quinta-feira, 24 de junho de 2010

Pois é... a hora está chegando!

Vamos fazer ver à globo que não somos os bobos que ela imagina que somos!

Vamos ser coerentes e, no dia de amanhã (25/06/2010) vamos assistir o jogo do Brasil x Portugal em qualquer outro canal. O nosso desprezo será a maior derrota quue poderemos inflingir à turma do plim plim.

Repara que ninguém dirá nada se você se habituar a viver sem ela e em vez de #umdiasemglobo, você passar a #umavidasemglobo!

Foto retirada de http://paulopedro.blogspot.com/

quarta-feira, 23 de junho de 2010

RELAXANDO.........

Para relaxar um tiquinho:

O juiz está homologando um divórcio e pergunta para as crianças:
- Vocês querem ficar com o papai?
- Não, ele bate na gente!
- Então querem ficar com a mamãe?
- Não, ela também bate na gente!
- Então querem ficar com quem?
- Com o time do Palmeiras, ele não bate ninguém.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

MEC E O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE PEDAGOGIA

Já estava ficando preocupado com a falta de assunto para continuar a escrever este simples blogue, mas eis que o MEC me presta um enorme serviço.

Com data de 21/06/10, hoje, portanto, encontro lenha para manter acessa a fogueira que aqui acendi: Os Cursos de Pedagogia e suas finalidades e funções! Não que que tenhamos mais e melhores diretrizes sobre o que é/deveria/ser esse curso, mas uma portaria (só mais uma neste país em que as leis e poirtarias são sempre (des)cumpridas sobre a Avaliação para reconheccimento/recredenciamento dos Cursos de Pedagogia.

A pallha vai queimar (aproveitando a época junina)! Vou querer ver gente correr e outros se arrancando os cabelos para não verem seus cursos serem descredenciados. Eu?!! Vou estar a cavaleiro, pois há muito que venho alertando para fatos reais que só cegos não conseguem ver!

Tenho feito a minha parte!

Mais detalhes aqui: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15591:ministerio-da-educacao-publica-instrumento-de-avaliacao-dos-cursos-de-pedagogia&catid=212&Itemid=86

domingo, 20 de junho de 2010

INDICAÇÃO

Quer saber quem são "os clonados"?

Pois é muito fácil e divertido: basta clicar AQUI e você começara a seguir a nova série "OS CLONADOS".

Ah! E fique à vontade para comentar!

Bom domingo!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ONDE UM DORME, OUTRO AVANÇA!

 Há muito que eu venho reclamando e alertando para a necessidade de se ter uma educação com maior qualidade a partir de ações afirmativas do ME. No entanto, o que se tem verificado é a prática de ações paleativas que não resolvem o problema de uma vez por todas. Já o aqui disse e repito: é preciso atitude e vontade política.


Diante de tal comportamento estatal, vejam abaixo o que está sendo posto em prática pela iniciativa privada:


"Ideia é promover mão de obra mais eficiente no futuro
Consenso entre os educadores, o ingresso no ambiente escolar cada vez mais cedo chamou a atenção da iniciativa privada, que vai se reunir na próxima quarta-feira, em São Paulo, para discutir o engajamento do setor no desenvolvimento da primeira infância (0 a 6 anos). O encontro terá representantes do Comitê para o Desenvolvimento Econômico (CED), Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), Lego Education, Todos Pela Educação, United Way Brazil e Conselho Empresarial da América Latina (CEAL), além de organizações não governamentais, governos municipais, estaduais, federal. A ideia é apresentar experiências bem-sucedidas e analisar maneiras de aperfeiçoamento".

Fonte: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=11701

SOBRE A NOVA ENQUETE E O CURSO NORMAL

Quem me segue aqui neste espaço já deve ter percebido que vivencio momentos de angústia quando o assunto é "formação de professores". Tenho a minha posição bastante bem definida, mesmo não contando com a simpatia de muitos de meus parceiros de profissão. O motivo de não contar com todas as simpatias não se deve ao fato de eu ser intransigente, de usar de teimosia ou de irracionalidade para com a temática... nada disso! Apenas (acredito eu!) essas pessoas parecem ter medo de enfrentar o novo, o diferente, quiçá o desconhecido, ou, tão simplesmente, de enfrentarem um debate sério sobre o assunto!

