uma nova fórmula para o reajuste dos vencimentos dos docentes". Chega de diálogos, principalmente de monólogos de surdos! Precisamos de AÇÃO, JÀ!

3 -  Os sindicatos, entidades falidas na atualidade, não conseguem mais arregimentar os seus filiados para a prática de ações reivindicativas, deixam-nos órfãos e à mercê das garras afiadas dos homens de negócios da educação. Destes, só poderemos esperar, quiçá,mais uma taxa sindical a pagar.

Resumo da ópera: Se nem "Chapolin Colorado" nos conseguem ajudar, o que nos resta fazer? 
Baixar os braços, jamais!
Ceder, depois de tantas lutas e algumas vitórias, é retroceder, voltar à posição anterior, desfavorável a todos nós.
Permanecer estáticos, enquanto quem tem o poder de decidir, vai zombando de nossas caras... teremos tendência para palhaços?

Então, só nos resta tomar o nosso destino nas mãos e mostrar ao que viemos. Teremos capacidade para isso? Teremos coragem de enfrentar a fera? Teremos força suficiente para aguentar o repuxo pelo tempo necessário. Eles, os que decidem, acreditam que somos uns fracotes e não suportaremos mais que uns dias. Precisamos mobilizar a sociedade para que se coloque ao nosso lado. E assim, quem sabe, enquanto professores possamos ministrar a nossa melhor aula: Uma aula prática de cidadania, de democracia. Caso o não façamos, não passaremos de simples repassadores da ideologia dominante que nos é contrária e não quer reconhecer aquele que tem a incumbência de preparar a todos para a vida futura.

Fica a dica.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

JÁ QUE É SEXTA-FEIRA

Mais uma sexta-feira. Outra igual a tantas que já passaram e a infinitas que estão por vir. Só nós, seres humanos, temos a faculdade mental de transformar o transcurso de nossos dias. Muitas dessas transformações dependem do nosso estado de alma. 

Para a sua reflexão diária, num dia que já anuncia o fim de semana, deixo este link. Só espero que a agilidade de uns possa garantir a paz de todos na alegria.

Segurem o fôlego, por favor!

sábado, 21 de abril de 2012

UM ANO DEPOIS - RELEITURAS

Há pouco mais de um ano escrevia um texto reflexivo e, ao mesmo tempo, expressão de um terrível sentimento de decepção com a educação. Hoje gostaria de refazer o mesmo percurso com as mesmas ou outras educadoras para sentir a evolução que elas tiveram ao longo desse período. Acredito que vou solicitar à Coordenação do Programa uma autorização para aplicar um pequeno e breve exercício como forma de avaliar o progresso das alunas e os resultados que o programa vem obtendo.

Assim que tiver resultados prometo que publicarei aqui, pois continuo extremamente insatisfeito com os rumos da nossa educação.

Vejam o texto que escrevi no dia 13/03/2011, (com algumas correções necessárias e pertinentes) neste endereço


ONDE IREMOS PARAR

Nem todo mundo gosta, mas ontem, sábado, para mim foi um dia bastante produtivo, logo, de trabalho. Pratiquei, entre outras ações, o meu direito de me indignar com "as coisas" da nossa educação.

Encerrei mais uma disciplina numa turma de "formação de professores", não de professores quaisquer... são professores de Educação Infantil (a esmagadora maioria, pois alguns já lecionam no fundamental). Resumo da ópera: foi um trabalho realizado com quem está encarregado de formar "a base", "o alicerce", "os pilares" sobre os quais se erigirá a educação de centenas, milhares, milhões de crianças, jovens e adolescentes que mais tarde, por força da natureza, se tornarão adultos.

Sim, mas o que isso tem de tão especial? Pouca coisa, ou quase nada! Apena que constatei que a regra vira exceção e que o que deveria ser a exceção vira a "via de regra": esses professores têm um nível de conhecimento bastante sofrível (numa tentativa de ser gentil com a qualificação!). Essa é a exceção que há muito virou regra, - quem ensina pouco sabe - mas algo mais me chamou a atenção e me fez, inicialmente, refletir, e, depois, entender o porquê de tantas dificuldades que os alunos da universidade têm em compreender e produzir algo mais elaborado. 

No momento de avaliar a aquisição de conhecimentos, solicitei inicialmente que, em grupos, lessem um pequeno texto - algo como uma página e meia - e depois socializassem com os companheiros (cada grupo tinha um texto/reflexão diferente dos demais). O tsunami  que se abateu sobre o Japão não produziu efeito tão devastador: uma verdadeira razia! Poucas alunas/professoras (eram todas mulheres, não havia uma única presença masculina na sala além da minha) conseguiram expor de forma minimamente clara a ideia do autor (dificuldades de leitura e de compreensão do texto escrito). Nota-se, entre elas (alunas) uma vergonha exacerbada de falar diante das restantes alunas (medo de se exporem a um possível ridículo, imagino, ou de demonstrarem a falta de conhecimento!). Tal postura permite interpretações diversas, muitas delas pouco abonadoras da qualidade dos profissionais da educação. 

