segunda-feira, 31 de maio de 2010

SEJA ARROJADO, EMPREENDEDOR!

Recebi por e-mai e gostaria de dividir com vocês! Pode parecer piegas, mas acreditro que sempre podemos fazer uma boa reflexão sobre "a moral" da história.
O texto é um pouco vulgar, mas muito mais que a vulgaridade é importante reconhecer a bela mensagem de encorajamento, de persistência, de ânimo e de aproveitamento das oportunidades que nos surgem pela frente, se quisermos vingar na vida. Costumamos dizer que a sorte não bate duas vezes no mesmo endereço. Sendo assim, deixar de ser porteiro (que nos parece o fim do mundo), pode ser a oportunidade de nos lançarmos noutros rumos que podem se transformar em fontes inesgotáveis de realização e sucesso.

Não percamos o trem da história! Ele não vai passar outra vez!
                                                                         ________ x _________
Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'. 
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? 
 
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício. 
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. 
 
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. 
 
Ao porteiro disse: 
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços. 
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever! 
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. 
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte. 
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. 
Que fazer? 
 
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. 
 
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. 
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. 
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. 
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. 
 
E assim o fez. 
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: 
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. 
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que...  
 - Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. 
 - Se é assim, está bom. 
 
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: 
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim? 
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula. 
- Façamos um trato - disse o vizinho. 
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? 
 
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias... aceitou. 
Voltou a montar na sua mula e viajou. 
 
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa. 
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. 
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. 
Que lhe parece? 
 
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'. 
 
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. 
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. 
 
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. 
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. 
 
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. 
 
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. 
 
Todos estavam contentes e compravam dele. 
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. 
Ele era um bom cliente. 
 
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. 
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. 
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ..
E após foram os pregos e os parafusos... 
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. 
 
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. 
Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício. 
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. 
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto. 
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar. 
O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: 
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? 
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma. 
- Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
As adversidades podem ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.


Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.


Lembre-se da sabedoria da água:


'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.


Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.


Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,


acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

sábado, 29 de maio de 2010

AGORA PODE!!!!

Fim de semana... Bom descansar um pouco a mente e o fígado!

Numa pequena cidade do interior do RS, uma mulher entra em uma farmacia e fala ao farmaceutico:
__ Por favor, quero comprar arsênico.
__ Arsênico? Mas, nao posso vender isso assim, sem mais nem menos!
Qual a finalidade?
__ Matar meu marido.
__ Para este fim, piorou, minha senhora. Eu nao posso vender....
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmaceutico.
__ Ah boooom!... COM RECEITA EH OOOUUUTRA COISA!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

NÃO DÁ PARA FICAR CALADO!

Sabe... tem aquelas "coisas" que tocam você bem profundo!

Ora, no post anterior "os especialistas" apontam para a Língua Portuguesa e a Matemática como os pontos chaves para a melhoria da educação. A partir deste pressuposto uma das hipóteses está errada: Ou "os especialistas" desconhecem que a educação formal começa na educação infantil (responsabilidade de pedagogos), ou não sabem que os "professores" formados na pedagogia não estão ou não ficam qualificados a fazer um bom trabalho nessas duas áreas específicas.

Disse que uma das hipóteses está errada, pois não quero admitir uma terceira possibilidade que seja "eles desconhecem as duas anteriores". Por esse motivo é que eu venho debatendo e tentando demonstrar que o curso de pedagogia não deve ser usado para formar professores (como determinou o sr. Valnir Chagas lá nos 60) e sim para preparar pensadores da educação e funcionários não docentes (supervisores, orientadores, gestores) para a educação. Para formar o professor é preciso compreender que deve existir um curso específico, que permita ao candidadto dizer se quer optar por este ou aquele nível e por esta ou aquela área de ensino. Aí, a educação poderá mudar um pouco o rumo que vem trilhando.

Por outro lado, que me perdoem os companheiros, não concordo com a existência de departamentos de história, de letras, de geografia, de matemática etc., tudo isso (desde que voltado para a licenciatura), deveria estar sob a responsabilidade do Departamento de Educação. Não concebo que uma mesma disciplina (por ex. didática) tenha que ter ementas distintas, cargas horárias distantas etc.

Já em algum ponto deste blogue afirmei que a nossa educação está na UTI. Faltou dizer que ali, na UTI, está quase faltando o oxigênio.

Enquanto isso, nós formadores de professores, vamos arquejando!

SÓ QUERO UMAS RESPOSTAS!

