quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

NÃO VAI SER, AINDA, DESTA VEZ!

Aproxima-se, a passos grandes e rápidos, a virada do ano. É uma época de expectativas, de esperanças renovadas, de crença em algo melhor. A Educação, tão carente, também vive momentos semelhantes, principalmente com a chegada de um novo governo. Muito se espera e as promessas não faltam: para o Ministro da Educação, Fernando Haddad, "2011 será marcado como o ano da valorização do professor". Todos esperamos... difícil é alcançar, só para contrariar o velho adágio popular! 

A situação na Educação mostra muito claramente o descontrole em que a sociedade educacional se encontra, sob o ponto de vista da legalidade. Senão vejamos esta reportagem da CNTE:

"Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7783/10, do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), que fixa em R$ 1.575 o piso salarial nacional para profissionais do magistério público da educação básica. O projeto altera a Lei 11.738/08.

Segundo o autor, após duas décadas de luta, a aprovação da Lei 11.738/08, que criou o piso nacional para a categoria, foi comemorada pelos professores como uma grande vitória.Padilha lembra, no entanto, que, por razões políticas ou por dificuldades operacionais na aplicação do critério de atualização previsto na lei, os professores tem manifestado preocupação de a lei não ser aplicada na prática".

A partir das próprias reflexões de Padilha fica fácil perceber a desorganização - para não dizer a baderna - em que se transformou a aplicação do piso salarial da categoria. Fica fácil perceber o quão tranquilo é o processo de desobediência a uma lei neste país "legalista", pois ainda uma lei não foi cumprida (por desobediência) e já uma nova tramita nas instâncias que apenas legislam, mas que não fiscalizam. Eu chamaria a isso de populismo, de politicagem barata, de coisa desinteressada, pois quem estiver, efetivamente, interessado em elevar o salário dos docentes, ou melhorar qualquer área que possa elevar a qualidade da educação, faz mais que propor leis que todos sabemos que não vão ser cumpridas. Não me parece difícil imaginar que quem não implantou o piso de R$ 1.024,67, com toda certeza, muito menos implantará outro de R$ 1.575,00. 

Para fazer uma tal proposta, só mesmo a cabeça de político brasileiro! Será que é para dizer que é pessoa muito ocupada e preocupada com a Educação? 

Assim não fica difícil de antever o eixo das discussões que se travarão no ano que se aproxima na área Educacional. Estou propenso a dizer que a peneira (com a qual se vai tentar tampar o sol) foi construída especial e especificamente neste ano que se termina. 

Não será, ainda, no próximo ano (depois de amanhã) que a Educação tomará rumo. Não com estas políticas!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CRÔNICA DE UMA VIDA ANUNCIADA NA VIRADA DE MAIS UM ANO

A vida é assim, tal qual uma abóbada: ao nascermos temos toda uma subida que nos parece íngreme até atingirmos a idade da "liberdade"! Que sufoco: pai que não deixa sair de casa, ou chegar um pouco mais tarde sem fazer todo aquele sermão! As recomendações que escutamos com um ouvido enquanto o outro já está ligado no som da festinha que nos aguarda, são as mesmas e enfadonhas... As meninas, então... Ah! essas sempre sofreram um pouco mais que os rapazes! É isso mesmo!  Vai ser assim até ao momento em que os liames se rompem. 

Vamos estar com 30 anos, mas para nossos pais sempre sermos o seu(a) menino(a), parece até que nem se dão conta que crescemos, que estamos adultos. Como é difícil essa fase! Como o tempo custa a passar!

Quando atingimos o alto, o cimo da abóbada temos um pouco mais de estabilidade, de liberdade, mas... de repente não chega a ser isso tudo, pois, parece que somos assaltados pelo temor de ficarmos sós, ou pelo desejo de termos alguém ao nosso lado. Vem o casamento e as enormes possibilidades dos filhos. 

Iniciamos a descida do lado oposto da abóbada. Mais uma vez se acaba o sossego. Quando o mal não é o pior (o ciúme), eis que o choro nos perturba a ponto de não querermos mais sair de casa. Adeus grandes programas que haviam sido imaginados. E o tempo não passa para que essa criança ganhe sua autonomia e nos permita sermos/fiquemos, enfim, nós! os anos vão se sucedendo e nos damos conta, embora ainda com pouca importância, que o tempo está passando mais rápido. 