Sempre tenho defendido que o curso de pedagogia não está formando professores, nem tão pouco pensadores da educação: o que ela está formando (?) é um profissional com pouca capacitação para qualquer dessas duas áreas de atuação. Esta minha opinião reflete a realidade do curso em que trabalho e, mesmo conhecendo a situação de outras realidades, não me atrevo a generalizar, mas uma coisa preciso dizer clara e abertamente: os cursos normais oferecem mais condições práticas de trabalho que o curso de pedagogia, em contrapartida, este curso superior oferece um embasamento teórico mais aprofundado que aquele normal.

Tenho defendido e continuarei defendendo a necessidade de se criar um curso de "formação de professores" que consiga trabalhar simultaneamente com as duas condições apontadas, tradutoras dentre outro conceitos, daquele de práxis educacional, tão pregada, tão difundida, mas tão pouco praticada!

Aí aolado fica mais uma enquete. Gostaria da vossa resposta sempre honesta e avalizada!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

ANALISANDO A ENQUETE SOBRE AVALIAÇÃO

Procedo hoje a mais uma análise de minhas enquetes aqui neste espaço. Mais uma vez digo, portanto repito-me, não estou muito preocupado com a quantidade e sim com a qualidade das respostas obtidas.

Na última enquete eu questionava sobre quem devia avaliar a aprendizagemdo aluno, com base num texto publicado aqui no blog. Recebi três (03) respostas e até posso jurar de pés juntos que sei de quem são, que me dizem o seguinte: duas delas são a favor que o próprio professor seja o encarregado de proceder à avaliação do aluno. Este total corresponde a 66,6% dos votos. Os outros 33,4 correspondem a um (01) voto que me informa que poderia ser formada uma comissão mista de avaliação. Entendida esta comissão mista como aquela composta por elementos internos e externos à escola, não deixa de ser uma alternativa bastante aceitável, na medida em que se poderia redimir algum problema que o avaliador interno (professor) pudesse encontrar no ato de avaliar. Digamos que a presença de uma pessoa estranha ao ambiente (professor ou não, mas alfabetizada) poderia transformar-se, de algum modo, no fiel de uma balança que, por vezes, não está muito "bem aferida".

Não sei se as pessoas que votaram nesta enquete concordam com esta opinião, mas devo acrescentar que ela tem, também, a finalidade de provocar a reflexão e o debate de ideias a respeito dessa problemática chamada avaliação.

Continuo aberto a sujestões, diálogos e até (principalmente) discordâncias (sinal que o debate se estabelece e que um diálogo é possível!).

VOZES A FAVOR DA MANUTENÇÃO DO CURSO NORMAL

CE vota projeto sobre a formação de professores para a educação infantil.







Os docentes de nível médio formados em cursos de magistério poderão continuar a lecionar na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental. É o que defende a senadora Fátima Cleide (PT-RO) em parecer apresentado ao PLC 280/09, projeto de iniciativa da Presidência da República. A matéria é o primeiro item da pauta da reunião da Comissão de Educação marcada para a esta terça-feira (15), às 10h.

Quando foi enviado ao Congresso pela Presidência, o projeto, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), exigia nível superior (em curso de licenciatura realizado em universidades ou institutos superiores de educação) para os professores da educação básica. Apenas nas localidades onde comprovadamente não houvesse formados em nível superior é que seria admitida a contratação de professores com nível médio para a educação infantil e as quatro séries iniciais do ensino fundamental.
"Não me parece - e foi também a opinião majoritária dos que participaram da Conferência Nacional de Educação [Conae] - que a sociedade brasileira esteja em condições de prescindir do curso Normal para a formação inicial dos professores. É na idade da oferta do nível médio (de 15 anos em diante) que a maioria dos que são sensíveis ao trabalho docente junto a crianças está disponível para estudar e ser supervisionada em práticas pedagógicas nas escolas públicas", afirma Fátima Cleide ao justificar a alteração que fez à proposta original.