Mais uma vez os "especialistas" se reunem para debaterem "EDUCAÇÃO". Está virando moda!

Uma das máximas, que me deixam com os cabelos em pé é esta: "A universidade tem o papel de contribuir para formar bons professores”.  Sim! Muito bonito, quando dito pelas pessoas que, de alguma forma, estão encarregadas de engessar os rumos dessa mesma educação.

Vejamos mais: “Assim ele fará uma escolha madura que terá depois de dois anos na universidade". Ok. Só umas respostas, srs. especialistas: Quem vai assumir a responsabilidade pelos alunos menos capacitados que vão querer "concorrer" aos cursos mais procurados? Quem vai enfrentar a "inflação das salas de aula" para suportar tanta demanda? Não foram vocês que limitaram o número de alunos por sala de ensino superior a 30... como fazer então? E... com esse processo, vamos continuar com o mesmo processo de seleção? Que resultados poderemos esperar? Os srs têm avaliado a qualidade do aluno que tem chegado às universidades atualmente?

Digam lá do vosso saber, Srs especialistas... estamos sedentos de saber!



Universidades precisam olhar mais para a educação básica, defendem especialistas

Agência Brasil

As instituições de ensino superior do país precisam começar a lidar mais com a “pré-universidade”, defendeu o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Carlos Alberto Aragão. O futuro das universidades e da pós-graduação brasileiras foi debatido hoje (28) durante a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Na avaliação dele, “os problemas da universidade começam no ensino fundamental”, que não consegue ensinar bem às crianças as duas linguagens mais importantes para o desenvolvimento científico: matemática e português. “Nós precisamos de professores bem formados, qualificados e cujos salários sejam dignos. A universidade tem o papel de contribuir para formar bons professores”, defendeu.

Aragão também criticou o fato de o estudante precisar escolher precocemente, ao final do ensino médio, a carreira que pretende seguir. Ele propôs que os cursos de graduação ofereçam, nos dois primeiros anos, uma formação mais básica para que após esse período o estudante possa escolher que área pretende seguir. “Assim ele fará uma escolha madura que terá depois de dois anos na universidade”, disse.

Os participantes do debate criticaram a “compartimentalização” das instituições em departamentos fechados que não interagem na produção de conhecimento. “É uma coisa altamente prejudicial que vai na contramão da história. A tendência moderna é a multidisciplinaridade e a organização em torno de temas. É pensar muito mais o problema em vez do rótulo”, afirmou Aragão.

O professor Luiz Bevilacqua, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), defendeu que a universidade precisa de mais “coragem, criatividade e ousadia” para romper com os modelos antigos, sem necessidade de copiar “o resto do mundo”.

“A academia tem que ser muito mais integrada. Não pode haver a separação de aluno de graduação, aluno do doutorado, professores, técnicos administrativos. As coisas têm que funcionar mais em conjunto”, disse.
http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=11231

quarta-feira, 26 de maio de 2010

REFLETIR PARA AGIR

O assunto (tese) defendido abaixo deixa-me reflexivo, filosofando sobre as argumentações apresentadas pelo professor Pierluigi. Confesso que já tenho a minha opinião formada a esse respeito, mas gostaria que cada um(a) que lê estas minhas mal colocadas palavras pudesse dar a sua opinião, também.

Se todo(a) aquele(a) que me segue deixar a sua opinião (seja nos comentários que podem fazer à vontade sobre a matéria) seja na enquete que colocar aqui ao lado direito, teremos dados para fazer uma discussão produtoras de bons frutos. Por isso eu vou pedir a gentileza de cada qual deixar alguma manifestação e desde já, antecipadamente, fico muito agradecido por isso!
 
Quem ensina... não examina
Francisco Alves Sobrinho
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O professor Pierluigi Piazzi defende a tese: “Quem ensina... não examina”. Para ele, a nota além de ser o objetivo prioritário do aluno, virou arma do professor para controlar a turma, quando, para ambos, deveria ser prioridade a aprendizagem. Deixa entender, ainda, que essa interpretação absurda representa a deformação da escola formal.

Na sua defesa, é apresentada a seguinte suposição de que o concurso vestibular possa ser comparado a um processo judiciário: Quem é o réu? O candidato, ou seja, o próprio aluno. Quem é o promotor? A banca examinadora que elabora a prova. Quem é o policial? O monitor que percorre a sala de exame para impedir a cola. Quem é o juiz? O professor contratado pela faculdade para corrigir a prova. E o professor do cursinho, nesse processo, desempenha qual papel? Isso mesmo: só e exclusivamente o advogado de defesa.