E um belo dia descobrimos o primeiro fio de cabelo branco! Um desastre! Todos os alertas são ligados de uma só vez! E o tempo, inexorável, continua no seu trajeto. Agora são nossos filhos e filhas quem precisa de uma condução adequada para enfrentarem os perigos da juventude. Nós, velhos, retrógrados, ultrapassados não entendemos mais a juventude... lá vêm as preocupações e os nossos planos... definitivamente, vão ter que ser postergados. Os anos começam a correr! o ano mal começa e parece que já está terminando. Ah! No meu tempo os dias custavam mais a passar (mas eles tinham exatamente a mesma duração)! Netos, os chinelos e o pijama, vovô vira cavalinho, vovó vira empregada e os filhos, ah! esses, bem, melhor nem dizer: mas acho que são "os reis da cocada preta"! Os manda-chuva!

Não nos preocupamos mais com os cabelos brancos... há muito que buscamos um único fio preto! Olhamos para o lado e só percebemos o olhar carinhoso do(a) parceiro(a). Nossas mãos se buscam num gesto de carinho, de compreensão como que a dizer, silenciosamente para o outro: cumprimos o nosso dever! 

E mais um ano se passa! Novo ciclo se inicia! Esperanças são renovadas, sempre, por todos e em todos os sentidos: promessas que não se cumprem, decisões que são adiadas ou esquecidas... amanhã será um novo ano! Uma velha vida que insiste em se esgotar de forma lenta e gradual. 

Mas isso é a vida, até o ciclo se completar!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

DIFERENÇAS

Um disse:


"Saio da vida para entrar na História". G. D. Vargas


Lula sai para a vida, fazendo História:


"Onde houver um jovem que queira sonhar 
grande, peço-lhe

 que olhe a minha história e 
veja que na vida nada é

 impossível". 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PARA PENSAR NESTE FINAL DE ANO

Relutei bastante para trazer até este local a discussão que venho travando em outras instâncias da própria Net. Mas hoje resolvi abrir essa mesma discussão neste cantinho em que conto com a colaboração de alguns amigos, a fiscalização de outros nobres desconhecidos e, certamente, com a crítica de outros tantos.

O problema é o seguinte: levantei numa página da net a questão de se criar uma Ordem dos Professores, à imagem (sem necessidade de ser à semelhança) do que acontece com outras categorias de profissionais. Bem... o "caldo" rendeu boas intervenções e outras nem tanto. Se quiserem acompanhar o debate desde o início, vejam aqui: http://meuplugedu.plugedu.com/forum/topics/para-avancar-na-educacao

Hoje, mais exatamente há cinco minutos atrás, fiz a última intervenção nos termos registrados abaixo e gostaria, para avaliação, de conhecer o vosso pensar. Por esse motivo, o título do post!

Disse eu: 


Ora, pois muito bem... parece-me que agora a discussão atinge um ponto interessante que vale a pena perseguir (e os demais companheiros que me desculpem por não falar em relação às colocações que vêm fazendo).

A nossa formação, associada a uma política capitalista de desvalorização da mão-de-obra (em qualquer ramo da atividade produtora que se focalize) está na base do individualismo que impera entre nós. Nesse sentido, e de plena consciência da situação vivenciada, cabe levantar a hipótese de se formar o educador para uma ação conjunta em benefício da educação como um todo. Não falo de "um corporativismo" no sentindo fascistóide que muitas pessoas lhe emprestam, falo de uma ação (sindical, política, de uma Ordem, no caso etc.) em que prevalece a defesa dos interesses ou privilégios de um setor bem organizado da sociedade. Falo, então, de um corporativismo que passou a designar especificamente aquela entidade organizacional de cunho mais monopolista (trabalhista ou patronal) que agrupa e defende, seja no âmbito local, regional, ou no nacional, os interesses de determinado grupo de profissionais.