O projeto tramita em conjunto com o projeto do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o PLS 54/07 e ainda deverá ser votado pelo Plenário.

CNTE e (Agência Senado)

VOCÊ SABE O QUE É TAUTOLOGIA?

Tautologia é o termo utilizado para definir um dos vícios de linguagem.
Consiste em dizer, por formas diversas, a mesma coisa.
Usam-se palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como você poderá ver na lista a seguir:

- elo de ligação
- acabamento
final
- certeza
absoluta
- quantia
exata
- nos dias 8, 9 e 10,
inclusive
- juntamente
com
-
expressamente proibido
- em duas metades
iguais
- sintomas
indicativos
- há anos
atrás
- vereador
da cidade
-
outra alternativa
- detalhes
minuciosos
- a razão é
porque
- anexo
junto à carta
- de sua
livre escolha
- superávit
positivo
-
todos foram unânimes
- conviver
junto
- fato
real
- encarar
de frente
- multidão
de pessoas
- amanhecer
o dia
- criação
nova
- retornar
de novo
- empréstimo
temporário
- surpresa
inesperada
- escolha
opcional
- planejar
antecipadamente
- abertura
inaugural
-
continua a permanecer
- a
última versão definitiva
-
possivelmente poderá ocorrer
- comparecer
em pessoa
- gritar
bem alto
- propriedade
característica
-
demasiadamente excessivo
- a seu critério
pessoal
- exceder
em muito .

Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada?  É óbvio que não. 

Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.
Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
 
Gostou?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

SONHO? DESEJO? QUERER?

O Ministério da Educação vai concentrar esforços, até o final do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para moralizar as provas dos concursos de professores no Brasil. Uma série de reuniões está sendo promovida pelo ministério para conseguir um consenso em torno do assunto. Dessas reuniões já participaram, por exemplo, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e entidades ligadas à pesquisa educacional.


As informações foram dadas, com exclusividade à Agência Brasil, pelo ministro Fernando Haddad, que participou hoje (9) da 38ª Reunião dos Ministros de Educação do Mercosul – bloco formado pelo Brasil, pela Argentina, pelo Uruguai e Paraguai -, na capital argentina. “Temos um balanço grande de ações. São dezenas e dezenas de programas novos que foram consolidados no governo Lula. Este ano, estamos chamando para conversar, além da CNTE e das entidades ligadas à pesquisa educacional, os dirigentes municipais e estaduais das redes de ensino. Vamos moralizar essa questão da prova de concurso, de maneira a valorizar a profissão do professor", disse Haddad.


De acordo com o ministro da Educação, hoje a graduação de professores já é gratuita no Brasil, seja na universidade pública ou na particular´(1). "Queremos que agora, com o piso salarial, tenhamos uma prova nacional de concurso para ampliar o horizonte profissional daqueles que estão se formando".


Durante a reunião em Buenos Aires, Haddad apresentou uma sugestão para ampliação do programa que promove a movimentação de estudantes pelos países do Mercosul. "O programa, chamado Marca, permite que graduandos de cursos acreditados pelo Mercosul passem seis meses em outro país, fazendo graduação, e voltem para terminá-la em seu país de origem. Para dinamizar as relações entre nossos países, sugeri que aproveitássemos a licenciatura em português e espanhol para potencializarmos o Marca".


Segundo o ministro Haddad, em vez de abrir oportunidades apenas para algumas dezenas de licenciandos para estudar seis meses em outro país do Mercosul, deve ser analisada a possibilidade de enviar centenas ou até milhares de estudantes por meio do Marca. "Há muitos interessados. Todo licenciando de espanhol vai querer morar seis meses em outro país do Mercosul. Para ele é uma vantagem e para o Brasil, por exemplo, é espetacular porque o país receberá de volta um professor muito bem formado não só na língua, mas na cultura local. Certamente, ele terá mais motivação para exercer a profissão, aproveitando a experiência que teve no exterior. Além disso, ele terá fluência no idioma".