Continuando a sua argumentação e fazendo a mesma comparação com a escola formal, conclui que o professor assume o papel do juiz que vai decidir a sentença (o aluno vai passar de ano ou não?); do promotor, o acusador que elabora a prova (a prova está muito difícil, professor!); do policial que não deixa colar e, principalmente, do carcereiro que vai manter o aluno preso certo número de horas por dia, número este que muitos pais gostariam que fosse muito, mas muito maior.

O autor faz essa analogia para entender melhor a eficiência do cursinho e motivação dos alunos e não aceita palpites como: “O aluno do cursinho é mais maduro e sabe o que quer”. “O aluno do cursinho está mais motivado”. “Os professores do cursinho dão aulas que são verdadeiros shows e que prendem a atenção dos alunos”. “No cursinho ele recebe todas as dicas e os truques para passar no vestibular, e, por isso, presta atenção”. Na realidade, segundo o autor, no cursinho os alunos aprendem a aprender e transformam-se em estudantes. Mais simples ainda, continua: no cursinho, os alunos têm de enfrentar um concurso vestibular, cujas questões não foram elaboradas pelos professores do cursinho.

Ora, a missão do professor é muito nobre e ele deve utilizar seu tempo, tão somente, no desenvolvimento de ações eficientes que promovam a aprendizagem, assumindo, no processo, o papel de advogado de defesa, como o professor do cursinho. Vai mais além: “Se você estiver perdendo o jogo, não mude os jogadores... mude as regras do jogo”. E mudar as regras do jogo é rápido, quando os jogadores são competentes já que quase todos os profissionais que militam nas escolas são inteligentes e competentes.

O professor Piazzi sustenta a sua tese com a história verídica narrada no filme, O Preço do Desafio, de um engenheiro boliviano que é contratado para dar aula de computação em uma escola na periferia de uma grande cidade americana (assista ao filme). Apresenta, em seguida, a experiência de um colégio particular de uma pequena cidade perto de São Paulo que resolveu criar um cursinho à tarde para os alunos interessados em se preparar com mais afinco para um vestibular mais sério. Como o colégio não cobrava nada pelas aulas adicionais, apenas o material comprado do sistema de ensino, quase todos acabaram se inscrevendo. Professores e alunos receberam orientação do autor.

Em outra visita, o autor encontrou o diretor da escola que comentou até com espanto: - Professor, os alunos parecem outros! Comportam-se com uma seriedade e uma garra que jamais imaginei que tivessem. E que entusiasmo, professor, que entusiasmo!

Segue o autor na sua tese: Ora, os professores eram os mesmos que lecionavam pela manhã, os alunos os mesmos, a sala de aula a mesma... tudo igual. Pois é... cadê o papo da motivação, da maturidade e de todas as outras “explicações” usadas preconceituosamente para justificar a enorme diferença de comportamento? Que estranha poção será que eles sorveram para se transformar de Mr. Hyde em Dr. Jekyll? A única mágica foi a transferência da tarefa de avaliar. Agora, a missão do professor é simplesmente fazer o aluno aprender! Quem vai dar a nota é uma entidade impessoal e ameaçadora chamada vestibular, ENEM, ENADE, SAEB, IDEB, ENCCEJA, PISA, PROVINHA BRASIL, OBA, OBM, dentre outras. E é só assim que o processo educacional pode funcionar!

Sem mencionar outros fortes argumentos do autor, vale aqui narrar: Para não perder o jogo, é indispensável mudar a regra do jogo. O professor que ensina, não examina! Não pode ser “contaminado” pela avaliação, pela nota, sequer pode tomar conta dos alunos em uma prova! Pode, e deve, aplicar simulados que permitam estabelecer um feedback tanto para ele quanto para os alunos, mas, em hipótese alguma, deve JULGAR o aluno. Ele deve, isso sim, se submeter a um julgamento solidariamente a seu aluno perante uma corte externa.

De nossa parte, testemunhamos sempre o excelente desempenho dos alunos da Educação Infantil, dos alunos de professores em aulas particulares. Eles não são avaliados por notas. O professor faz apenas a verificação do aprendizado como oportunidade para corrigir falhas, evidenciar e eliminar dúvidas, comprovando assim, na prática, as palavras do professor Piazzi.  (Quem quiser aprofundar-se mais no tema é aconselhável a leitura dos seguintes livros do professor Pierluigi Piazzi: Aprendendo Inteligência, Estimulando Inteligência e Ensinando Inteligência, Editora Aleph).

sábado, 22 de maio de 2010

D I V U L G A N D O

Nasceu hoje, sábado 22 de maio de 2010, mais um rebento da família intelectual dos Fernandes.

