segunda-feira, 18 de julho de 2011

O QUE VAI MAL NA EDUCAÇÃO?


Esta é a questão que me fica quando leio notícias como essa veiculada aí abaixo.

Subjacentes a essa, outras questões aparecem: Por que o magistério não é mais atrativo para a juventude que procura um curso superior? Que ligação podemos estabelecer entre o revelado e a precariedade em que se encontra a nossa educação? Será que "os especialistas" do MEC só sabem editar regras (algumas beirando o absurdo!) e não conseguem retirar um mínimo de ensinamentos para as suas práticas? Por que será que os professores que se inscrevem nesses cursos não são liberados de suas tarefas do dia de sábado para frequentarem o curso (falo com conhecimento de causa que a prática me proporciona!)? Será que eles, "os especialistas", só estão jogando para arquibancada, ou estão defendendo a própria sobrevivência, pela subserviência? Para quando a real e efetiva valorização do magistério, sem fitulas, sem demagogias e demonstrando/reconhecendo o valor social desse profissional?

Vou ficar por aqui... ou passaria o resto do ano levantando questões que "os especialistas" do MEC não pretendem responder!

  
Sobram 36 mil vagas em cursos oferecidos pelo MEC para professores da rede pública

Agência Brasil 


O Ministério da Educação (MEC) prorrogou pela segunda vez o prazo para que professores da rede pública possam se inscrever em cursos de formação continuada oferecidos pelo governo federal em parceria com instituições públicas de ensino superior. O prazo termina sexta-feira (10) e ainda sobram vagas em 23 estados e no Distrito Federal. Apenas no Acre, em São Paulo e no Paraná a demanda é maior do que a oferta. Das 86 mil vagas disponíveis, até o momento apenas 50 mil (58%) foram solicitadas pela direção das escolas. 

Lançado em 2009, o Plano Nacional de Formação de Professores tem como objetivo capacitar docentes que não têm a formação mínima exigida por lei – ou não fizeram o ensino superior ou cursaram graduação em áreas diferentes daquela que lecionam. Para os que já concluíram essa etapa, são oferecidas vagas em cursos de capacitação ou atualização – presenciais, semipresenciais ou a distância – em universidades públicas. Mas a demanda está aquém do que foi planejado pelo ministério. 

A inscrição do professor deve ser feita pelo diretor da escola. A lista dos cursos disponíveis, com informações sobre a duração e o conteúdo de cada um deles, está disponível na Plataforma Freire. Em seguida, o educador inscrito pela escola deve confirmar se quer ou não participar do curso até dia 12. 

Amazonas, Pernambuco e Rio de Janeiro são os estados com menor participação. Nessas unidades da Federação, apenas 6%, 9% e 12% das vagas disponíveis foram solicitadas, respectivamente. Já no Acre, 2.150 docentes se candidataram para as 360 vagas ofertadas. 

Diretores e professores interessados nos cursos oferecidos devem acessar a Plataforma Freire para fazer a inscrição, que depois será validada pela Secretaria de Educação à qual estão vinculados. 

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