Um tema que obteve consenso no encontro de ministros de Educação do Mercosul foi a necessidade de encontrar mecanismo comum ao bloco que permita o reconhecimento dos diplomas expedidos em cada um dos países e o consequente exercício de atividades profissionais nos países-membros e associados. Os ministros também concordam que o Estado deve garantir a todas as crianças e jovens o direito ao acesso, permanência e conclusão de seus estudos, "como um ato de justiça social", promovendo a inclusão educativa e oferecendo educação gratuita e de qualidade para o "desenvolvimento pleno da pessoa e o exercício da cidadania".

(1) Opa! ministro!!! Explique lá isso aí! Quer dizer que agora a iniciativa privada resolveu dar curso grátis para pobre?!!  Queria muito ver isso no Brasil... mas ou o Sr está delirante ou eu estou ficando esclerosado! Por favor... se alguém tiver uma explicação para as palavras do ministro, ou para quem as proferiu em nome dele... me dê aquele toque de amizade para eu deixar de criticar "os homens de negócios da educação"!

Ah! Como o Alexandre Herculano estava certo!!!!



"É um erro confundir o desejar com o querer. O desejo mede obstáculos; o querer vence-os!"
Alexandre Herculano.

MOMENTO POESIA

Vivo por ela sem saber
se eu a encontrei

ou se fui encontrado
já não me lembro como foi.


Vive por ela tu também
não fiques tão ciumenta
ela entre todas é mais
doce e quente que um beijo
ela estará sempre ao nosso lado
para apagar a solidão.


Na minha vida as vezes triste
a solidão não existe

se ela está aqui.

vivo por ela que me dá
força, valor e realidade
para me sentir um pouco vivo

vivo com ela na própria pele
ela dá-me a vida,

se está junto a mim
vivo por ela até ao limite

vivo por ela porque

me dá sempre uma saída.

AMIZADE é assim
fiel e sincera para a vida
se tivesse outra vida,

vivê-la-ia
por ela também.


(autor desconhecido).

terça-feira, 8 de junho de 2010

QESTÕES LEXICAIS... APENAS!

É comum se apresentarem as famosas "pérolas do ENEWM e/ou do Vestibular", isto é, gafes cometidas por alunos em formação.

Pois bem, a seguir veremos as gafes (comentadas) de veículos de comunicação de massa. A partir de agora fica mais fácil aceitar que o nosso alunado cometa "certos erros", pois quem tem a missão de bem informar diz o seguinte:

1. "A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano".
(Na cova?) - JORNAL DO BRASIL
2. "Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente".
(O frio não estava filiado ao sindicato grevista!) - O GLOBO
3."Os sete artistas compõem um trio de talento".
(Hã?) - EXTRA
4. "A vítima foi estrangulada a golpes de facão".
(Uma nova modalidade de estrangulamento) - O DIA
5. "Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável".
(De modo algum!) - O GLOBO
6. "No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos".
(Naturalmente....) - O DIA
7. "Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva".
(Jura?) -JORNAL DO BRASIL
8. "Parece que ela foi morta pelo seu assassino".
(Não diga!) - EXTRA
9. "Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça".
(Espera, onde foi o machucado mesmo?) - O DIA
10. "O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas”.
(Gente, mas até ontem era um triângulo!) - EXTRA
11. "O tribunal, após breve deliberação, foi condenado a um mês de prisão”.
(E será que ele vai ter cela especial?) - O DIA.
12. "O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou”.
(Seria a volta dos mortos-vivos?) - O DIA
13. "A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço”.
(Que aberração!) - EXTRA
14. "Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para a satisfação dos habitantes”.
(Água no além para purificar as almas...) - JORNAL DO BRASIL
15. "Há muitos redatores que, para quem veio do nada, são muito fiéis às suas origens".
(Do pó ao pó...) - O GLOBO
16. "O aumento do desemprego foi de 0% em novembro”.
(Onde vamos parar desse jeito?) - O GLOBO
17. "O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos”.
(Cuma? Quanta confusão!) - O DIA
18. "Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio".
(Ah, bom achei que fosse uma churrascada!) - JORNAL DO BRASIL
19. "Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel”.
(Viu como ele é disciplinado?) - EXTRA
20. "O cadáver foi encontrado morto dentro do carro”.
(Sem Comentários) - O DIA
21. "Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto”.
(Acorda??!!!) -O DIA
Bem... começo a querer entender o motivo de os professores não serem reconhecidos socialmente: com agentes educadores comos estes... 