Não! Não se assustem, pois não andei fazendo nadica de nada que não devesse ter feito. Eu sei! Está todo mundo curioso para saber do que se trata, como é, que novidade é essa.... enfim Curiosos!

Vão lá, vão!! Vão ver e apreciar!

É bem aqui: http://rastros-de-mim.no.comunidades.net

Já agora... se quiserem comentar... fiquem à vontade!

Se quiserem participar... lá estará dito como!

Ah! E antecipadamente - OBRIGADUUUUUUUUU!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

MAU EXEMPLO PARA OS PROFESSORES

Que a nossa educação anda "meio ruim das pernas" não é mais segredo para ninguém!
O que faltava era encontrar as provas cabais de que, de fato, assim é.

Pois acreditem que essa prova foi  encontrada e, claro, como é sempre bom "matar a cobra e mostrar o pau" (que matou a cobra, bem entendido!), aí vai.

Espero que vejam a realidade educacional deste pais, mas que, enquanto não tinha mostrado as suas habilidades vivia chamando os outros de analfabetos, de ignorantes.

Mau exemplo para nós professores... muito mau exemplo!

HABEMUS UM DEUS

Foi descoberta, no Egito, a estátua do Deus da Sabedoria.

A imaginar que o professor é aquele que sabe - o sábio - poderíamos dizer, nesse caso, que o nosso Deus foi agora redescoberto por arqueólogos na cidade Luxor. Quem sabe, agora, possamos ter alguém a quem dirigir nossos pedidos de mais sabedoria, já que a coisa anda meio tumultuada neste setor de atividades - a educação.

Mas eu fico só com um pé atrás (já que não há como recuar os dois, simultanemente, sem quebrar a venta na queda), quando analiso as imagens (projetadas pelos historiadores) e a imagem que tentam agora passar como sendo "a tal da estátua" da criatura que, segundo a lenda, teria corpo de homem com cabeça de babuíno.

Vamos comparar um pouco essas imagens:
Esta, aí acima, é a imagem projetada pelos historiadores. Cá para nós, meio feinho para ser um Deus, não acham?

Mas vejamos a imagem da descoberta dos arqueólogos:
Bem, sinceramente não consigo ver (desculpem a minha fraca sensibilidade para as artes!) muita semelhança entre estas duas imagens, mas... se os homens de saber (quem sabe já iluminados por esse Deus da sabedoria) dizem que sim, que são a representação do mesmo conceito, não vou, por conta da minha ignorância no assunto, colocar a teoria deles em xeque. Mas que não fico convencido... ah! nem me perguntem, vai!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

E POR FALAR EM PLÁGIO...!

No post anterior alertei para a tentação do plágio. Um tentação, na verdade! Está ali tudo pronto... para que ter trabalho? O famoso "Ctrl C + Ctrl V" resolve a vida de muitas pessoas: alunos, professores, curiosos...

Vejamos um pouco como "resolver essa parada":



Bem, agora... boa navegação e bom trabalho!

domingo, 16 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

DIPLOMA?! EU QUERO UM MESMO QUE SEJA DE MENTIRINHA!

Dizer que a minha indignação é crescente e que não sinto prazer algum em repassar este tipo de notícia, certamente não causará mais espanto em quem quer que seja. O que me indigna mais, exageradamente mais, é o fato de constatar que todo mundo sabe dessa realidade e não vejo ninguém (com poder de decisão) interessado em sanar esse problema. Não fosse o fato de eu abominar o autor do jargão, diria: "ISTO É UMA VERGONHA!"

O Brasil parece (digo bem... parece!) estar no caminho certo para, enfim, entrar de vez no nível social que merece. Tenho apoiado e continuarei apoiando a ação política do LULA (mesmo reconhecendo que muito mais poderia ter sido realizado se os urubus não tivessem intensificado a sua ação devoradora em torno de um moribundo chamado Brasil), no entanto e apesar da ação governamental que se fez sentir fortemente no setor educacional, não conseguimos extirpar da sociedade esses párias que mantém um sistema fraudolento como esse que é retratado na artigo abaixo reproduzido.