Num segundo momento, tentando perceber o estágio em que se encontram no quesito "escrita", sugeri que produzissem um pequeno texto em que abordassem algum problema que atinge atualmente a educação e que elas percebessem. Creio que o efeito do terremoto que acompanhou/antecedeu o tsunami lá do Japão perdeu feio. Mas assim mesmo foi possível tirar algumas conclusões:

1 - Como é difícil passar para o papel a ideia (quantas vezes brilhante) que se tem na cabeça - falta de hábito;
2 - Até a cópia vira um martírio - dificuldade de escrita;
3 - É perceptível, no rosto de cada uma, a dor que provoca um pedido de trabalho dessa natureza - medo da avaliação
4 - Não aceitam que se façam correções, pois "para mim está certo e é assim, pronto" - pensam-se donas do saber.

Mas, o que me chamou mais a atenção foi o assunto que mais foi "tratado" pelas 35 alunas: "A leitura e a escrita no processo de ensino-aprendizagem". Maravilha! Entusiasmei-me ao perceber que tanta gente estava interessada em discutir algo que, realmente, deve ser olhado com todo o carinho. Mas claro, esse entusiasmo era relativo, pois já havia percebido como a leitura é "tratada" entre elas. A minha leitura das produções não me desiludiu, ou melhor, confirmou aquilo que eu já antecipava: "A leitura do mundo antecede a leitura da palavra" - afirmam quase em uníssono. Mas... qual é a leitura e de que mundo elas estão falando? Não é, certamente, aquela e aquele de Paulo Freire. É a leitura de um mundo limitado pela alienação global (BBB, Fautão, Novela das...). Todas falaram de uma leitura necessária para garantir uma melhor sobrevivência, mas não relacionam a leitura a uma postura mais crítica diante da condição social que lhe é imposta e à qual se submetem como cordeirinhos enfeitiçados para irem para o abatedouro. Não conseguiram estabelecer uma relação entre o assunto escolhido (sempre algo muito próximo do indicado aí acima) e os elementos, ou categorias de análise que ali apresentam. A leitura tomou todo o espaço reservado à reflexão que resta em suas cabecinhas depois desta ser quase totalmente preenchida por um  monte de problemas pessoais, por assuntos alheios ao que se trata em sala de aula, pelo celular que não para de tocar etc. etc. A grande esquecida neste processo todo foi a escrita. Embora todas (quase todas) a tenham apontado no assunto que iam abordar, nenhuma, vocês entenderam bem, nenhuma tocou nesse assunto, de longe sequer. Por quê? Quantos fantasmas trará para suas experiências esse fenômeno de passar para um portador de texto as ideias que lhe povoam a cabecinha? Qual a razão dessa dificuldade? E como se chega a essa posição de professor com tamanhas dificuldades em dois dos principais quesitos da nossa atividade: ler e escrever? Que alunos esperar desses professores? Que sociedade esperar ao girar da roda do tempo quando a educação está nesse patamar?

Mas compreendi muito mais e sem querer quase me torno partícipe de um processo que abomino: o "faz de conta que estamos formando professores". Tenho as minhas razões para fazer as afirmações que aqui deixo registradas. Por exemplo: o curso não é especificamente destinado a formar os professores desse nível de ensino (E. I.). Aliás, não conheço um único curso que seja destinado a formar profissionais (professores) para a educação infantil... conheço muito curso que, se forma, forma de modo generalista, como a fazer valer a aquela regrinha que diz que "quem pode o mais, pode o menos"... será? Queria ver muitos de nossos "formadores de professores" a lidar com uma sala de educação infantil! Morriam! Simplesmente, morriam! Ficam-me os questionamentos: a formação de professores é para ser do tipo: "Façam o que eu digo, não façam o que eu faço"? Como é que eu formo alguém para fazer coisas que eu mesmo não sei fazer? Que formação é esta que me ensina qual era o pensar de Marx, Durkheim, Weber e outros tais que Pavlov, Rogers, Freud etc., mas não me diz como devo ensinar à criança o ato de ler e de escrever, de se comportar em sociedade, na família ou até mesmo na escola? Que fé posso colocar numa educação assim?

Eu vou fazendo a minha parte, mas não é suficiente, "uma andorinha só..."! Discurso "transforma dor" - assim mesmo: "transforma dor" - escuto muito; a prática capaz de promover uma transformação foi vítima de um crime hediondo e jaz algures, nos píncaros da alta montanha que um belo dia de verão parirá um pequeno rato!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

TORRADAS QUEIMADAS...