domingo, 6 de junho de 2010

DA DISCUSSÃO NASCE A LUZ

Domingo, dia bom para o descanso e a reflexão. Logo cedo, via twitter, sou levado à reflexão pelas palavras de um colega de trabalho e, por curiosidade, ex-aluno. Ele vai dissertando sobre os "direitos autorais" e eu, enquanto leio as suas ideias, vou cogitando - cogito ergo sum! Que bonitinho que fica!

Cito: "Professor_pepe Lendo, (re)lendo, refletindo, pensando e - tentando - transformar em texto que posso "considerar" meu - sempre com autores parceiros". 


Aqui já surge aquela figura que para muitos é preocupante - o outro - mas que, na verdade é sempre o começo do meu pensar. Sem ele, eu não me atreveria - ou seria eu suficientemente capaz e arrojado para tanto - a criar a novidade que desejo expressar/traduzir/revelar/comunicar.


Continua a citição: "Professor_pepe  Quando leio outros autores, penso no que outros escreveram, qualquer texto nunca é só meu". Parece-me justa essa postura e o seu reconhecimento meritório de destaque.

Citando: "Professor_pepe Por isso considero a inexistência de somente uma autoria em qualquer texto. Todo conhecimento da área é utilizado para produzi-lo". Aqui surge uma boa tese que, por esse pensar, também é comum e não pode ser atribuída a uma única pessoa: Se o conhecimento é livre e aberto a todo o ser humano e se todo ser humano, já que mais não seja pela sua simples existência, colabora na/para a construção desse saber, não deveria ser admitido que alguém se aposse desta ou daquela parcela do mesmo, por mais que a elaboração final tenha sido sua.

Citando: "Professor_pepe Por isso o direito autoral é uma impropriedade - ninguém deveria usufruir de algo construído e reconstruído pela humanidade inteira. Exemplos: Música ("famosa") - ao usar as notas, escalas e modelos harmônicos, você já está usando o que não é seu...  Texto/livro ("famoso") - usando as palavras, organização e coesão textual, sem contar o uso da língua, tomamos emprestado o que é de todos". É aqui que eu intervenho diretamente na ideia do companheiro e lhe lanço a percha:


"profmanuelferna @Professor_pepe o mesmo acontece com a 'tese doutoral'. Bem pouco é realmente nosso, mas fica gravado como 'a minha tese' ". Sim, acredito que seja por aí o caminho! Estou às voltas com uma tese para obter um título que muita gente almeja - e que muitos conseguem, mas não com facilidade - e sinto esse problema do "texto dos outros". Pergunto-me frequentemente até que ponto o que faço ou digo não se está transformando em plágio, pois tudo que eu possa dizer alguém já referiu anteriormente. 

É aí onde eu coloco a acento no nó górdio que se cria na mimha mente, principalmente quando penso nos termos descritos acima e para o que me alertam as palavras: "Por isso considero a inexistência de somente uma autoria em qualquer texto". Partindo deste raciocínio questiono ainda: qual Dr. pode afirmar que tem uma tese que é dele? Como devo comportar-me diante da constatação de que tudo que escrevo é uma construção coletiva e não exclusiva?  Se bem entendo das regras "dos direitos autorais" e das orientações da ABNT, todo o texto que escrevo a título de "minha tese" tem que ser "aspeado", visto que se trata, em todos os aspectos, dessa construção coletiva.