Vou continuar questionando: As pessoas são enganadas... as pessoas querem ser enganadas.... as pessoas querem ser enganadas para enganar a quem? Nesse "jogo de enganar", quem tem menos excrúpulos, quem engana ou quem se deixa enganar voluntariamente, visando enganar terceiros?

Se eu tivesse o poder de dicidir sobre este assunto, deliberaria: Prisão perpétua para ambos: para quem engana e para quem se deixa enganar objetivando enganar outros. Publique-se e cumpra-se!


                     Visão do Correio - Poder público e venda de diplomas
A má qualidade do ensino no Brasil compromete a formação de quadros qualificados para os desafios do desenvolvimento. Em um mundo que trepida sob o impacto de rápidas inovações tecnológicas e quebras de conceitos científicos, a ineficiência educativa condenará ao atraso permanente as nações periféricas. Mas não é só a frágil condição do regime pedagógico que, entre os brasileiros, responde pelas disfunções da escola e do aprendizado. Outros fatores perversos intervêm para tornar o quadro ainda mais sombrio.

O Ministério da Educação há décadas lida com centros educacionais de nível superior que surgem para, mediante comparecimento mínimo de alunos às aulas, brindá-los com diplomas universitários. Outros estabelecimentos não dispõem de grades curriculares e professores capazes de assegurar formação adequada ao alunato. Em quase todos os pontos do país há arapucas disfarçadas de escolas que vendem diplomas de qualquer nível.

O Distrito Federal, a despeito da posição destacada quanto aos atributos da boa educação, é vítima de aventureiros, sobretudo na área do ensino médio. Não se trata de atividade nova. Há muito veio a público a existência de empreendimentos ditos escolares especializados em captar alunos para a venda de certificados do curso supletivo. A certificação corresponde à conclusão do ensino médio, condição que habilita o interessado a ter acesso ao ensino superior. Durante quatro anos — a referência mais emblemática — o Instituto Latino-Americano de Línguas (Ilal) cometeu falsificações da espécie. Pelo menos 800 alunos conseguiram matrículas em nove instituições universitárias de Brasília mediante uso de diplomas pré-fabricados.

O problema subjacente é que, entre as 40 unidades sob investigação da Secretaria de Educação (SEC), figuram, também, algumas sujeitas a reprovação por falhas administrativas graves. No momento, oito deverão ser fechadas. Outras não estão listadas entre as 17 permitidas pela Coordenação de Supervisão Institucional e Normas de Ensino (Cosine) da SEC para o ensino fundamental e supletivo.

A mobilização do Ministério Público com base em denúncias da Cosine expressa a determinação das autoridades governamentais em apurar as operações ilícitas e promover as ações penais contra os infratores. É providência essencial, até porque não seria normal os gestores públicos cruzarem os braços diante das enormes anormalidades em setor estratégico, como a educação. Mas não é tudo. Cumpre conferir mais intensidade à fiscalização prévia a fim de prevenir manobras delituosas contra o interesse geral da coletividade.

sábado, 8 de maio de 2010

ATENÇÃO PESQUISADORES DA EDUCAÇÃO

No site do projeto Open Access Journal estão relacionados 340 jornais acadêmicos na categoria Educação (aqui).
O portal  Open Access Journals  tem por objetivo aumentar a visibilidade e a facilidade de utilização das publicações acadêmicas abertas.

Por "acesso aberto" à literatura, deve-se entender a disposição livre e pública na Internet, de forma a permitir a qualquer usuário a leitura, download, cópia, impressão, distribuição, busca ou o link com o conteúdo completo de artigos, bem como a indexação ou o uso para qualquer outro propósito legal. No entendimento das organizações que apóiam o acesso aberto, não deve haver barreiras financeiras, legais e técnicas outras que não aquelas necessárias para a conexão à Internet. O único constrangimento para a reprodução e distribuição deve ser o controle do autor sobre a integridade de seu trabalho e o direito à devida citação.

Site do movimento no Brasil: http://www.acessoaberto.org/

quinta-feira, 6 de maio de 2010

AFINAL, NEM TUDO ESTÁ PERDIDO!

No post anterior questionava a localização dos educadores brasileiros...

Bem, devo dizer que alguns deles começaram a mostrar aos "especialistas" que com um pouco de vontade (que também tem que ser política!) e a criatividade que é inerente ao ser humano, é bem fácil de desnvolver atividades que visem melhorar a Educação no país.