Mas é preciso, como em tudo nesta vida, dar o primeiro passo. Ficar no campo da discussão árida de efeitos, das conjecturas e da soma das dificuldades, não nos levará a lugar algum, além de alimentar, cada vez mais, a onda individualista que se abate sobre nós. O que precisamos compreender é que "o patrão" jamais nos dará algo de boa vontade. A classe trabalhadora só consegue alguma coisa a mais em seu benefício se for através da luta, do enfrentamento da situação, da tomada de posição. Sabemos que não é fácil, sabemos que nem todos têm estofo para encarar essa realidade, até mesmo em função do regime em que sempre têm vivido e consentido em permanecer. Mas aqueles que sabem da importância da colaboração numa luta como esta (que tem a melhor das intenções) precisam compreender que a hora está passando e que a história não falará do que deixar de ser realizado. O momento de nos afirmarmos como classe, através de uma entidade, está aí: o país navegando em águas aparente e momentaneamente calmas, um governo novo chegando, o desejo manifestado pelos políticos de dar mais qualidade à educação (pega na mentira, pelo menos da maioria!), o que esperamos para, enquanto encarregados da difusão do saber, criarmos as condições de lutarmos em melhor plano com aqueles que nos querem dominar?

Alguém precisa colocar um fim a essa "farra do boi" que os políticos menos escrupulosos fazem com a educação! Precisamos colocar um fim às indicações e às contratações "de favor" para os apadrinhados analfabetos que não sabem fazer outra coisa e vão fazer na educação! Enquanto não criarmos as condições de pôr um fim nessa situação, a nossa educação não passará do nível bem baixo em que se encontra. Claro que outras atitudes precisam ser tomadas! Claro que outras políticas precisam ser implementadas, claro que muito do que está escrito precisa sair do papel e vir para o chão da escola... claro... claro... Mas se não agirmos, tudo permanecerá exatamente nos mesmos lugares!

O que faremos a seguir? Encerramos a nossa conversa por aqui? Vamos em frente e tentamos organizar um grupo que comece a pensar algo mais concreto? Não basta querer.... tem que participar! Embora na nossa classe saibamos que enquanto poucos se "esfolam" em prol de algo melhor, muitos ficam à espera de dias melhores... algo precisa ser feito. Ou vamos continuar nos enganando dizendo para nós mesmos que amanhã a coisa muda por si só?!

A sugestão está aí!  
Forte abraço e as mais sinceras saudações natalinas a tod@s.

Forte abraço a todas e a todos e que, depois de um Feliz Natal tenham todos um Novo Ano repleto de boas realizações!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

UP - LÍNGUA PORTUGUESA

Gostei de ler estas dicas de "português", por esse motivo repasso com a devida vênia ao autor e ao site que divulgou. Acredito que muitos de nossos alunos (e quantos professores, infelizmente!) precisam ficar de olho permanentemente nelas.

O professor Antônio Ricardo Russo, do pré-vestibular Objetivo, de Florianópolis, preparou um manual para os vestibulandos não pecarem na prova de português e nem na hora de escrever suas redações. "A maioria dos alunos escorrega nas questões destacadas abaixo", diz. Aprenda para não ser um deles:

Empregue:
quando houver referência a tempo passado; A quando for tempo futuro.
Exemplos:
Há muito tempo quero falar com ele.
Daqui a dois meses viajarei.
 
Acentue:
TÊM e VÊM - quando o sujeito estiver no plural.
Exemplo: Os alunos que têm chances de aprovação estudaram muito.
 
Não substitua:
O verbo HAVER pelo TER.
Exemplo: Há (e não tem) vários problemas a serem resolvidos por Dilma.
 
Não confunda:
Ter de com ter que: ter de - obrigação; ter que, desejo
Exemplo:
Eu tenho que comer um sorvete.
Eu tenho de passar no vestibular.
 
Não funda:
Preposição com artigo diante de sujeito.
Exemplo:
Apesar de o time ter jogado bem, perdeu. E não: Apesar do time...
 
Não sucumba à redundância:
Exemplo:
há muitos anos atrás - voltar atrás - encarar de frente - hall de entrada - ganhar grátis - circular em torno.
 