Uma lição muito útil para a construção da felicidade. Não é fácil, porém sempre nos resta a possibilidade de tentar alcançar esse estado espiritual.


"Quando eu ainda era um menino, minha mãe, ocasionalmente, gostava de preparar um lanche, na hora do jantar.

Eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia muito duro de trabalho .
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse:

" - Amor, eu adorei a torrada queimada... só porque veio de suas mãos"

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e disse:

" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...
Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
Eu, também, não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente, todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro.

Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando, ela não sabe usar a furadeira, mas, após minhas reformas, faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha de frios como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar e brincávamos juntos durante este tempinho, com sua mãe você chorava, pelo xampu, pelo pentear, etc.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apóia, eu e ela nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes.
Não que mais tarde, no dia que um partir, este mundo vá desmoronar, não vai: novamente, teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
Então, filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida à você e ao próximo.

Penso que, o grande problema do mundo atual e globalizado, é a intolerância pelo ser e o correr incansável pelo ter!

Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.
Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.

As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez sentirem-se.

Precisamos exercitar nossa tolerância, ... não é nada fácil, mas sempre podemos tentar!!!

domingo, 15 de abril de 2012

RETRATOS DE FAMÍLIA

É bom pensar seriamente nisso. Pode ser útil em algum momento.


SE CERVEJA  fosse gente da família...

Brahma seria a esposa, porque é a número 1.

Skol seria a amante, porque é a mais gostosa.

Kaiser seria a filha, porque só da dor de cabeça.

Bavaria seria a sogra, porque não desce de jeito nenhum.

Schincariol seria o cunhado, porque ninguém gosta, mas todo mundo leva pro churrasco.

Itaipava seria a puta, porque todo mundo gosta mas ninguém assume.

Heineken seria o primo rico, porque todo mundo se acha importante quando está com ele na mesa.

Bohemia seria a avó, porque as pessoas acham doce mas depois reclamam.

E Antarctica seria a tia baranga, porque já foi boa.



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sexta-feira, 13 de abril de 2012

AO TELEFONE

E porque hoje é sexta-feira, que tal um pouco de humor para alegrar nosso final de semana?

Vejamos uma boa acabo de receber:


DUAS AMIGAS NO TELEFONE:

- Oi, me conta como foi o encontro de ontem à noite.
- Horrível, não sei o que aconteceu...
- Mas por quê? Não te deu nem um beijo?
- Sim. Beijar, me beijou. Mas me beijou tão forte que meu dente postiço da frente saiu na boca dele os meus olhos doiam por causa das lentes verdes...

- Não me diga que terminou por aí.

- Não, claro. Depois pegou no meu rosto entre suas mãos, até que tive que pedir que não o fizesse mais, porque estava achatando o botox e me mordia o lábio como se fossem de plástico... Ia explodir o meu implante de colágeno. 


- E... Não tentou mais nada?

- Sim começou a acariciar minhas pernas e eu o detive, porque lembrei que não tive tempo de me depilar. Ta uma mata Atlântica aqui

- E depois, que aconteceu?

- Aí então, começou a tomar champanhe em meu sapato...


- Que lindo, muito romântico...!!!

- Romântico o cacete!
- Ele quase morreu!!!

-Ai, não!!!! Por quê amiga?

- Engoliu meu corretor de joanete... Fora que intoxicou como o creme anti-rachaduras dos calcanhar             


- Nossa, que ele fez depois?

- Você acredita que ele broxou e foi embora bravo ainda.

- Acho que ele é viado.
- Pior amiga. Só pode!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

NOVA UNIVERSIDADE NO CARIRI/CE

Educação aprova criação de Universidade Federal do Cariri, no Ceará

Agência Câmara



A Comissão de Educação e Cultura aprovou, na quarta-feira (11), proposta que cria a Universidade Federal do Cariri (UFCA), com sede na cidade de Juazeiro do Norte (CE). A nova universidade vai ser integrada pelos campi de Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato, que serão desmembrados da Universidade Federal do Ceará. Além disso, deverão ser criados novos campi nos municípios de Icó e Brejo Santo. A medida está prevista no Projeto de Lei 2208/11, do Executivo. 

(Continue lendo)



Aprovada pelo PL-2208/2011

domingo, 8 de abril de 2012

VERGONHA DOS OUTROS NO PIAUÍ

Mais uma vez a população estudantil, principalmente a do ensino superior, neste caso, é levada a conviver com o determinismo DITATORIAL de quem não tem mais argumentos para impor sua vontade, ou a vontade de quem lhe dá as ordens, pois conhecemos tais funcionários também como "lambe botas" e subservientes.