A experiência retratada a seguir pode nem ser a tampa do último refrigerante, mas mostra bem o que é possível fazer. São iniciativas como estas que, se bem aproveitadas e desenvolvidas com um pouco mais de profundidade poderão vir a fazer a enorme diferença no setor educacional.

Parabém aos criadores da idea que, da forma como está apresentada, representa um avanço em todos os planos (educacional, profissional, social etc.) para todos os envolvidos.

Escolas do Rio Grande do Norte começam Ensino Médio Inovador

Currículo de 900 horas de estudos e 200 horas de atividades complementares por ano, 104 professores trabalhando em tempo integral, seis aulas de 50 minutos de segunda a sexta-feira. É esse o perfil do Ensino Médio Inovador que o Rio Grande do Norte começou a implantar este ano no estado.

As mudanças ocorrem em 11 escolas públicas que atendem 7.530 estudantes do primeiro ano do ensino médio. De acordo com a coordenadora do projeto no estado, Maria do Socorro Ferreira, a secretaria de educação decidiu implantar a reforma do currículo em um número reduzido de escolas e em turmas que ingressaram no ensino médio em 2010.


Para aumentar as atividades anuais e o número de horas de aulas – de 800 para 1.100 horas – um dos desafios foi ampliar a jornada dos professores. Como os contratos dos docentes no estado são de 30 horas semanais, a secretaria de educação ampliou a jornada de uma equipe de educadores para 40 horas semanais. A mudança visa atender um dos requisitos do projeto, que é o professor com dedicação exclusiva.


Outro desafio foi criar opções de atividades complementares para os 7.530 alunos, também obrigatórias no projeto. As 11 escolas oferecem dez tipos de atividades com carga horária semestral que varia entre 20 e 60 horas. Cada aluno escolhe as atividades que praticará, desde que, no conjunto, some o mínimo de 100 horas semestrais. Artes e produção cultural, produção e tradução de textos e literatura, saúde e prevenção na escola, tecnologias da informação e comunicação estão entre as dez opções.


Parte dos recursos que as escolas recebem do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), repassados pelo governo federal, informa Maria do Socorro, será investida em atividades culturais. Visitas para conhecer o patrimônio arquitetônico e cultural da cidade, comunidades quilombolas, museus, feira de livros e participação em festivais literários integram o projeto.


Aulas práticas em laboratórios e oficinas também caracterizam a experiência que o Rio Grande do Norte começou a desenvolver em março deste ano.


Pernambuco – O Ensino Médio Inovador em Pernambuco reúne 17 escolas públicas onde estudam 10.341 alunos do primeiro ano do ensino médio. Para dar conta das atividades, a secretaria estadual de educação designou 51 professores com jornada integral, sendo três por escola (um de linguagens, um de ciências humanas e um de ciências da natureza), que fazem a articulação com os outros docentes.


Letícia Ramos da Silva, que coordena o projeto no estado, diz que ao ficar na escola o dia todo, o educador de tempo integral desenvolve uma série de tarefas, entre elas, articular com os outros professores as disciplinas da sua área de conhecimento, orientar e acompanhar as atividades dos alunos dentro e fora da escola. A formação integral do adolescente, diz Letícia, é o centro do projeto.


Para construir a grade de atividades complementares, as escolas de Pernambuco ouviram os alunos e suas famílias. Resgate das raízes culturais do estado, tais como o reizado e a dança do coco, foram contribuições dos estudantes. Oficinas de teatro, produção de documentários e revista eletrônica, como fazer um diário de bordo, iniciação científica e pesquisa de campo, também são opções.


Segundo Letícia Ramos da Silva, nas escolas do projeto os alunos têm atividades integrais em dois dias da semana, com almoço na escola. No conjunto, os alunos terão 1.250 horas de aulas e atividades por ano. Ao final dos três anos, a carga horária somará 3.700 horas. Hoje o ensino médio tem 2.400 horas.Currículo de 900 horas de estudos e 200 horas de atividades complementares por ano, 104 professores trabalhando em tempo integral, seis aulas de 50 minutos de segunda a sexta-feira. É esse o perfil do Ensino Médio Inovador que o Rio Grande do Norte começou a implantar este ano no estado.


As mudanças ocorrem em 11 escolas públicas que atendem 7.530 estudantes do primeiro ano do ensino médio. De acordo com a coordenadora do projeto no estado, Maria do Socorro Ferreira, a secretaria de educação decidiu implantar a reforma do currículo em um número reduzido de escolas e em turmas que ingressaram no ensino médio em 2010.