Tanto faz:
risco de vida ou risco de morte (apesar de muita gente querer diferenciar, o que é grande bobagem, diz o professor, as duas estão corretas)


Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/vestibular/noticias/0,,OI4845071-EI12889,00.html

Faça uma boa redação!

ASSIM A COISA ESTÁ COMPLICADA

Esta é a notícia que nenhum professor gostaria de ouvir e aquela que deveria fazer tremer de VERGONHA aos nossos  dirigentes maiores: 

Professor ganha 40% menos que média do trabalhador brasileiro com mesma escolaridade.

O salário médio de um professor da educação básica é 40% menor que a remuneração, também média, de um trabalhador com o mesmo nível de escolaridade. O cálculo foi feito pela economista Fabiana de Felicio com base nos microdados da última edição da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/12/15/professor-ganha-40-menos-que-media-do-trabalhador-brasileiro-com-mesma-escolaridade.jhtm 

Esta péssima notícia responde montes de questões que nos fazemos sobre a qualidade da educação. Gostaria de saber se o alto empresário escolhe para trabalhar na sua empresa o funcionário menos qualificado (veja post anterior) e aquele mais mal remunerado.

A vida continua a escorrer, ladeira abaixo, apenas pela incompetência que alguns demonstram de não saberem planificar as dificuldades e verticalizarem os rendimentos.

Uma pena! O Brasil é quem mais padece... e nós com ele!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

UM TEMA "QUENTE' E UMA PREOCUPAÇÃO A MAIS!

Um terço dos professores não possui diploma universitário.

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=143672&id_secao=10

Quase um terço dos professores da educação básica das redes pública e particular do Brasil não tem formação adequada. Do total de 1,977 milhão de docentes, 636,8 mil - 32,19% - ensinam sem diploma universitário. De acordo com dados de 2009 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o quadro piora nas regiões mais pobres do país.

De onde vem tanta preocupação, como anuncio no título do post?

Sabemos que grande parte de nossas universidades públicas e um parcela talvez maior ainda das particulares se têm dedicado às licenciaturas, isto é, à formação de professores. Eu não consigo visualizar a quantidade de professores que são formados anualmente pelos cursos regulares dessas nossas universidades. É, em todo caso e segundo o meu tirocínio, um número que qualifico como suficiente, ou pelo menos minimamente suficiente para atender a demanda nacional. Aliás.... como justificar que tanto licenciado se encontre desempregado?

Não fossem suficientes os alunos dos cursos regulares, temos ainda a computar um sem fim de ações desenvolvidas pelo governo visando qualificar o povo para a profissão docente. Entre essas ações contamos com a Plataforma Paulo Freire, com o Pró-Campo, os cursos de Pedagogia em regime especial e outras mais. 

Aí surge a pergunta: com tanta "formação" como argumentar a notícia acima? Será que as pessoas estão procurando as licenciaturas para apenas dizerem que são portadoras de um título superior? Estará aí a justificativa para a baixa qualidade dos formandos que recebemos nas universidades? Será que é mais rentável ser vendedor que ser professor (não tenho dúvidas a esse respeito e nem pretendo desmerecer a função do profissional de vendas)?

Como o ministério da educação explica o gasto de tantos milhões de reais em "formação de professores" e depois ter que encarar essa realidade retratada na notícia? Até quando a nossa educação andará a reboque da vontade do político que, em troca a um voto oferece uma vaga de professor a analfabetos funcionais? Até quando a educação será moeda de troca para os mais escusos negócios (não só de emprego, nem de compra de votos, mas também de venda de diplomas!)?

Eu, sinceramente, não consigo suportar certas hipocrisias. Muitos sabem onde está o mal da educação, mas poucos (com poder de transformar) têm a coragem de mexer no ninho da serpente. Se o "bordão" não fosse de uma pessoa menos qualificada, diria: "É uma vergonha"!

Enquanto essa situação perdurar acredito que ainda vou continuar a criar cabelos brancos (ainda me resta algum preto?), mas também acredito que ainda vou ver alguém "com aquilo roxo' como dizia o Collor, para tomar as rédeas da educação nas mãos e fazer dela algo de que passemos a nos orgulhar... porque nos dias que correm...!!!!

domingo, 12 de dezembro de 2010

AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

 Brasil é o terceiro país que mais cresceu na década em educação básica.