A UFPI sofre um violento atentado à liberdade democrática ao ver a consulta para eleição de reitor ser retirada do processo de sucessão desse pelego que é o seu atual reitor.

Veja a notícia, divulgue e proteste! 

No momento em que se luta pela abertura dos segredos da ditadura militar, um ato como este tem que ser drasticamente repudiado.

Onde está a nossa presumida democracia?

Onde está a nossa liberdade de expressão e o direito inalienável de escolher aqueles que nos dirigirão por um período determinado de tempo?

VERGONHA NACIONAL


UFPI retira consulta pública do processo oficial de eleição para reitor

Reitor diz que medida segue nota técnica elaborada pelo MEC em 2011.
Segundo ele, entidades de docentes e alunos poderão fazer consulta.



Uma resolução do Conselho Universitário da Universidade Federal do Piauí (UFPI) levantou um debate sobre a democracia no processo de escolha do novo reitor. Em reunião, o conselho decidiu, no último dia 22, que o Colégio Eleitoral - composto por membros do Conselho Universitário e do Conselho Superior - se reunirá no dia 16 de maio para elaborar a lista tríplice de candidatos a reitor.
O texto, porém, não cita qualquer informação sobre a consulta à comunidade universitária, uma prática que, apesar de não ter resultado válido na eleição do reitor e do vice-reitor, é comum nas universidades públicas como ferramenta informal de se conhecer a opinião de todos os professores, estudantes e funcionários administrativos de uma instituição. Além disso, no mesmo dia, o reitor da UFPI, Luiz de Sousa Santos Júnior, revogou uma resolução de 2008 que regulamentava a consulta pública.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

AÍ, MANUEL NÃO RESISTE

O Manuel entrou num bar cerca das 20:00. Escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa e olhou para o aparelho de TV, no momento em que começavam as notícias do dia. A equipa de reportagem cobria a notícia de um homem que estava prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.

A loira voltou-se para o Manuel e disse:

- "Você pensa que ele vai saltar?
Manuel respondeu:
- "Eu aposto que ele vai saltar." 

A loira respondeu: 
- "Bem, eu aposto que não vai".
Manuel pôs uma nota de € 20,00 na mesa e exclamou:
- "Vamos a isso..."!

Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem atirou-se, morrendo no embate com o solo. A loira ficou muito aborrecida, mas entregou-lhe a nota de € 20,00  -"Aposta é aposta... é justo... Aqui está seu dinheiro".

Manuel respondeu:

- "Eu não posso aceitar o seu dinheiro. Eu vi o incidente anteriormente nas notícias das 18 horas. Eu sabia que ele ia saltar." 
A loira respondeu:
- "Eu também, mas eu nunca pensei que ele o faria novamente".

Aí o Manuel pegou no dinheiro e saiu....

terça-feira, 3 de abril de 2012

ALENTO

É interessante perceber o quanto as notícias são veiculadas de forma interessada. Circula a notícia que o Ministro Mercadante vái conceder aumento nas bolsas de pós graduação. Em momento algum se fala da luta travada pelos estudantes em busca dessa melhoria. Tudo isso é vendido com a finalidadede mostrar que o novo ministro "está com tudo e não está prosa".

Quem for ingênuo que acredite, que pense da forma a estar mais de acordo com a "sua realidade". Eu não consigo ver por esse prisma... mas a liberdade de ver e crer ainda existe no país!

Vejamos a notícia veiculada:

FONTE

Mercadante diz que vai reajustar bolsas de pós-graduação

3/4/2012 20:32, 
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta terça-feira (3) que vai reajustar os valores das bolsas de pós-graduação oferecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A informação foi dada durante entrevista a jornalistas de veículos estrangeiros.

Na avaliação do ministro, há uma defasagem que precisa ser corrigida “o mais rápido possível”. Ele não indicou, entretanto, de quanto será o aumento e nem quando o novo valor será pago.

Os benefícios pagos aos bolsistas da Capes não são reajustados desde 2008. Atualmente, o valor da bolsa de mestrado é R$ 1,3 mil e a de doutorado, R$ 1,8 mil. Desde o ano passado, os estudantes pleiteiam o aumento. Eles chegaram a fazer uma paralisação nacional na última semana em defesa do reajuste. A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) reivindica correção de 40%.

“Esse aumento nem atende ao que achamos justo. Mas a gente fez um cálculo responsável com a nossa demanda e com a atual situação do governo, levando em conta, inclusive, a inflação do período”, explicou a presidente da entidade, Elisangela Lizardo.

Ela aponta que as bolsas pagas por outras agências estaduais de apoio à pesquisa foram reajustadas recentemente e estão em patamar superior ao da Capes. Atualmente, o órgão de fomento à pós-graduação atende a 71 mil bolsistas.

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