Para aumentar as atividades anuais e o número de horas de aulas – de 800 para 1.100 horas – um dos desafios foi ampliar a jornada dos professores. Como os contratos dos docentes no estado são de 30 horas semanais, a secretaria de educação ampliou a jornada de uma equipe de educadores para 40 horas semanais. A mudança visa atender um dos requisitos do projeto, que é o professor com dedicação exclusiva.


Outro desafio foi criar opções de atividades complementares para os 7.530 alunos, também obrigatórias no projeto. As 11 escolas oferecem dez tipos de atividades com carga horária semestral que varia entre 20 e 60 horas. Cada aluno escolhe as atividades que praticará, desde que, no conjunto, some o mínimo de 100 horas semestrais. Artes e produção cultural, produção e tradução de textos e literatura, saúde e prevenção na escola, tecnologias da informação e comunicação estão entre as dez opções.


Parte dos recursos que as escolas recebem do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), repassados pelo governo federal, informa Maria do Socorro, será investida em atividades culturais. Visitas para conhecer o patrimônio arquitetônico e cultural da cidade, comunidades quilombolas, museus, feira de livros e participação em festivais literários integram o projeto.


Aulas práticas em laboratórios e oficinas também caracterizam a experiência que o Rio Grande do Norte começou a desenvolver em março deste ano.


Pernambuco – O Ensino Médio Inovador em Pernambuco reúne 17 escolas públicas onde estudam 10.341 alunos do primeiro ano do ensino médio. Para dar conta das atividades, a secretaria estadual de educação designou 51 professores com jornada integral, sendo três por escola (um de linguagens, um de ciências humanas e um de ciências da natureza), que fazem a articulação com os outros docentes.


Letícia Ramos da Silva, que coordena o projeto no estado, diz que ao ficar na escola o dia todo, o educador de tempo integral desenvolve uma série de tarefas, entre elas, articular com os outros professores as disciplinas da sua área de conhecimento, orientar e acompanhar as atividades dos alunos dentro e fora da escola. A formação integral do adolescente, diz Letícia, é o centro do projeto.


Para construir a grade de atividades complementares, as escolas de Pernambuco ouviram os alunos e suas famílias. Resgate das raízes culturais do estado, tais como o reizado e a dança do coco, foram contribuições dos estudantes. Oficinas de teatro, produção de documentários e revista eletrônica, como fazer um diário de bordo, iniciação científica e pesquisa de campo, também são opções.


Segundo Letícia Ramos da Silva, nas escolas do projeto os alunos têm atividades integrais em dois dias da semana, com almoço na escola. No conjunto, os alunos terão 1.250 horas de aulas e atividades por ano. Ao final dos três anos, a carga horária somará 3.700 horas. Hoje o ensino médio tem 2.400 horas.


Fonte: Ascom MEC  http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=10413 

A INDIGNAÇÃO CONTINUA.

aqui falei o que penso, ou, pelo menos, disse parte desse pensar a respeito da discussão da Educação por especialistas. Pois bem... a saga continua!

Dizia eu, num post anterior, que ficava muito preocupado com os rumos que a situação estava a tomar, pois agora agrava-se essa minha preocupação. Vejam só o que está a acontecer:

Que tipo de ensino médio o Brasil precisa? Para responder a essa pergunta, cerca de 130 especialistas em educação de vários países estão reunidos em Brasília, nesta segunda-feira, 3, no Seminário Internacional de Políticas sobre Melhores Práticas no Ensino Médio. O encontro vai até terça-feira, 4.

“É importante lembrar que estamos falando da juventude e sua complexidade, da diferença entre gerações, que causa, muitas vezes, confrontos e conflitos nas escolas”, disse a secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, na abertura do encontro. Hoje, no Brasil, há 4,8 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que cursam o ensino médio.

Pilar citou diversos avanços já alcançados em relação a essa etapa de ensino nos últimos anos, como a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e o fim da desvinculação de recursos da união (DRU) para a educação — devolve R$ 11 bilhões anuais ao orçamento do Ministério da Educação e permite a obrigatoriedade da matrícula dos quatro aos 17 anos. Além disso, a secretária lembrou da ampliação dos programas de transporte escolar, livro didático e biblioteca, estendidos ao ensino médio.

O representante da área de políticas para a educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Carlos Herrán, considera a troca de experiências entre os países benéfica para a formulação de políticas públicas. O economista apresentará, durante o seminário, os resultados de uma pesquisa feita pelo banco, a pedido do Ministério da Educação, sobre as melhores práticas no ensino médio em quatro estados brasileiros — Ceará, São Paulo, Acre e Paraná.