Ter, 07 de Dezembro de 2010 11:38
O Brasil aparece entre os três países que mais evoluíram na educação básica nesta década. A informação consta do relatório preliminar do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2009, divulgado nesta terça-feira, 7, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. A educação brasileira evoluiu 33 pontos entre os exames realizados no período 2000-2009. Em 2000, a média brasileira das notas em leitura, matemática e ciências era de 368 pontos. Em 2009, a média subiu para 401 pontos. Com isso, o país atingiu a meta do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que era média de 395 pontos nas três disciplinas. 

Na avaliação do ministro da Educação, Fernando Haddad, diversos fatores produziram esses resultados. Ele destaca o crescimento do investimento em educação, o foco na aprendizagem das crianças, a definição de metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por escolas. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) também é responsável pelo impacto positivo nos resultados, em sua avaliação.

Para Haddad, o “sistema educacional brasileiro está reagindo aos estímulos”. O resultado do Pisa no último triênio revela, segundo o ministro, que o país está no rumo certo e que há espaço para crescer. “A meta para 2012 é subir mais 16 pontos e chegar a 417.” Para alcançar essa meta, é prioritário investir em educação infantil e na valorização do magistério, em formação e remuneração, afirmou.

Crescimento – O Brasil teve o terceiro maior avanço entre todos os países, sendo superado apenas pelo Chile, que cresceu 37 pontos, e por Luxemburgo, com avanço de 38 pontos. Na tabela geral, o Brasil está na 53ª posição. Entre as nações latino-americanas, superou a Argentina e a Colômbia. Está 19 pontos atrás do México, que ocupa o 49º lugar; a 26 pontos do Uruguai (47º), e a 38 pontos do Chile (45º).

A avaliação foi realizada em 65 países, 34 deles da OCDE. Participaram 470 mil estudantes, sendo 20 mil brasileiros, das 27 unidades da Federação, de escolas urbanas e rurais, públicas e privadas. Responderam as provas de leitura, matemática e ciências estudantes nascidos em 1993.

Na média nacional, o Brasil cresceu principalmente em matemática, passando de 334 pontos, em 2000, para 386 pontos em 2009; em ciências, passou de 375 para 405, e em leitura, de 396 para 412.

Na avaliação do Pisa por unidades da Federação, o Distrito Federal aparece com as melhores notas, seguido por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás, todos com média superior à média nacional.

Confira a integra das tabelas.

sábado, 11 de dezembro de 2010

SOBRE LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO

Ainda existem pessoas que confundem estes dois conceitos e outras que simplesmente imaginam tratar-se de uma mesma coisa. Para ajudar e deslindar esse "mistério", veja o material a seguir.


Bom estudo!


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CONSEGUI...

Mesmo não fazendo propositalmente,  ao acessar este blog, neste dia 09/12/10, às 12:25, me tornei o visitante número 10.000! Bela marca!


Este fato implica em algumas atitudes a serem tomadas:


1 - A partir deste momento está encerrada a promoção que iniciei noutro blog (Rumo ao objetivo... sempre mais além!), na qual ofereço um livro no qual sou co-autor e um dos organizadores;


2 - Acredito que é tempo de fazer uma avaliação que deverá conter em seu bojo uma auto-avalição;


3 - Tomar as decisões que essa avaliação requerer e apontar como necessárias ao bom desenvolvimento do trabalho.


Primeira medida: Quero agradecer a todos que participaram dessa promoção. Acreditem que não fiquei preocupado com números (muitas ou poucas opiniões a respeito dos assuntos postados), não... sempre aprendi a prestigiar a qualidade em franco detrimento da quantidade. A todos que participaram ativamente, então, o meu MUITO OBRIGADO!