Que imbróglio, não? 

Mas a dúvida persiste! Alguém tem uma melhor explicação que me convença do contrário?!  

quinta-feira, 3 de junho de 2010

AOS CANDIDATOS A PROFESSOR

Se queres ser professor…


“Dentro de algumas semanas estarás perante um sem número de alunos, saídos de classes e famílias diversas: limpos ou sujos, desempenados ou curvados, saudáveis ou doentes, tranquilos ou nervosos, cândidos ou viciados, inteligentes ou rudes...
 
Gostas do limpo, do belo e do bom?
 
Pois, como professor estarás em contato diário com a sujeira, as debilidades, as enfermidades, os vícios e as taras do povo.
 
E quando tiveres esgotado as tuas forças, arriscado a tua saúde, debilitado as tuas faculdades, será a tua vez de exclamares como nós, à noite, depois de um dia fatigante: «maldito trabalho!». Nem sequer terás a satisfação que sente o artesão ao acabar a sua tarefa, pois o teu trabalho será um perpétuo recomeçar, uma longa iniciação, sem jamais alcançares o ideal, nem mesmo a perfeição.
 
Simplesmente porque atuas com matéria viva que não se mede e não admite lei nem regra fixa. O teu trabalho mais bem preparado resultará infrutífero e a improvisação torna-se perigosa. O que hoje foi um êxito poderá ser amanhã um tremendo fracasso. O que acolá deu ótimos resultados, aqui poderá ser totalmente ineficaz…

…Serás um obscuro, um ignorado, não poderás pretender honras nem riquezas.

Começas professor e professor acabarás… Mas tens em tuas mãos a parte mais bela da vida: vais forjar espíritos, modelar caracteres, formar corações… e quando sentires no sorriso da criança, no olhar do adolescente ou no aperto de mãos de um antigo aluno tornado homem, a estima que têm por ti, todas as tuas penas ficarão recompensadas”.

CONTRIBUINDO PARA FORMAR LEITORES

PROJETO: LEIA UM TEXTO E AJUDE A FORMAR UM LEITOR
 
O Departamento de Educação, da Universidade Regional do Cariri - URCA, no sentido de promover junto 
dos alunos da escola pública e da sociedade de um modo geral a idéia de que ler é importante, convida 
professores de escolas públicas e particulares, em Crato e nas comunidades vizinhas, a organizarem 
sessões de leitura nas aulas de português.
 
Os professores e escolas que queiram participar do Projeto deverão, apenas, convidar pais ou 
encarregados de educação, vizinhos da escola, antigos alunos, antigos professores ou personalidades 
relevantes a visitarem uma sala de aula e lerem um texto[1] por si escolhido, que depois será debatido 
com os alunos.
 
Este projeto deve proporcionar aprendizagens relevantes aos alunos e, à sociedade, o desenvolvimento de 
uma idéia favorável à leitura. A sugestão é que se crie, em cada escola, o dia da leitura, que poderá 
acontecer a cada mês.
 
O Departamento de Educação da URCA – através do Prof.º Manuel Fernandes[2] - disponibilizará alguns 
textos que poderão ser utilizados para este fim.   
 
Gostaríamos de poder levar este projeto ao longo dos anos para que possa ser aprimorado e para que os 
resultados possam começar a aparecer com a intensidade que se espera.    
 
Solicitamos dos Srs. Prefeitos, demais autoridades políticas e civis que se empenhem no apoio a um 
projeto tão simples, mas que permitirá ir, aos poucos, aumentando o gosto pela leitura nos nossos alunos 
e de nossos cidadãos.    
 
Solicitamos dos professores que nos enviem relatos sobre os resultados que forem observando a partir da 
aplicação deste projeto, pois são eles que nos incitam a continuar desenvolvendo este e outros projetos 
similares.
 
O Depto de Educação apóia e apela a todos os professores de Educação Infantil e de língua portuguesa 
para que desenvolvam este Projeto educativo.
 