Marcelo Perez, também do BID, elogiou a atuação do Brasil na área da avaliação e do financiamento educacionais. “Todas as ações a favor da educação tornam os brasileiros mais livres e capazes de participar ativamente dos processos sociais, culturais e econômicos de seu país”, disse.

Para Ian Whitman, representante da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é necessário que a escola ajude os jovens a expandir horizontes. “O mundo está mudando; o século 21 requer novas habilidades. Se quisermos ter trabalhadores qualificados, em qualquer área, precisamos dar boa formação a eles, desde a base”, enfatizou.

Participam do seminário secretários de educação de 23 estados e do Distrito Federal, além de representantes dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Escócia, Chile e Uruguai.



Eu continuo com a boca grande aberta de espanto com a forma como "as coisas da educação"  são tratadas neste país!  Pelo visto, o grande problema do ensino médio é ($$$$) dinheiro! Nada mais! Simples assim!

Por outro lado, se o mundo está mudando, a lógica obriga que a educação mude também (e nesse ponto o Sr. Ian redescubriu a roda!). Mas o mais inquietante é que não se consegue (eles, os especialistas!) ver nada mais a transformar que a qualidade da mão-de-obra! É uma visão muito reducionista do que seja o processo de educação... ou melhor, são seres de visão muito reduzida (quem sabe por paletas laterais aos olhos!) esses senhores especialistas!

Se elesa precisarem de uma conclusão para os trabalhos deles eu mando daqui... é so passar "gelol" (desculpem a publicidade gratuita!), que a dor do ensino passa! E se ministrarem pequenas doses de aspirina o resultado será ainda melhor!

Criem vergonha e discutam a Educação pelo que ela deve ser e não pelo que os vossos mentores capitalistas mandam que vocês façam!

Vamos continuar dependentes das políticas educacionais do BID até quando? Onde andam os Educadores Brasileiros? O que fazem? O que pensam? Ou já estão todos alienados?!

Fonte: (MEC) Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15382:especialistas-discutem-modelo-de-ensino-medio-para-o-brasil&catid=211

COMPREENDER A DIFERENÇA É PRECISO!

Ser ou não ser! Esta parece ser a grande questão quando se fala dos Intitutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - IFECT.

Aqueles que os frequentam e os que neles ensinam querem que eles sejam, mas... o Ministro Fernando Haddad parece ter outra visão. Aqui fica a grande questão: afinal, os IFECT's são ou não são Instituições de Ensino Superior?

Pelo que está escrito a seguir não parece que o sejam, ou estou lendo errado?

Caso a minha visão ainda não esteja deturpada, cabe questionar: que novo modelo educacional é esse que o Ministro fala? Mais um "jeitinho" bem brasileiro? Sim, porque para mim "arranjo" e "jeitinho" são a mesma coisa! Ou será que o Ministro falou demais e disse o que não devia ter dito?

É por estas e outras que a nossa educação anda pela rua da amargura a sofrer mais que sovaco de aleijado!

Haja jeitinho!

Ministro empossa reitores e defende novo modelo de ensino

Ascom MEC





O Ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu, na manhã desta quinta-feira (6/5), a necessidade de inovação no tradicional itinerário de formação do estudante brasileiro. Ele participou, em Brasília, da cerimônia de posse dos reitores dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia da Bahia, do Tocantins e do Paraná.


“Não devemos nos prender a camisas de força no que diz respeito à educação. O novo modelo de educação profissional no Brasil veio provar isso”, destacou o ministro. Nas palavras de Haddad, os institutos federais não são escolas comuns e tampouco universidades. “São arranjos educacionais, tipicamente brasileiros, que formam técnicos, tecnólogos, cientistas e os podem levar a ser também bacharéis, com uma visão para o desenvolvimento do país e aderência à vida prática.”


O ministro ressaltou aos reitores recém-empossados e aos demais, presentes à solenidade, que eles têm o desafio de explicar e disseminar a cultura dos institutos federais aos novos professores. Muitos, segundo o ministro, ainda não compreendem o modelo articulado de formação proposto por essas escolas de ensino profissionalizante.


Para o secretário de educação profissional do MEC, Eliezer Pacheco, os institutos federais precisam ser ousados e inovadores porque têm compromisso com o futuro. “São o caminho da emancipação tecnológica do Brasil”, afirmou.

Fonte: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=10406 em 06/05/10

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