Segunda medida: pessoalmente gostaria de poder oferecer um livro a todos os participantes, mas não tenho mais que dois exemplares (e um, se me permitirem, gostaria de guardar para mim!) só posso mesmo oferecer um deles. Conforme o "regulamento" que passei para todos, "quem comentasse mais nos quatro blogs" seria o vencedor e faria juz a receber o exemplar. Inegavelmente, de forma inconteste, o grande vencedor foi o hoje Professor, meus parceiro de labuta na mesma IES, meu ex-discípulo Paulo Pedro a quem um dia chamei de PP e ele adotou. O PP trabalha principalmente com Psicologia da Educação e mantém o blog do PePê. Então, aqui ficam duas menções ao PP: enquanto ganhador do livro e enquanto amigo a quem presto a minha homenagem como venho fazendo com outros amigos.


Terceira medida: Já que o teu negócio, PePê, é "comentar", vem até aqui e comenta comigo quando e onde te entrego o "troféu" que ganhaste!

Para vocês sentirem o drama: exatamente às 12:25, quando eu entrei e registrei as 10.000 visitas, ele estava postando nos blogs. Para Pedro... Pedro para! Ou devo mudar e dizer Paulo para?


A as análises e avaliações serão objeto dos próximos posts neste e nos outros blogs. E tem coisa para avaliar, podem acreditar!

domingo, 5 de dezembro de 2010

ESSA EU QUERO VER!

"Países ibéro-americanos se comprometem a acabar com o analfabetismo até 2015".

Principais pontos da Declaração da 20ª cúpula Ibero-Americana

Os chefes de Estado, de governo e representantes dos países da América Latina, Espanha, Andorra e Portugal, subscreveram neste sábado, na cidade argentina de Mar del Plata, a declaração final de sua 20ª reunião de cúpula.

Veja abaixo os principais pontos da declaração:

  • Cláusula democrática:

Os líderes presentes decidiram "suspender o país, onde for materializada a ruptura da ordem constituída ou do Estado de Direito, da participação em diferentes órgãos e instâncias, assim como dos benefícios de membro da Conferência Ibero-Americana, até que a ordem constitucional seja restabelecida".


  • Educação na Íbero-América:

"Alcançar a plena alfabetização em todos os países da região antes de 2015. Fortalecer os programas existentes e o desenvolvimento dos de emergência" para cumprir a meta de erradicar o analfabetismo em cinco anos. Para isso, as nações participantes comprometeram-se a realizar investimento de 102,82 bilhões de dólares nos próximos dez anos.
 

Não espero nada menos que isso, mas tenho plena consciência que essa é mais uma daquelas "canções de ninar" para embalar o torpor de um bando de abobalhados que eles pensam que somos. Espero , torço muitoooooooo para concluir que estou errado. O resultado logo estará à vista... afinal cinco anos não é o fim do mundo, a menos que o 2012...! 

Apenas para justificar esta minha desconfiança: lembram da famosa década da educação? Pois é, também tinha essa finalidade! Passadas duas décadas (Jontien foi em 1990), ainda estamos na estaca ZERO, ou pouco mais adiante disso! Bem... o tempo nos dirá!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

TENHO UM NOVO AMIGO

Gente, esta vida de "artista" é muito dura! De mala na mão, desde já quase um mês, tenho arrastado o esqueleto por estas terras afora! A trabalho!

Mas... voltemos ao que aqui me trouxe: mostrar para vocês o meu novo amigo e as suas "Matildes" acompanhadas da muriçoca, uma história em três atos (ou melhor, um conto em três capítulos).

Foi assim, meio por acaso que nos conhecemos virtualmente! Trocamos e-mail, batemos o maior papo via net e sem querer aprendemos a admirar o trabalho de cada um. Ele é um "baiano arretado" lá da terra do acarajé e é estudante de letras. Algumas coisas nos aproximam: ambos gostamos de françês, por exemplo! Apreciamos fotografia! Mas uma coisa parece nos afastar: um gosta de escrever (mesmo que sejam bobagens: eu) e outro parece não ser afeto a essa arte, mesmo estudado letras.

Uma curiosidade que me deixou perplexo durante um tempo: ele é o único aluno da turma dele! Haja prestígio! Se entrarem em contato com ele poderão pedir explicações que ele, certamente, dará!

Vou deixá-l@s com o meu amigo "Jack5on" de Jesus

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