[1] Aplicamos aqui o conceito de leitura extraído da obra de Paulo Freire e como conceito de texto 
aquele desenvolvido por vários autores e em especial por Emília Ferreiro.
[2] Seja através do e-mail profmanuelfernandes@gmail.com, seja através de contatos diretos, 
no Departamento de Educação da Urca/Curso de Pedagogia.

É PRECISO ATITUDE

Confesso que vez por outra sou mesmo radical. Desta vez não serei diferente de mim mesmo e nem dessa particularidade, por isso e desde já, espero que compreendam que escrevo sobre o impacto emocional que a leitura da notícia veiculada a seguir me causou. Mas quem me conhece sabe que sou assim mesmo: reajo de modo quase intempestivo aos fatos que me parecem contrários àquilo que pregamos com tanta veemência.

Nesse sentido, e considerando a notícia lida no portal da CNTE (http://www.cnte.org.br) em que se pode perceber um verdadeiro descaso de determinações legais (LDB) e prática abusiva de poder com falta de ética política (apadrinhamento, clientelismo, uso da máquina etc.) só me satisfaria ao ver todos os envolvidos nesse processo atrás das grades de prisão de segurança máxima e portando as já famosas pulseiras eletrônicas.

O motivo de toda esta minha revolta?

Dados do Inep mostram que professores sem diploma de ensino superior continuam sendo contratados para dar aulas na educação básica.


Este fato não acontece pela vontade de quem assume tais postos! Não!!! Esse fato acontece pela irresponsabilidade de quem tem o poder e decide contrariar a lei. Se há um desrespeito da lei, para qualquer comum mortal, isso é sinônimo de crime e, como tal, apenável. Mas esses fajutos, esses maus caráter que o povo menos esclarecido nomeia para o representar, usam e abusam de todos os meios "para se darem bem"!

Merecem "cana brava"! Toda e qualquer punição não será suficiente para que eles paguem pelo crime que cometem. Sinceramente... Casos como estes me tiram do sério!

Por que a Polícia Federal não prende esses criminosos? Não são, em princípio, inteligentes o suficiente para cometerem o crime perfeito, logo podem ser facilmente reconhecidos os praticantes desse tipo de crime. Qualquer criancinha sabe quem foi o político que colocou na sua escola aquele ou aquela professora sem qualificação. Entao, volto a perguntar: Por que esses criminosos continuam soltos! Será por falta de vaga nas prisões que estão repletas de pobres que roubaram uma galinha para dar de comer aos filhos? De pobres que são pobres graças às malvadezas que esses pilantras cometem contra eles (roubar na educação é roubar a humanidade!)?

Lula, Dilma, por favor, tomem atitude e mandem para a prisão todos esses safados sem vergonha que denigrem a educação brasileira e, por tabela, o povo brasileiro e a nação que os acolhe.

Haja atitude, por favor! 

terça-feira, 1 de junho de 2010

SER PROFESSOR E EDUCADOR

Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte.


Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com o professor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou.

Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste.

O professor, que era uma pessoa justa, disse-lhes que fariam um teste-substituição dentro de três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados.


No terceiro dia, apresentaram-se para o teste e o professor disse-lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condições especiais , os três teriam que o fazer em salas diferentes.
Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados, concordaram de imediato.


O teste tinha 5 perguntas e a cotação de 10 pontos.


Q .1. Escreva o seu nome ----- ( 0,25 pt)


Q.2. Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foi há quatro dias – (2,5 pts)


Q.3. Diga o tipo de carro que conduziam e cujo pneu rebentou.-- (2,5 pts)


Q.4 . Indique qual das 4 rodas rebentou ------- (2,5 pts)


Q.5. Diga qual era a marca da roda que rebentou ---- (1 pt)


Q.6. Indique quem ia a conduzir ------ (1,75 pts)


Moral da histótia:


Aluno que pensa que engana professor está sempre enganando a si mesmo, pois para as mil formas de enganar o professor, este tem mil e uma maneira de se defender.

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